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quarta-feira, 22 de março de 2017

Janot: Gilmar não quer delações contra o PSDB e ataca a Lava Jato, que para ele só vale ao PT

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


Gilmar Mendes, o condestável juiz do STF e do PSDB do Mato Grosso está nervoso e irritado, principalmente nesses últimos dias no que diz respeito à crise política, jurídica/judiciária e partidária, que derrota o Brasil, empobrece seu povo, o humilha e o diminui ao tamanho de uma republiqueta cucaracha e das bananas. Certamente diria qualquer pessoa com o mínimo de sensatez, lucidez e perspicácia: "Os ataques e a intempestividade de Gilmar Mendes têm por finalidade a consolidação do golpe de 17 de abril de 2016, além de zelar pela impunidade das lideranças dos tucanos do DEM e, principalmente, as do PSDB, estúpido!"

Gilmar Mendes, na verdade, prepara o terreno para as eleições indiretas em um colégio eleitoral cuja maioria é composta por deputados e senadores golpistas, conservadores e de direita, que participaram da sedição desavergonhada, sórdida e violenta, porque o propósito, além de tomar o poder central de assalto por causa das quatro derrotadas eleitorais consecutivas para o PT, é o de escapar da cadeia, tornarem-se inimputáveis, como o são os políticos do PSDB, bem como impor ao Brasil as políticas públicas sociais e econômicas ao povo brasileiro dignas de um Drácula, que eu volto a afirmar: foram rejeitadas pela maioria dos eleitores em quatro eleições presidenciais. Tomaram o poder de assalto como bandidos também para entregar o patrimônio público brasileiro. Ponto.

Contudo, a questão não acaba apenas no golpe de estado de terceiro mundo e com a cara provinciana e covarde da casa grande deste País socialmente atrasado onde viceja uma burguesia selvagem e colonizada. Não mesmo. A questão de o juiz Gilmar está tão furibundo e descontente é porque ele é o presidente do TSE e sabe que o golpista e usurpador *mi-shell temer poderá ser cassado a pedido do relator do processo contra a chapa Dilma/*temer, o juiz Herman Benjamin, que aparenta não "fechar" com Gilmar Mendes sobre o conteúdo do processo.

Processo, diga-se de passagem, que põe o presidente golpista no olho do furacão, pois foi o *temer, pessoalmente, que recebeu, em 2014, R$ 10 milhões no Palácio do Jaburu, conforme as delações de executivos da Odebrecht, enquanto Dilma Rousseff, a presidente deposta por um vice traidor, não é acusada de movimentar R$ 1,00 que seja, só para início de conversa, até porque o que vale são os autos e não as manchetes distorcidas e manipuladas dos magnatas bilionários da imprensa de negócios privados e diretamente envolvida com o golpe terceiro-mundista. Somente coxinhas para acreditar piamente em notícias repercutidas, por exemplo, pela Globo, Folha ou a revista Veja, que elaboram o verdadeiro, o genuíno e o autêntico jornalismo de esgoto. Sem mais comentários.

Enquanto isso na republiqueta bananeira e "viciada" em crimes de golpes de estado como comprova a sua própria história de essência bárbara, o juiz Gilmar Mendes se encontra acometido por xiliques, ao mostrar, sem dúvidas, para o que veio e qual é o seu papel como guardião dos interesses dos políticos que estão à frente do golpe e que tomaram o poder de assalto, pois desprovidos da legitimidade e da autoridade das urnas, que foram vilipendiadas e afrontadas pelo Congresso mais conservador e corrupto da história republicana deste País fadado ao fracasso e ao subdesenvolvimento.

Lamentável sina e vocação do Brasil por vicejar em suas terras as piores, as mais egoístas e as mais perversas oligarquias e classes médias do mundo ocidental. Trata-se de grupos sociais hegemônicos e que controlam o status quo. Classes que escravizaram oficialmente seres humanos por 388 anos. Um recorde mundial. E é essa gente barra pesada que as forças democráticas enfrentam, o que, definitivamente, não é fácil.

A verdade é que a imprensa de mercado esconde, cinicamente e hipocritamente, que a destruição da economia brasileira começou, de fato, em 2013 com as primeiras manifestações de carácteres golpistas, sendo que o recrudescimento da queda nos números e índices sociais e econômicos se deu, com mais ênfase e força, a partir de 2015, quando realmente a direita brasileira resolveu embarcar em mais uma aventura irresponsável e apostou todas suas fichas na deposição de Dilma Rousseff, a presidente legítima, constitucional e reeleita pela força das urnas com 54,5 milhões de votos.

Dilma foi criminosamente derrubada do poder sem cometer um único crime de lesa-pátria ou de responsabilidade. Quem comete e cometeu crimes são os golpistas que estão aboletados no poder, como se estivessem em um covil de lobos à espera de desenlaces que os beneficiem no que tange aos seus processos no TSE, no STF, na PGR e na Vara do Moro. É exatamente nisto que os golpistas apostam: im-pu-ni-da-de! E é por esta impunidade que luta o juiz Gilmar Mendes, a herança maldita de FHC — o Neoliberal Golpista I, o presidente tucano que quebrou o Brasil três vezes, porque foi ao FMI três vezes, além de vender o País a transformá-lo em um feirão de descontos, a liquidação que liquida com a independência e o desenvolvimento do Brasil, como o faz agora o incompetente, o irresponsável e o mão de tesoura Pedro Parente, que por sinal foi ministro do terrível e sombrio governo de FHC.

Parente, na verdade, deveria ser sumariamente preso por no mínimo uns 50 anos. No futuro, sua atuação draconiana à frente da Petrobras será investigada e denunciada, porque esse péssimo executivo para o Brasil e ótimo para as petroleiras transnacionais e países estrangeiros tem de ser um dia severamente punido, bem como sua "obra" dantesca e entreguista terá de restituir o Erário, além de que essas vendas criminosas têm de ser revertidas pelo próximo governo popular e nacionalista, doa a quem doer, ou seja, a quem comprou malandramente o patrimônio público brasileiro a preço de banana.

