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sexta-feira, 26 de abril de 2013

STF, Gilmar Mendes, o legado dos trabalhistas e a direita

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Prefiro o barulho do Congresso ao silêncio sorrateiro do STF”.  
Carlos Frank (leitor)

GILMAR MENDES QUER GOVERNAR O BRASIL COM UMA CANETADA.
Todo mundo sabe e percebe, até os recém-nascidos e os mortos, os ingênuos e os malandros, os simples e os ostentosos, os humildes e os arrogantes, que os barões controladores do sistema de comunicação de direita e de negócios privados deste País e seus asseclas, porta-vozes da ditadura do pensamento único de seus patrões, apostam e sempre apostarão no golpe, desta vez não por intermédio da sublevação tradicional, com tanques, metralhadoras e fuzis, mas, sim, através de golpes à moda paraguaia ou hondurenha, alicerçados que foram pelos tribunais superiores dos respectivos países.

 A direita brasileira, uma das mais poderosas e cruéis do mundo, foi derrotada nas últimas três eleições presidenciais. O afastamento dos conservadores do Palácio do Planalto completará, em janeiro de 2015, doze anos, o que tem, sobretudo, causado urticárias e taquicardias nos que se consideram proprietários do estado brasileiro, porque dos meios de produção a casa grande já é dona há cinco séculos.
 
 Esse sentimento arraigado de posse a leva a pensar que de forma alguma aceitará que políticos e partidos que não compartilham de suas doutrinas, conceitos e ideologias, mesmo eleitos pela sociedade, continuem a administrar o estado e efetivar o programa de governo e o projeto de País apresentados e propostos pelos trabalhistas e aprovados pela população, que resolveu elegê-los democraticamente pela força das urnas.
 
 Apesar da campanha insidiosa e sistemática da imprensa e da inegável politização do STF e da PGR, Lula e Dilma ainda têm muito prestígio perante a população, e por isso os tiros desses oposicionistas saíram pela culatra. No decorrer dos dois governos trabalhistas, o Brasil cresceu exponencialmente, no que tange à economia, ao acesso das classes pobres ao emprego, ao consumo e à sua inclusão nas universidades e escolas técnicas. O Brasil é a sexta maior economia do mundo, um dos fundadores do Brics, do Mercosul, da Unasul e do G-20, bem como reivindica ser um dos membros do Conselho de Segurança da ONU.

 A dívida externa foi zerada, o BNDES empresta mais do que o Banco Mundial, o empreendedorismo foi fomentado pela facilidade de o cidadão conseguir empréstimos junto aos bancos públicos, além de o comércio exterior brasileiro ter como principal parceiro comercial a China e não mais os EUA, porque nem tudo o que é bom para os ianques é bom para o Brasil, como acreditam os nossos colonizados portadores de um extraordinário e incomensurável complexo de vira-lata.
 
 Os juros caíram para patamares mais decentes, as folhas de pagamentos foram desoneradas e o governo trabalhista concedeu isenção de impostos, taxas e tarifas de produtos perecíveis e imperecíveis. As relações comerciais do Brasil com os países africanos, asiáticos e árabes se fortaleceram e o Mercosul se tornou um bloco poderoso, tanto no aspecto econômico quanto no político, principalmente a partir da adesão da Venezuela, um dos maiores produtores de petróleo e de gás do mundo, com reservas gigantescas, além de ser país membro da Opep.
 
Por sua vez, foram retomadas as grandes obras de infraestrutura, a exemplo da hidrelétrica de Belo Monte, da transposição do Rio São Francisco, da Transnordestina, da Ferrovia Norte-Sul, da recuperação das rodovias federais, da indústria naval, que praticamente estava falida, bem como foi realizada a duplicação de milhares de quilômetros de rodovias. O Programa Minha Casa, Minha Vida entregou 1,2 milhão de casas, gerou milhares de empregos e dignificou o cidadão que morava em más condições, além de se livrar do aluguel. Os trabalhistas criaram ainda os programas de inclusão social, como o Bolsa-Família, o ProUni, o Brasil Sorridente, o Farmácia Popular e o Luz Para Todos, entre muitos outros, que beneficiaram os pobres e contribuíram, indubitavelmente, para melhorar a distribuição de renda e de riqueza do povo brasileiro.

Lula anulou a portaria do governo de FHC — o Neoliberal — que proibia a construção de escolas técnicas federais e iniciou a construção de dezenas de novas unidades e que foram transformadas em Institutos Superiores de Educação Tecnológica. Ao todo são 214 novas escolas técnicas federais construídas entre os anos de 2003 e 2010. Os trabalhistas em apenas oito anos construíram mais escolas técnicas do que todos o presidentes juntos.
 
FHC é professor e tentou sucatear a Petrobras e afundou a maior plataforma marítima do mundo, a P-36, além de vender a Telebras e a Vale do Rio Doce a preço de banana. Esse tucano incompetente assinou uma portaria draconiana e que, sobretudo, colocou em risco o aprendizado de futuros trabalhadores brasileiros, porque escolas técnicas são instituições estratégicas para o desenvolvimento do País. Se há dúvida quanto a esta questão, leia sobre o estadista Getúlio Vargas que, ao industrializar o País, elaborou e proclamou as leis trabalhistas, sem, no entanto, esquecer de criar o Senai e o Senac, instituições que treinam e capacitam os trabalhadores.
 
Como se percebe, escolas técnicas são obras de políticos trabalhistas, porque os políticos representantes e filhos das classes abastadas não criam nada, não concedem, não constroem e não se preocupam com os trabalhadores, porque simplesmente se recusam a pensar o Brasil. É o caso atual dos tucanos do PSDB e seus agregados, DEM e PPS. A falta dessas escolas prejudicam o desenvolvimento social e econômico de qualquer país. Getúlio sabia disso. Lula sabe. E FHC — o Neoliberal —, que quebrou o Brasil três vezes, porque foi três vezes ao FMI de joelhos e com o pires nas mãos, é sociólogo, professor e se considera intelectual não criou uma única escola técnica. Incrível(!), mas é a mais pura verdade.

Porém, ainda tem mais. A criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) previa investimentos de R$ 646 bilhões, no período de 2007 a 2010. Contudo, até 2013 os investimentos previstos chegam a R$ 1,14 Trilhão. Foram ainda criados 15 milhões de empregos, um recorde da história do Brasil, bem como foi estabelecido também o Reuni, que iniciou um novo processo de expansão das universidades públicas, ao aumentar consideravelmente o número de universidades, de campus e de vagas nas mesmas. E o professor é o Fernando Henrique — o Neoliberal —, aquele que não conhece o Brasil e que vai a Paris como se vai comprar pão na esquina.
 
 Eis que, sabedora desses fatos e realidades, a direita brasileira proprietária da casa grande e herdeira da escravidão e da ditadura bota suas garras para fora para unir todas suas vertentes. Os principais partidos conservadores (PSDB, DEM e PPS), grande parte de juízes do STF, à frente Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Luiz Fux e Joaquim Barbosa, e o procurador-geral mais partidário e de direita da história da PGR, Roberto Gurgel, unem-se aos interesses do sistema midiático de negócios privados, controlado por apenas seis famílias, que tratam o Brasil de 200 milhões de habitantes, além de ser a sexta maior economia do mundo, como o quintal de suas casas.

Gilmar Mendes, juiz de histórico e histórias contundentes, aposta e sempre apostou em crises institucionais, como forma de disseminar confusões na República, e, consequentemente, enfraquecer o Congresso Nacional cuja maioria da base parlamentar compõe com o governo de coalizão, de perfil trabalhista, que do Palácio do Planalto luta contra a oposição conservadora para efetivar seu programa de governo e projeto de País apresentado ao povo brasileiro e aprovado nas urnas.