Não somente o Parente tem de ser duramente punido, mas todos os que o acompanharam nesses crimes cometidos contra a soberania nacional, a exemplo do senador golpista e tucano José Serra, que vem a ser, comprovadamente, o pior e o mais incompetente diplomata da história do Brasil, têm de ser presos e, consequentemente, responder por seus crimes de lesa-pátria, porque pelos crimes eleitorais e de caixa dois esses políticos golpistas do PSDB, do DEM, do PPS e do PMDB não respondem nunca.

*mi-shell temer et caterva no poder com tantas acusações imputadas a eles se transformam em verdadeiros escárnios. Trata-se do teatro de absurdos. Só em um País selvagem, civilizadamente atrasado, de ideário escravocrata e autoritário poderia acontecer esta realidade. Cadê os coxinhas paneleiros, vestidos com camisetas amarelas da Seleção e amantes do pato corrupto e amarelo da Fiesp? "Escafederam-se..." — respondeu certo dia o porteiro do meu prédio à minha simples, mas curiosa indagação. É um amarelão só!

Afinal, venhamos e convenhamos, os golpistas do PMDB e do PSDB que assumiram o poder central por meio de um golpe criminoso são blindados pela imprensa de mercado mais corrupta do planeta, bem como pelo próprio STF, que criminalizou a política, juntamente com a PF e a PGR, e permitiu que um deletério como o ex-deputado Eduardo Cunha, que está preso, pois se achava muito esperto, mas que agora percebeu que não passa de bucha de canhão para seus cúmplices de crimes que estão no Palácio do Planalto, desse início ao processo de golpe parlamentar contra Dilma Rousseff.

A presidente trabalhista deposta e injustiçada que não roubou, assim como não cometeu quaisquer crimes de responsabilidade. Este é o Judiciário deste País. Por isto que temos juízes como o Gilmar Mendes e o Sérgio Moro, este de primeira instância e que está com sérios problemas para prender o ex-presidente Lula, porque o político petista e de esquerda incrivelmente perseguido, a exemplo de Dilma, também não roubou. Por causa disto que temos golpes de estado no decorrer da história desse azarado País, que é pleno de riquezas, mas que é ocupado por uma casa grande dona do establishment, que se recusa a pensar o País e não vale o que come...

Golpistas e usurpadores que combatem, com a cooperação e a cumplicidade do poderoso juiz Gilmar Mendes, do PSDB do MT (*MT significa Mato Grosso e *mi-shell temer), a Lava Jato e as eleições diretas neste ano ou em 2018, conforme reza o calendário eleitoral. Contudo, o caos institucional causado pelo golpe e pela divisão da sociedade brasileira remonta toda a história de qualquer país cujo poder ficou acéfalo. Ninguém se entende e o entendimento e a pacificação da Nação só acontecerá por intermédio de eleições diretas, só que esse processo eleitoral é tudo o que a direita golpista não deseja, não quer de maneira alguma, pois se desespera somente em pensar que poderá perder outra eleição para o PT de Lula e Dilma, que certamente seria a chefe da Casa Civil em um hipotético Governo Lula.   

Entretanto, Gilmar terá de remover muitas pedras do caminho para pavimentar a impunidade de seus aliados do PSDB e consolidar o golpe. Acontece que uma das muitas pedras é o PGR Rodrigo Janot, que está a discordar frontalmente de um juiz do Supremo e presidente do TSE que é useiro e vezeiro em se encontrar com os investigados do PSDB e do PMDB, inclusive em momentos de delações graves, a partir das acusações dos executivos e do herdeiro da Odebrecht. Encontros fotografados e filmados, além de serem repercutidos pelas mídias dos barões da imprensa de mercado. Fato!

Gilmar, que não dá ponto sem nó, acusou Janot de vazar documentos da Lava Jato. Usou dessa estratégia à moda "João sem braço" para ver se ela "cola". Porém, as pessoas só são idiotas se deixarem fazê-las de idiotas, o que não é o caso de milhares de brasileiros, inclusive do procurador-geral. Rodrigo Janot: Gilmar não quer delações contra o PSDB e por isto ataca a Lava Jato, que para o magistrado só vale para o PT.
  
Evidentemente que a acusação de "vazamentos" por parte de Gilmar Mendes tem o propósito real que é o de pedir ou tentar anular as delações da Odebrecht contra seus aliados e parceiros políticos, no caso os tucanos Aécio Neves — o Megadelatado I e o responsável nº 1 pelo golpe —, José Serra e Geraldo Alckmin, dentre outros, a exemplo de Aloysio Nunes Ferreira, além de, obviamente, *mi-shell temer, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Romero Jucá, José Sarney, Roseana Sarney, Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Rodrigo Maia, José Agripino Maia e muitos outros do PSDB, PPS, DEM e PMSB, os partidos que conquistaram o poder central de forma ilegal, ilegítima e criminosa.  

Rodrigo Janot não gostou da interferência do "rei" do STF e controlador do TSE. Respondeu-lhe: "Gilmar sofre de disenteria verbal e decrepitude mental" — enfatizou pra logo complementar:  [Gilmar está a} "fazer política em banquetes palacianos. Só posso atribuir tal ideia a mentes ociosas e dadas a devaneios" — concluiu Janot.  

O chefe dos procuradores, na verdade, estava a fazer referências aos encontros de Gilmar Mendes com *mi-shell temer, que é acusado e denunciado em inúmeros escândalos, não somente o da Odebrecht. O juiz e político de direita do STF também se encontrou diversas vezes, em momentos de crise, com Fernando Henrique, José Serra, Aécio Neves e quase toda a cúpula do PMDB, tanto com os que caíram do poder, a exemplo de Geddel Vieira Lima e Romero Jucá, quanto os que ainda se mantém a fórceps no poder, como os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco.

A verdade é que nove ministros do governo golpista e entreguista estão a ser investigados e denunciados. Ponto. Trata-se de uma governo que está a cair de podre, a bastar-lhe o tempo de duração da queda. Janot sabe disso, apesar de ter cooperado e muito para este estado de coisas que infernizam e entristecem o Brasil, atualmente um País sem paz e indubitavelmente dividido.

Como o juiz Gilmar Mendes chega a este ponto? Como tem a desfaçatez de pedir a anulação das delações da Odebrecht? Que País é este? Que Supremo é este? Perdeu-se completamente a vergonha na cara? Surreal! Por que o condestável juiz, inimigo ferrenho da esquerda e do PT não pediu a anulação das delações contra o PT e suas lideranças, a exemplo de José Dirceu, que foi condenado à prisão perpétua, sendo que crime algum foi, de fato, comprovado contra ele, a não ser pela "teoria do domínio do fato". Então é assim, não é juiz Gilmar: aos amigos todos os benefícios, proteções e blindagens. Aos inimigos, a lei e tudo o que lhes puder prejudicá-los e puni-los, mesmo se for necessário derrotá-los pelos descaminhos da injustiça.

Outro que ainda provará o amargo das contestações e do duro enfrentamento político nos âmbitos partidários e jurídicos será o juiz Sérgio Moro, porque o que tal magistrado tem feito por meio de casuísmos e perseguições é algo a ser ainda estudado e, com efeito, combatido no futuro, a partir de uma releitura da Constituição e de mecanismos que não permitam mais que servidores públicos em geral e especificamente do Judiciário e do MPF cometam abusos de poder, como ocorre hoje e agora.


O próximo governo popular e eleito pelo povo brasileiro tem de apresentar ao Congresso Nacional projeto que coíba e considere crime o abuso de poder e de autoridade, porque, do contrário, o Brasil nunca se livrará de golpes de estado terceiro-mundistas e de seus autores, os golpistas geralmente ligados à casa grande brasileira e à plutocracia mundial. Gilmar Mendes perdeu o fio da meada, se algum dia ele respeitou os limites da razão e do bom senso. Gilmar é, como membro importante da Justiça, o principal sustentáculo do golpe. A Justiça é de todos os brasileiros, e, consequentemente, precisa se dar o respeito para ser respeitada. É isso aí.

segunda-feira, 20 de março de 2017

*temer é o fracasso, seu alter ego é *mefistófeles e sua voz é a do mercado selvagem de capitais

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre

*MI-SHELL TEMER É MEFISTÓFELES E *MEFISTÓFELES É MI-SHELL TEMER. ALTER EGO! 

Quando o golpista e usurpador *mi-shell temer apareceu como um fantasma de casarão "mal assombrado" no eixo leste da transposição do Rio São Francisco para tirar fotos; quando o usurpador e golpista *mi-shell temer apareceu para comer churrasco com embaixadores estrangeiros em uma churrascaria de carnes importadas, observe-se, "importadas", percebe-se nitidamente que este homem é a maior desgraça que aconteceu na história do Brasil, porque, além de ser o chefe golpista de um governo extremamente corrupto, é desprovido completamente de sensatez, bem como de uma ignorância atroz no que concerne a conhecer as realidades brasileiras, além de se mostrar um irremediável neófito considerado pária pelos principais líderes estrangeiros.

Poder-se-ia dizer que *mi-shell temer é lamentavelmente patético, como demonstram as fotos e as imagens de suas últimas aparições sem a presença de público, evidentemente, e com a presença de embaixadores que foram servidos com carnes importadas(!), quando o golpista, como estivesse em um mundo paralelo e idiotizado, deveria ter oferecido a carne brasileira, já que a irresponsável Polícia Federal mais uma vez não resistiu aos aplausos fáceis e iluminados pelas luzes de ribalta da imprensa de negócios privados, assim como jogou por terra 20 anos de duro esforço para que a carne brasileira e toda a cadeia industrial que lhe dá dinâmica tenham se transformado nas melhores e competitivas do mundo.

Ao invés de a PF investigar e reprimir os que cometem crimes e o MPF zelar pelo discrição para evitar que todo  trabalho de décadas dos pecuaristas, da indústria e de órgãos de ponta como a Embrapa fossem jogados em um precipício de autodestruição e suicídio coletivo como ocorre no Brasil propositalmente para que ocorresse o golpe terceiro-mundista, resolve-se agora destruir uma indústria poderosa que emprega milhares de trabalhadores em todo o Brasil.

Assim os irresponsáveis do Judiciário procedem, como já fizeram com a formidável Petrobras, com o Pré-Sal e com toda a cadeia industrial de óleo e gás, a, inclusive, esquartejar a poderosa petroleira, a vender suas subsidiárias e seus ativos petrolíferos, com direito a destruir a formidável indústria naval que até há pouco tempo funcionava de vento em popa, a empregar muita gente e a construir navios e plataformas, que agora são construídos no exterior, o que ocasiona desemprego ao trabalhador brasileiro e emprego aos estrangeiros, que passam a vender os produtos que eram fabricados e construídos no Brasil. Não é formidável o governo do *mesfistófeles lesa-pátria? Os fundamentalistas e fanáticos do neoliberalismo não são geniais?

A toda essa mixórdia, junta-se a imprensa comercial, propriedade e arma de guerra da casa grande, a ser uma das mais corruptas do planeta, além de odiar o Brasil, o seu povo e demonstrar, no decorrer de quase 150 anos, que sempre lutará contra seus interesses, assim como deseja que o País seja eternamente uma colônia subalterna e apenas exportadora de commodities, porque assim será mais fácil se locupletar e enriquecer a burguesia, um pequeno extrato beneficiado e privilegiado da população brasileira.