Com índices de 76% de aprovação, Dilma Rousseff é uma forte candidata à reeleição. Por seu turno, o ex-presidente Lula mantém intacto seu prestígio junto aos trabalhadores e às camadas mais pobres da população, que experimentou uma ascendência social e financeira como nunca se viu neste País. Ponto. A verdade é que a inclusão de mais de 30 milhões de pessoas no mercado de consumo fortaleceu a economia e fez com que o Brasil não sentisse muito a crise internacional que levou ao colapso inúmeras economias europeias, além de prejudicar severamente as economias dos EUA e do Japão.

A imprensa porta-voz do establishment, corporativa, alienígena e por isto apátrida e os trustes nacionais e internacionais que ela representa pautaram os juízes do STF, com poucas exceções, e cooptaram o senhor Roberto Gurgel, aquele que por quase três anos sentou nos processos que investigam o bicheiro Carlinhos Cachoeira, principal pauteiro e editor da revista Veja — a Última Flor do Fáscio — cujo subordinado, o jornalista Policarpo Jr. escapou de ser preso, porque a CPI do Cachoeira cedeu às pressões e fechou seus trabalhos sem praticamente denunciar ninguém, pois, se depender desse Ministério Público de oposição política do PGR Gurgel, tudo vai ficar como dantes no quartel d’Abrantes.

O procurador-geral e os juízes do STF foram picados pela mosca azul e fazem política partidária sem, no entanto, terem votos, porque não foram candidatos a cargo público eleitoral e por isto é uma desfaçatez e uma vergonha esse homens e mulheres togados tentarem fazer a vez de quem foi eleito, como acontece no caso da liminar concedida pelo juiz Gilmar Mendes ao senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), que suspende a tramitação do projeto que impede a criação de novos partidos. A mídia de mercado sempre esbravejou contra a criação de partidos e sempre condenou os partidos nanicos, pois acusados de serem de aluguel.

Eis que de repente, não mais do que de repente, a imprensa corrupta de tradição golpista passa a defender a atitude intrometida do juiz Gilmar Mendes ao tempo que o senador Rollemberg, político sortudo, mas medíocre faz o jogo de seu chefe, o governador Eduardo Campos — o maior quinta coluna que se tem notícia nos últimos tempos —, que foi cooptado pelo establishment, que o questionou e o criticou por mais de dez anos e que hoje passa a ser o queridinho dos colunistas, comentaristas e blogueiros da imprensa hegemônica, que luta, ferrenhamente, para o que o Brasil e seu povo não sejam independentes, autônomos e emancipados.

É a casa grande a querer manter a sociedade brasileira na senzala e com isso lucrar ao seu bel-prazer. A crise está aberta e o nome dela é Gilmar Mendes, o condestável, que atua como coronel do interior, frequenta os saraus da burguesia, as salas do PSDB e se comporta como político, sem voto e sem autoridade para rasgar a Constituição no que diz respeito a legislar no lugar dos deputados e senadores, que foram eleitos e por isso representam o princípio da soberania popular.
 
Concomitantemente a esse lamentável episódio, o juiz Marco Aurélio de Mello considerou uma retaliação ao Supremo a PEC 33, de autoria do deputado Nazareno Fonteles (PT/PI), aprovada na CCJ da Câmara dos Deputados. O projeto de emenda constitucional trata da criação de uma maioria qualificada de quatro quintos para que o STF aprove a inconstitucionalidade de leis – como existe no próprio Parlamento, no caso de mudança constitucional. De acordo com a nova PEC, passam a ser necessários 9 dos 11 ministros para aprovar uma inconstitucionalidade. A PEC prevê ainda que o Congresso Nacional referende as súmulas vinculantes, as ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) e as ações declaratórias de constitucionalidade (ADC) emitidas pelo Supremo. Caso o Congresso vote contra a decisão do STF, a questão deverá ir a consulta popular.