*mi-shell temer é de uma mediocridade latente e capaz de ações e atos deploráveis. Sua aparição fantasmagórica no Rio São Francisco, como se fosse um turista sem noção da grandiosidade da obra de transposição de Lula e Dilma é algo que somente pode ser lamentado, não por causa do *mefistófeles ou Amigo da Onça, mas porque esse sujeito politicamente minúsculo e moralmente menor significa a representação da derrota e da humilhação do Brasil, que nunca foi tão infeliz e indignado. Nem nos tempos da ditadura militar, pois naqueles tempos bárbaros o desconhecimento por parte da população sobre o que ocorria era muito grande. 

*temer posou como se ele fosse o responsável pelo esforço de construção e entrega da fantástica obra de transposição e pensada estrategicamente há cerca de 150 anos pelo imperador Pedro II. O *mefistófeles e traidor se apodera ou se apossa do que não é de seu direito e muito menos de sua parca e totalmente questionável autoridade. Se apossa e faz publicidade do trabalho alheio, pois acostumado a dar golpes, como o de ser presidente da República sem ter sido eleito e sem apresentar qualquer proposta social e econômica ao povo brasileiro, a não ser prejudicá-lo sem seus direitos previdenciários e trabalhistas, a dar-lhe ainda o presente de grego retratado em 15 milhões de desempregados.

Apresenta-se como autor da magnífica obra de engenharia, a ter a ajudá-lo na mentira e na desfaçatez o golpista Moreira Angorá Franco, outro que consta em inúmeras listas de propinas, inclusive a da Odebrecht, de acordo com a PF e o MPF. *temer cometeu uma mentira grosseira, pois os responsáveis pelo sonho realizado e entregue a 12 milhões de nordestinos foram a presidente deposta, Dilma Rousseff, e o presidente Lula, que no momento enfrenta a perseguição mais covarde e cruel que já se viu contra um político nacionalista e de esquerda por parte da imprensa apátrida e de mercado, bem como por setores do Judiciário, que estão envolvidos com o golpe bananeiro e cucaracha, mas violento e que aconteceu no Brasil no fatídico dia de 17 abril do ano de 2016.

A figura de *mi-shell temer na transposição do Velho Chico e na churrascaria com os embaixadores estrangeiros parece com os gibis ou filmes de um mundo fantástico, surreal, no qual você parece que não consegue acordar e sair incólume do pesadelo. Trata-se de uma figura completamente alheia à realidade dos fatos e do que ele fez, do que praticou, que é a mórbida e covarde traição que *mesfistófeles cometeu com a presidente legítima e constitucional Dilma Rousseff, com o Brasil, com seu povo, com a Constituição e o Estado de Direito.

*temer e seus asseclas e cúmplices do crime de golpe de estado destruíram o Brasil, humilharam a Nação, a dividiram para servir a interesses estrangeiros e da burguesia subalterna deste País atrasado e provinciano. Hoje, o presidente golpista de atitudes e atividades atrozes paga o preço altíssimo da imensa impopularidade, cujo desfecho é o desprezo e a ira de milhões de brasileiros. *mi-shell temer garantiu, com "esmero", seu lugar na lixeira da história como um dos maiores traidores e sabotadores do Brasil de todos os tempos. *mi-shell temer é o fracasso, seu alter ego é *mefistófeles e sua voz é a do mercado selvagem de capitais. Ele é contra o Brasil. É isso aí.

*mi-shell temer - o nome de tal peçonha é sempre escrito em minúsculo, por se tratar de um pigmeu moral, político, citadino e golpista.

*mi-shell temer, além de ter seu nome sempre escrito em minúsculo, sempre terá seu primeiro nome escrito com as letras m-i-s-h-e-l-l. Portanto, o nome de tal desditosa peçonha passa a ser escrito no Palavra Livre como *mi-shell temer. PS: sempre em minúsculo.

*mi-shell é também conhecido pelo vulgo Amigo da Onça — o Usurpador Traidor.

*Golpista é palavra sinônima de *mi-shell temer.

*mefistófeles é *mi-shell temer.

*mi-shell temer é *mefistófeles.

*mefistófeles é sempre escrito em minúsculo.




*MI-SHELL, ENFIM, MOSTRA A FACE DE *MESFISTÓFELES DO GOLPE

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre

E OS CRETINOS E PATIFES DIZIAM QUE A FRIBOI ERA DO LULINHA — O FILHO DO LULA.

1) *MI-SHEL TEMER VAI A UMA CHURRASCARIA COM A GRINGADA PARA MOSTRAR AO PLANETA QUE O TRATA COMO GOLPISTA, CORRUPTO E PÁRIA QUE A CARNE DA INDÚSTRIA GOLPISTA DA CARNE E QUE DEU TIROS NOS PRÓPRIOS PÉS É DE QUALIDADE "EXCELENTE". OBSERVE, O GOLPISTA SEM NOÇÃO NÃO RESISTE AO CHEIRO DE CARNE ESTRANGEIRA, POSTURA QUE É MUITO NATURAL A UM ENTREGUISTA...



2)...*TEMER SENTA À MESA DE BELZEBU E EXPERIMENTA A CARNE IMPORTADA AO INVÉS DA BRASILEIRA PARA MOSTRAR AOS ESTRANGEIROS QUE ELE MESMO SE ALIMENTA DE CARNE NATIVA AO TEMPO QUE ANIQUILA E DESTROI A ECONOMIA EM TODOS SEUS SETORES E SEGMENTOS, DESCONSTROI O SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL ALICERÇADO NOS PROGRAMAS DE INCLUSÃO, DESMONTA  O ESTADO NACIONAL E ENTREGA O PAÍS À GRINGADA MALANDRA E ESPERTA DE FORMA UNILATERAL E SEM EXIGIR NADA, NEM CONTEÚDO E NEM TROCA DE CONHECIMENTO. O BRASIL COLONIZADO É O QUE IMPORTA...