É tudo o que STF e seus juízes de direita não querem, porque são favoráveis a supremacia dessa Corte conservadora sobre os Poderes Legislativo e Executivo e que efetivam há anos uma política de oposição ao governo federal administrado por políticos eleitos pelo PT e seus aliados. O juiz Marco Aurélio se irritou e considera retaliação o que é natural para a Câmara e o Senado, que é o papel de legislar, garantido pela Constituição de 1988. O deputado Nazareno Fonteles, em entrevista para o sítio Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, afirmou que a suspensão pelo STF da legislação aprovada na Câmara sobre a inviabilidade de se criar novos partidos “mostra que o Supremo virou uma espécie de braço político da oposição minoritária para derrubar a maioria e, portanto, a soberania popular”.

O parlamentar disse ainda que “eles {a oposição} foram derrotados no voto das urnas e no voto aqui no Congresso, judicializam a questão para que, no tapetão do Judiciário, isso seja mudado. Muitas vezes até combinado com os vazamentos da grande mídia, para poder dar uma “legitimidade” – entre aspas – popular. Então, eu acho que é uma medida (liminar) que deve ser sustada. O presidente da Câmara, o presidente do Congresso, mais legitimamente, deveria sustar ela,  como um ato da Mesa. Sustar qualquer decisão liminar sobre matéria Legislativa. E, se um deputado recorrer ao plenário, anularia essa decisão, fundamentado no artigo 49, inciso 11, combinado com o artigo 1º e o artigo 2º da Constituição, que trata da soberania do povo”.

O que o deputado Nazareno Fonteles afirmou é o que eu afirmo há anos, muitos anos. O leitor que acompanha minhas colunas sabe o que eu estou a falar. A verdade é que a política brasileira foi judicializada e políticos do campo da esquerda foram criminalizados, tanto no STF, que se tornou um partido conservador quanto na imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?), que dá uma conotação legal à atuação politica do STF e da PGR, no que diz respeito a essas instituições invadirem a competência dos outros poderes, bem como causarem crises para que a normalidade democrática seja abalada, e, consequentemente, aproveitarem para favorecer os políticos e os candidatos do campo da direita, que há quase 11 anos estão fora do poder central.

Quero dizer que com o legado de Lula e de Dilma, conforme relatei neste artigo, não há como os membros da casa grande vencerem as eleições presidenciais de 2014. Por isso, a aliança com o Judiciário, poder ocupado e controlado por funcionários públicos de alto escalão e que defendem os interesses do establishment e da burguesia provinciana, entreguista e golpista deste País. Gilmar, Marco Aurélio e Joaquim podem fazer política e participar de eventos dos tucanos, mas vão ter que dialogar com o Congresso Nacional, poder legítimo, pois legitimado pelo voto, que é a soberania do povo brasileiro. É isso aí.


18 comentários:

Henrique disse...

O gilmar é aquele juiz que chama o serra de "meu presidente"!?

Davis Sena Filho disse...

É isso mesmo, Henrique. Um grande abraço.

Henrique disse...

Valeu Davis, um abração.

Então:
- gilmar mendes chamava serra de “meu presidente”;

- O gurgel e sua esposa, na Operação Vegas – investigação que em 2009 já oferecia provas da ação criminosa de ‘demóstenes’ e da quadrilha de ‘cachoeira’ junto com a mídia corrupta, foi adiado por três anos o indiciamento e a prisão de um grupo político-criminoso implicado nos acontecimentos que deram origem às denúncias do chamado processo do 'mensalão';

- e o falso episódio dos grampos do gilmar?

- e as relações perigosíssimas com o dantas, com o advogado da globo? Bom, pediram até impeachment do gilmar!

- Aahh! Ele foi nomeado pelo traidor da pátria/FHC, daí ele tinha ou ainda tem a foto, do traidor, em sua mesa de trabalho! ENTENDI.

- Aahh! Tem uma avenida em Goiás que leva o nome de glimar mendes. E olha que isto é proibido!

- E o habeas corpus do daniel dantas? Noosssaa! Parece que foi por causa das algemas e constrangeu o corrupto dantas!

- E o golpe do título eleitoral, quando o Sr Enganador/ da Atômica Bolinha de Papel ligou para ele, no 2º turno das eleições?
E a votação sobre o título de eleitor, simplesmente parou!

- etc... o gilmar, protegido pela mídia, nunca foi a favor do crescimento do país.







- Caco Barcelos, no seminário “Poder Judiciário e Imprensa”, promovido pela Escola de Magistratura da Justiça Federal da Terceira Região, em setembro de 2011: em sua aula magna: o mensalão é um exemplo de jornalismo “declaratório” que mais infesta a mídia brasileira.

Humberto Clímaco disse...

Ótima, a frase do leitor.
Minimamente, este congresso tem que dar as caras e responder a quem votou.
O STF, só responde a quem quer, e vem respondendo às vontades da Globo, da Veja, todos eles em sintonia com o imperialismo norte-americano.

celvio disse...

Valeu Davis. Perfeito o texto. Abração do Célvio

M. Exenberger disse...

A Câmara dos Deputados tem 513 deputados eleitos pelo povo e o STF tem dez ministros apadrinhados. Quem mais representa o povo? Lógico que é a Câmara. Mas mesmo assim, o STF quer mandar no País? Por que, porque tem o apoio da elite mais atrasada e dos barões da imprensa. Mandou bem, Davis. A nossa elite pensa que ainda está lidando com a senzala.

Anônimo disse...

Zerou dívida externa? Dê uma olhada no site do banco central e descubra que isso foi uma mentira que o Lula contou.
Folhas de pagamento desoneradas? De que país vc está falando?
Você sabe a quantas anda a Petrobras? Parece que não.
Você esqueceu que a maior parte do STF foi escolhida pelo PT?
Esqueceu que o PT assina a PEC 33?
Tá de brincadeira, amigo.
O PT lavou sua mente como o Malafaia lava as dos seus crentes.
Que pena.

Davis Sena Filho disse...

Anônimo, você é um imbecil, e o que vocâ fala não se escreve. Não me importa. Nem o seu nome não se escreve. Tome vergonha neste tua cara e pare de enviar mensagem anônima.

Henrique disse...

E aí Davis. Um forte abraço

A burrice anônima é estupenda. Vou tentar diminuí-la para que o anônimo não passe mais vergonha:

A revista COITO DE BANDIDOS(“Veja”), a qual os amestrados creem piamente, na edição de sábado 27/04/2013, já foi desmentida:

- O PEC 33/2011, que só visa conter o ímpeto do STF de usurpar o poder de legislar, é de autoria do Deputado Nazareno Fontelles do PT, MAS O RELATOR QUE DEU PARECER PARA A APROVAÇÃO NA CCJ FOI O TUCANO JOÃO CAMPOS/PSDB/GO;

- E tem mais, ESTÚPIDO ANÔNIMO, a PEC reuniu assinatura de 219 deputados, de todos os partidos, E FOI APRESENTADA EM 2011, MUITO ANTES DO JULGAMENTO DO MIDIÁTICO "MENSALÃO".

Henrique disse...

O que o COITO DE BANDIDOS(VEJA) ESCONDE:

ARGUMENTOS DO TUCANO RELATOR, DEP JOÃO CAMPOS, DA PEC 33/2011 - PARA CONTROLAR O APETITE DO STF QUERE LEGISLAR SEM SER PODER LEGISLATIVO:


1 - Com efeito, no que se refere ao art. 1º da proposição em comento, no qual se pretende alterar o quórum para a declaração de inconstitucionalidade pelos tribunais de maioria absoluta para quatro quintos, nada a objetar, porquanto não se verifica na espécie violação ao princípio da separação dos Poderes.