3)...*MI-SHELL, ENFIM, MOSTRA SUA VERDADEIRA FACE. ELE É *MEFISTÓFELES OU O AMIGO DA ONÇA GOLPISTA E USURPADOR, QUE SUGA O SANGUE E DEVORA A CARNE DO BRASIL E DOS BRASILEIROS. SEM SE PREOCUPAR COM NADA, PORQUE NÃO REPRESENTA O POVO E NÃO DEFENDE E ZELA PELOS INTERESSES ESTRATÉGICOS DO BRASIL. *MSHELL TEMER É GOVERNANTE PÁRIA, FANTOCHE DA PLUTOCRACIA INTERNACIONAL E GERENTE DO MERCADO DE CAPITAIS, QUE TOMOU O PODER CENTRAL DE ASSALTO. *MEFISTÓFELES NÃO É SANGUE BOM. HAJA CARNE E CHURRASCO!


*mi-shell temer - o nome de tal peçonha é sempre escrito em minúsculo, por se tratar de um pigmeu moral, político, citadino e golpista.

*mi-shell temer, além de ter seu nome sempre escrito em minúsculo, sempre terá seu primeiro nome escrito com as letras m-i-s-h-e-l-l. Portanto, o nome de tal desditosa peçonha passa a ser escrito no Palavra Livre como *mi-shell temer. PS: sempre em minúsculo.

*mi-shell é também conhecido pelo vulgo Amigo da Onça — o Usurpador Traidor.

*Golpista é palavra sinônima de *mi-shell temer.

*mefistófeles é *mi-shell temer.

*mi-shell temer é *mefistófeles.

*mefistófeles é sempre escrito em minúsculo.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Dallagnol perdeu a razão, a educação e o discernimento do que é civilizado e bárbaro — Lula vem aí

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre

SUGESTÃO DE POWERPOINT PARA O PROCURADOR DELTAN DALLAGNOL
Só em um País bárbaro e selvagem como o Brasil que um procurador da República, ou seja, um servidor público concursado e de classe média de ideologia conservadora e partidária acusa com imensa falta de respeito e brutalidade um ex-presidente da República, que este promotorzinho de província investiga há três anos e não encontra nada vezes nada no que diz respeito ao Lula ter roubado dinheiro público ou ter se aproveitado de seu cargo para receber benefícios e privilégios para viver bem, como se o Lula fosse trocar seu enorme legado político e sua longa história de lutas em prol do povo brasileiro para ter bens materiais, como se fosse um político menor e descomprometido com a causa pública e sua própria biografia.

Aonde esse sujeito dantesco e que se comporta como um cruzado da idade média deixou a sua cabeça, se algum dia a teve, de forma que raciocinasse com diligência, sabedoria, ponderação e uma forte compreensão do que é justo e injusto. Mas, não. Dallagnol abre sua boca e diz o que quer e o que lhe aprouver, a ser resguardado, até o momento, pela força de seu cargo público de salários estratosféricos e que não comporta no que é comparável ao que a imensa maioria do povo brasileiro recebe. Um salário, que, diga-se de passagem, chega a ser pornográfico pelo seu alto valor, acima do que é estabelecido pela Constituição.

Todavia, ao que parece para ele esta questão não tem nada a ver com ética e honestidade. Não só para ele, como para a grande maioria dos juízes, procuradores e delegados da PF. É como se dissesse: para os do clube fechado tudo. Para os outros servidores do serviço público, salários de fome. É por aí, a moral e a ética dos que se consideram os varões de Plutarco, os castos da moral e dos bons costumes coxinhas.

Entretanto, o assunto é o Lula. O maior e o melhor presidente da República desde os tempos de Getúlio Vargas, admirado dentro do Brasil, mais do que pensa o procurador arrogante e prepotente, bem como fora do Brasil, a ser, disparado, o mandatário brasileiro mais reconhecido em âmbito mundial em todos os tempos, porque por duas vezes governou o País e o colocou entre as seis nações mais poderosas do mundo, a realizar uma revolução silenciosa e não violenta, de forma a inserir no contexto social e econômico mais de 80 milhões de brasileiros, sendo que também beneficiou fortemente a classe média, a mesma que foi às ruas apoiar golpe de estado, como fizeram seus antepassados nos idos de 1964.

Dallagnol é um brutamonte de ações covardes e persecutórias, com leve verniz de civilizado a cobrir falsamente sua pele de ovelha, com sua cara "angelical" e alma de lobo, que se esconde em seu falar manso de conotação política, partidária e, pasmem, religiosa. Trata-se de um quadro político e ideológico que, a partir de seu cargo e função dentro do MPF, efetiva, sempre quando é necessário, a prática do lawfare, muito comum aos membros da Lava Jato, que se tornou de forma surreal um partido político de direita e que jamais, no decorrer de sua existência, prendeu um único político do PSDB, apesar de os tucanos serem megadelatados em inúmeros escândalos.

Lawfare, para quem não sabe, é uma guerra política, no caso dos membros da Lava Jato, travada por meio da manipulação das leis para atingir alguém que foi eleito como inimigo político. É o uso intermitente e abusivo das leis como uma arma de guerra, a ter o Direito usado como estratégia para destruir o inimigo, a substituir a luta política no campo da democracia, a exemplo das eleições e dos embates nos legislativos, por exemplo, pois o interesse é obter sucesso ao vencer os conflitos políticos, partidários e ideológicos.

E qual é a intenção desse procurador bem menor politicamente e moralmente do que o Lula? Fazer a parte no que concerne ao combate político no lugar dos partidos de direita derrotados consecutivamente em quatro eleições presidenciais pelo PT de Lula e Dilma. A intenção  ou a estratégia dos togados envolvidos indevidamente com a política é impedir que o Lula não vença a quinta eleição em 2018.

O líder trabalhista e imensamente popular lidera todas as pesquisas e, consequentemente, mantê-lo nas manchetes das mídias golpistas de maneira negativa é uma das formas de lawfare, porque o propósito é destruí-lo moralmente, desconstruí-lo politicamente e inviabilizá-lo eleitoralmente. Este é o processo perverso e canalha do qual Lula está a ser vítima, bem como o ex-presidente o está a denunciá-lo na ONU, na OEA e nos principais fóruns do mundo.

No Brasil, a direita dona da casa grande tomou de assalto o poder central e seus capitães do mato, a exemplo de certos togados, estão à frente desse processo político vampiresco, o que inviabiliza a defesa daqueles que estão a ser perseguidos, o que é o caso de Lula, sem sombra de dúvida. Só não vê quem não quer por alienação, burrice ou má-fé.

Dito isto, vamos à questão primordial. Como pode um sujeito que demonstrou toda sua leviandade no desditoso dia em que ele apresentou a farsa do PowerPoint, quando terminou sua pantomima à luz da ribalta da imprensa corrupta e golpista ao afirmar que "não tinha provas, mas convicções". Assim não dá. É um deboche em forma de covardia. Inaceitável. Chamou em público o Lula de chefe da organização criminosa, como se o líder político de esquerda fosse um chefe de quadrilha. E ficou tudo por isso mesmo. Em País atrasado de terceiro-mundo onde a direita dá golpe de estado em pleno século XXI, evidentemente que se abre espaço para casuísmos e arbitrariedades, pois a bagunça é geral e gente como o Deltan Dallagnol faz o que quer, sem ser incomodado e muito menos punido, o que seria o caso.

Mesmo sem provas e por convicções cretinas, Dallagnol considera o Lula um quadrilheiro muito burro ou ingênuo por sinal, porque todos os envolvidos ou acusados de se beneficiarem com o dinheiro roubado da Petrobras ou de outras fontes como a Lista de Furnas, o Banestado, o Mensalão do PSDB, o Metrozão, o Trenzão, dentre outros escândalos, receberam muito mais dinheiro do que o Lula, que ficou com o sítio e o triplex, que nunca pertenceram a ele, conforme já está comprovado e o senhor juiz de primeira instância, Sérgio Moro, do PSDB do Paraná, sabe disso tanto quanto sabe a data de seu aniversário, mas tudo isso "não vem ao caso", quando se trata das acusações imputadas aos "santos" e "beatificados" do PSDB.

Depois de chamar o Lula de ladrão em seu powerpoint ridículo, leviano e mentiroso, Deltan Dallagnol, ao perceber que o bicho vai pegar para os tucanos e seus cúmplices e parceiros de crimes do DEM, do PMDB e  do PPS, que tomaram o poder de assalto como fazem os bandidos nas ruas, nas casas, nas lojas e nos bancos, o cruzado Dallagnol resolveu novamente abrir sua boca e preencher o ar e o ambiente com sua já conhecida estupidez.

O pequeno batman disse, na maior desfaçatez e sem ter nenhuma prova, mesmo depois de 68 pessoas afirmarem ao juiz Sérgio Moro, no âmbito da Lava Jato, que nunca viram ou souberam que Lula participou de safadezas mil, como propagam diuturnamente a imprensa corrupta e de mercado, além dos procuradores, juízes e delegados, que, em dificuldades para destruir a vida política e a cidadania de Lula, aplicam os métodos mais infames e sórdidos possíveis para que o presidente trabalhista morra de desgosto, como aconteceu com a dona Marisa Letícia ou seja queimado vivo em praça pública, de forma que não sobre nada para que o político petista possa se candidatar e vencer as eleições de 2018. Essa é a intenção desses prepostos das oligarquias brasileiras. Ponto.   

Enquanto o governo do golpista e usurpador *mi-shell temer destrói propositalmente a economia do Brasil, vende como se fosse um feirão a Petrobras, extingue ou enfraquece as políticas públicas de inclusão social e faz todo tipo de safadeza para acobertar seus crimes, o MPF, a PF e o STF continuam em sua cruzada anti-Lula e anti-PT.

Aqui neste pardieiro que se tornou o País se pode fazer tudo ou qualquer coisa, porque se pratica a lei do mais forte, a lei da selva e a meritocracia sem mérito. Pode-se tudo, contanto que você não seja de esquerda ou apoie movimentos sociais e a luta pela soberania do Brasil. Aqui, quando um simples procurador, ou seja, um servidor público passa a integrar um consórcio de direita que cometeu grave crime de lesa-pátria ao apoiar um golpe de estado, realmente viver no Brasil em estado de exceção se torna um problema muito sério e que faz com que as pessoas realmente democráticas percam as ilusões quanto ao futuro desta Nação desimportante para a casa grande, que dela só se aproveita para enriquecer.

A cumplicidade e o protagonismo dos operadores do Direito com o golpe terceiro-mundista e cucaracha é uma realidade deplorável, fato este realmente surreal e vergonhoso, ao ponto de a comunidade internacional perceber com convicção que o Brasil voltou a ser um País pequeno e medíocre, a refletir a pequenez de propósitos da burguesia brasileira, além de fazer questão de ser um satélite dos Estados Unidos. Lula é acusado do que não fez, enquanto jorrou dinheiro nas contas de políticos do PSDB, do PMDB, do PP, do DEM et caterva em grande quantidade, conforme a lista do Rodrigo Janot, no caso específico da Odebrecht.