2 - De modo idêntico, com relação ao art. 2º da proposta epigrafada, em que se propõe condicionar o efeito da súmula vinculante à sua aprovação pelo Congresso Nacional, nada a objetar, pois esse instituto não tem natureza jurisdicional, vale dizer, não é ato judicial típico, o que afasta a ofensa ao princípio da separação dos Poderes.

3 - Finalmente, no que tange ao art. 3º da proposição em epígrafe, no qual se pretende submeter ao Congresso Nacional a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a inconstitucionalidade de proposta de emenda à Constituição, há, na espécie, manifesta inovação. Ao valorizar a soberania popular, reforçando o comando constitucional previsto no parágrafo único do art.1º da CF, contribui sobremaneira para o diálogo e a harmonia entre os Poderes Judiciário e Legislativo, bem como preserva a separação dos Poderes. E deixa claro que no caso de conflito entre estes Poderes, a decisão cabe soberanamente ao Povo, através de consulta popular.

4 - No mais, importa salientar que a quadra atual é, sem dúvida, de exacerbado ativismo judicial da Constituição. Nesse contexto, a autocontenção pelos tribunais (“judicial self-restraint”) não tem sido capaz de deter o protagonismo do Poder Judiciário. Essa circunstância apenas reforça a necessidade de alterações constitucionais, com vistas a valorizar o papel do Poder Legislativo de titular soberano da função de legislar.
Acresce que não pode o Congresso Nacional abdicar do zelo de preservar sua competência legislativa em face da atribuição normativa de outros Poderes, consoante o que dispõe o art. 49, XI, da Constituição da República.
..........

SE O ANÔNIMO CONTINUAR A LER O COITO DE BANDIDOS - A LAVAGEM CEREBRAL MIDIÁTICA É LAMENTÁVEL

ESTA É A VERDADEIRA HISTÓRIA DA PEC33/2011 - QUE A MÍDIA NÃO MOSTRA

Henrique disse...

O QUE O COITO DE BANDIDOS NUNCA MOSTRARÁ:

Na reunião da CCJ o PSDB aprovou a Constitucionalidade da PEC 33/2011, inclusive com esse parecer aí em cima do relator TUCANO DEP/JOÃO CAMPOS.

O que, realmente, aconteceu depois, O IMBECIL ANÔNIMO:

Depois que A IMPRENSA CORRUPTA E GOLPISTA E SEUS AMESTRADOS ANÔNIMOS criticou a PEC/33/2011, aí A PROBA OPOSIÇÃO, O PROBO PSDB entrou com Mandato de Segurança no STF pedindo para impedir sua tramitação.

E AÍ ANÔNIMO IMBECIL. TU NUNCA SABERÁS A REALIDADE DO BRASIL ATRAVÉS DA MÍDIA GOLPISTA E CORRUPTA!

AGORA, "CÁ PRÁ NÓIS": 'Ô OPSIÇÃOZINHA CHINFRIM E RELES DO CHÃO' - IGUALZINHA AO ANÔNIMO!

Henrique disse...

Sou obrigado a acreditar na pesquisa, DEPOIS DA IMBECILIDADE DO ANÔNIMO, que pessoas de esquerda são mais inteligentes que as de direita, aponta um polêmico estudo canadense que inclui dados coletados por mais de 50 anos, diz que as pessoas com opiniões políticas de direita, tendem a ser menos inteligentes do que as de esquerda.

Ao mesmo tempo, adverte que as crianças de menor inteligência tendem a desenvolver pensamentos racistas e homofóbicas
na idade adulta.

Ô 'anônimo' se quiser conferir a entrevista é na revista Psychology Today pode acessar o link (em inglês). Published on March 21, 2010 by Satoshi Kanazawa in The Scientific Fundamentalist

Anônimo disse...