Entretanto, e apesar da roubalheira documentada e do conhecimento de contas correntes não declaradas no Brasil e principalmente no exterior, dos sigilos telefônicos e de redes sociais e e-mails quebrados, das delações premiadas, das explicações sobre os métodos de corrupção por parte de agentes que mexiam com altas somas de dinheiro, Dallagnol, insensato e indiferente às realidades dos fatos, o que é um absurdo, chama Lula de "general em crime de guerra".

Como o Lula não é ladrão e não tem medo de procurador, juiz e delegado, Dallagnol optou, por não ter provas, atacá-lo mais uma vez violentamente, como se fosse de seu direito cometer covardias e infâmias de tamanha monta. Ele tem uma carteira de procurador e acha que está próximo de ser divino, quiçá na antessala do céu onde se encontra Deus. Só em um País bananeiro como este um procurador se daria o direito de cometer leviandades e insultos a uma pessoa pública, que ele jamais encontrou qualquer prova de ter cometido os crimes imputados pelos justiceiros da província de Curitiba.

De forma desrespeitosa, desairosa, covarde e leviana, Deltan Dallagnol cometeu ataques contra a reputação e a honra de Lula. Percebe-se desespero, mas, principalmente, ódio, mas muito ódio, cuja origem é também o ódio de classe dos coxinhas brancos e perversos, que saíram dos armários para demonstrar nas ruas, nos trabalhos, nos seus lares e na internet todo tipo de preconceito, intolerância e violência.

Não é à toa que esta turba, que saía às ruas vestida com as camisas amarelas da corrupta CBF e tirava fotos ao lado do pato amarelo e corrupto da Fiesp e batia em panelas com suas barrigas cheias de comida, admira tanto esses caras da Lava Jato, que estão a fazer a política mais baixa possível. São os moralistas sem moral e conhecimento de história do Brasil e das correntes políticas e partidárias. Ignorantes por fé e mesquinhos por vocação e ideologia.

Não sei se o procurador Deltan Dallagnol age com ignorância sobre o processo político ou por má-fé. É estranho, porque há três anos esse sujeito integra a Lava Jato. Se perguntar a ele o que é um governo de coalizão, talvez ainda não saiba responder. Agora ele acusa Lula de comandar ações criminosas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que já disse inúmeras vezes que nem conhece o Lula e nunca recebeu ordens dele, além de nunca ter tido a oportunidade de estar sozinho com o ex-presidente, a não ser em grupo para tratar de questões elementares sobre a administração de Petrobras.

Porém, Dallagnol persiste em sua obsessão digna de um tratamento psiquiátrico, pois acusa Lula mais uma vez e desprovido de quaisquer provas, a não ser demonstrar que a questão passou a ser pessoal, intransferível e repleta de insensatez e inconsequência. A acusação, acredite, deve-se à desconfiança do despótico procurador por ter havido trocas de ministros na Casa Civil da Presidência da República. Isto mesmo. Parece piada, mas não é. Enquanto isso, os ministros de *mi-shell temer caem de podre e o Dallagnol não desconfia de nada, nem que o *temer pediu R$ 10 milhões no Palácio do Jaburu. Não é um gênio o Dallagnol? Com a resposta o seu chefe, o procurador-geral Rodrigo Janot.   

A verdade é que o procurador de Curitiba deixou há muito tempo de zelar pela defesa da ordem jurídica e passou, sistematicamente, a afrontá-la por motivos convenientemente políticos. Simples assim.  Após 24 audiências relativas à ação penal que redundou no PowerPoint, nas quais foram ouvidas 73 testemunhas, segundo o a advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, nada contra o Lula no que diz respeito à corrupção foi encontrado. Ponto.

Então por que diabos esse procurador e outros de sua espécie continuam a franquear os caminhos para a covardia e a perseguição? Essa gente teve a oportunidade de ouvir, além dos presos e delatores, os chefes que comandaram o Ministério Público, a Polícia Federal, a CGU, a ABIN, no decorrer dos dois governos presididos por Lula. Todos asseveraram que tiveram liberdade e autonomia para trabalhar, além de seus órgãos receberem condições logísticas e orçamentárias para poderem atuar sem terem de enfrentar problemas quanto às suas mobilidades, investigações, fiscalizações e inteligências.

Disseram ainda que nunca tiveram conhecimento sobre a corrupção e esquemas na Petrobras no que é relativo ao presidente Lula. Aliás, a PF, o MPF e os juízes, como o Sérgio Moro, também nunca souberam desses esquemas que aconteceram nos governos Sarney, Collor, Itamar e FHC. E por que os batmans ou os intocáveis nunca souberam das roubalheiras? Porque não sabiam e se sabiam não tinham poder e autonomia para investigar e prender corruptos e corruptores. Lembre-se: o procurador-geral do Fernando Henrique, o Geraldo Brindeiro, era chamado de engavetador-geral, coisa que nunca aconteceu com o Lula e a Dilma por serem republicanos até demais.

Então por que diabos somente o Lula e a Dilma têm de saber de corrupção, se existe polícia, inteligência, ministério público e juízes? Por que somente os dois presidentes trabalhistas têm de saber de corrupção, se não foram informados sobre ela quando estavam no poder? Ué, e os outros? Com a resposta o Dallagnol ou o Moro ou Janot ou o Gilmar Mendes... Entretanto, como são políticos e não togados de fato, eles não irão responder. Nem que a vaca tussa!