Estes caras do STF querem que continuem apenas com SEIS ministro para discernirem se ha insconstitucion alidade em algum projeto do legislativo.
Estes seis ja foram selecionados e formaram uma quadrilha e precisam ser parados antes que seja tarde demais.
O Joaquim Barbosa e o Roberto Gurgel são pessoas que têm alta periculosidade.
Não deixemos que o Brasil se transforme em uma Honduras.

romildo

Anônimo disse...

Meninos, nada como viver para ver: Serra como representante da "mais cruel direita do mundo"; ações administrativas e de governo, obrigatórias num regime democrático, são instrumentos que exoneram os gestores públicos a responderem civil e criminalmente por seus erros; Professor FHC é um "tucano incompetente" enquanto seu Getúlio é um "modelo de estadista". Resumo da ópera-bufa: faça-me uma garapa.

Rpecego disse...

Não consegui ler o texto completo, porque é muito calcado no combate direita e esquerda e esses rótulos criados por empresários, intelectuais, filósofos e etc, que não conseguem entender que o bom senso é o caminho deforma informações para defender-se da outra polaridade sempre. Os direitistas, dizem quanta coisa boa fizeram, os esquerdistas que fazem coisas boas e ainda incluem a população mais pobre. Sabemos que a realidade é uma: Nenhum dos governos teve interesse real na melhoria da qualidade de vida da população, no bem estar do cidadão. Vide a Copa do Mundo e as barbáries que estão sendo cometidas, vide olímpiadas (todas do governo de esquerda), vide uma linha interessante do texto: "Aumento do consumo". Quando lá isso é bom? Para quem isso é bom? Endividar o povo que nunca teve nada e agora pensa que tem muito é o caminho? Quintuplicar os valores de obras da Copa é o caminho? Infelizmente a direita talvez, se estivesse empossada, faria pior. Falta bom senso e vontade de transformar para classe política, com raras exceções que não tem voz a nível nacional, ou alcance de massa, porque prefere falar dificil para um povo que não sabe interpretar textos. Sem falar que o Prouni é o principal cliente das universidades particulares nas mãos de pessoas como Bill Clinton. Universidades que formam nada, para função nenhuma. Mas o grande trunfo está justamente onde estes acham que está tudo dominado. Desculpe a sinceridade, mas o texto é panfletário, ou muito inoscente, faço votos que seja realmente a segunda opção.

Anônimo disse...

Realmente, o texto é muito INOSCENTE.
E você é bem conservador, apesar de não possuir nome.
Davis Sena Filho

Henrique disse...

Será que é preciso tão pouco para ser um ‘togado’ do STF?

Afinal, qual é o motivo para o STF destruir a credibilidade da “justiça” brasileira?
Será o motivo midiático?

O STF não respeitou nada, principalente, o artigo 55 da Constituição Federal. O togado(?) pode detestar o que está escrito na Constituição mas, PQP, a letra fria e gelada da lei tem e deve ser cumprida!

E quando o STF começou a interpretar do seu ‘jeito’ o que é ou o que seria venda de voto parlamentar.
A violação do STF está estampada no artigo 53 da Constituição Federal o qual, Ipsis litteris, está escrito: “Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”.
Eu posso detestar/odiar um parlamentar mas a Constituição impede explicitamente de criminalizar seu voto.
Então, por que o STF citou que votações no Congresso tinha indícios de venda de votos?
E aí! A Constituição não diz que o voto é inviolável?
Será que o probo STF busca ou buscou provas no “painel de votação”?

Se for isto, é hilário o STF midático!!!!

Rpecego disse...

Então exigir da classe política bom senso, não ficar nessa briga de polaridade (esquerda e direita), achar que tornar as universidades particulares clientes do governo, desejar a real transformação social deste país ( e não apenas dar dinheiro para aumentar o consumo) é ser conservador. Só sei então que nada sei.