Paulo Roberto Costa disse oficialmente ao juiz Moro: "(...) O presidente Lula era o representante maior do País, tivemos algumas reuniões em Brasília sempre acompanhado do presidente da Petrobras ou da diretoria toda (...) Eu fui algumas vezes lá em Brasília, inicialmente com o presidente José Eduardo Dutra, que já faleceu, e depois também tive algumas reuniões com a participação do José Sérgio Gabrielli junto com o presidente Lula, então eram assuntos da corporação que ele tinha interesse de ver em alguns estados, para desenvolvimento dos estados. Jamais tive intimidade com o presidente da República, o presidente Lula (...) Posso dizer que não existiu dele usar esse termo [Paulinho] em relação a mim, diretamente, e ele usou com terceiros aí eu não posso dizer, mas pessoalmente, primeiro que eu nunca tive nenhuma reunião eu só com o presidente Lula, como falei sempre que tive reuniões com a participação do presidente da Petrobras ou da diretoria da Petrobras, e eu não tinha intimidade com o presidente Lula (....)” 

Agora vamos à pergunta que se nega a calar: Será que o procurador Dallagnol não sabe desse depoimento de Paulo Roberto Costa? Respondo: Sabe, e como sabe! O depoimento do delator é uma pedra de cal nas pretensões mesquinhas, políticas e desastrosas de tal procurador, que insulta e acusa o Lula sem provas, porque se transformou em um instrumento político do golpe de estado de 2016 e faz do Direito uma ferramenta de lawfare e de suas tortas convicções.


Lula não roubou. Não há provas e nem contas abertas no exterior Lula as tem. Está todo mundo à espera de ver o que os juízes do Supremo, os procuradores do MPF e o juiz Sérgio Moro irão fazer para impedir que Lula seja novamente presidente da República, além de também estar à espera de ver um político do PSDB preso, pois pelo que se observa os tucanos são i-nim-pu-tá-veis! Não é mesmo procurador Deltan Dallagnol? É isso aí.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Justiça tarja preta é muito menor do que o Brasil e o povo brasileiro


Por Davis Sena Filho — Palavra Livre
 
Trata-se da Justiça burguesa e partidarizada, a dos dois pesos e duas medidas.

"A Justiça tardia nada mais é do que a injustiça institucionalizada". (Rui Barbosa)

A Justiça perdeu realmente a vergonha na cara, a isenção e a imparcialidade, mesmo a usar uma venda nos olhos. Para julgar as pessoas, o juiz jamais poderia se permitir perder a modéstia e a simplicidade, se algum dia a teve, bem como não deveria se mostrar tão distante das realidades do povo, além de jamais ficar à margem dos autos, que deveriam ser tratados como suas "bíblias" ou a luz que ilumina o julgamento de quem tem o ofício de juiz e a responsabilidade de julgar seu semelhante.

Do contrário, seria melhor e mais lógico que retirassem da Justiça a venda de sua cara desavergonhada para dizer o mínimo, de forma que os senhores magistrados ficassem com os olhos bem abertos para que pudessem enfim ver, com nitidez e desvelo, as condutas questionáveis de muitos de seus membros togados, que, inacreditavelmente e lamentavelmente, tornaram-se há muito tempo os capatazes da grande burguesia, que garantem o status quo aos oligarcas, a primazia sobre os inúmeros segmentos e setores da sociedade em forma de benefícios e privilégios. Trata-se da Justiça dos ricos e muito ricos. A Justiça burguesa, envolvida com o establishment até a medula.

"Reizinhos" de capas pretas e togas, a exemplo do personagem tragicômico e antigo de Jô Soares, que mandava por mandar, como se fosse entretenimento e diversão, realidade que levava o prepotente e arrogante "monarca" a fazer o que queria, porque simplesmente se valia do poder para satisfazer seus interesses e desejos, assim como massagear seu gigantesco ego, a despeito de ter estatura moral e política muito pequena.

Juízes que se comportam como príncipes herdeiros de um País de povo pobre e simples, em sua maioria até hoje abandonado pelo estado, como demonstram, sem sombra de dúvidas, os milhares e milhares de bairros das periferias e as favelas, verdadeiros guetos de violência, tráfico de drogas e de armas, que retiram a fórceps a paz de espírito de seus moradores, com sérios reflexos nos bairros de classe média.

A verdade é que há séculos o povo brasileiro é alvo e vítima contumaz e sistemática de um Judiciário que a cada dia fica menor ou minúsculo, pois se transformou em apenas ferramenta e instrumento do status quo. Pobre do País e do povo cujos Ministérios Públicos, Justiça e polícias fazem apenas os papéis de protocoladores dos interesses da alta burocracia e da grande burguesia, que tomaram de assalto o poder juntamente com os partidos de direita derrotados pelo PT de Lula e Dilma Rousseff nas eleições de 2014.

Chega a ser surreal o que ocorre neste País após o golpe terceiro-mundista de 17 de abril de 2016. Trata-se de acinte e provocação, pois os membros do Judiciário (Justiça, PF e MPF) estão a tentar colocar tarjas pretas nos olhos da Nação, a exemplo da proteção ou da blindagem do senador megadelato Aécio Neves (PSDB), acusado de corrupção por receber propinas de inúmeras fontes, como o Banco Rural, o complexo de Furnas, a Andrade Gutierrez, a UTC, a Odebrecht, o Mensalão Tucano, a Cidade Administrativa de Belo Horizonte, os aeroportos em terras de parentes, a publicidade em rádio de sua família etc. e tal.

Só acontecendo para acreditar. Parece história de literatura fantástica de Marion Zimmer Bradley ou o surrealismo de Salvador Dali ou um filme de Quentin Tarantino. E não é, "acredite se quiser", que o juiz do TSE, Herman Benjamin, determinou que os depoimentos do ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e do ex-executivo do Grupo Odebrecht, Benedicto Júnior, que quaisquer trechos dos depoimentos de delatores ao citar o senador Aécio Neves teriam que ser cobertos por tarjas. Como sempre digo em meus artigos, os políticos do PSDB e do DEM são i-nim-pu-tá-veis!

A blindagem ao político tucano chega a ser um escárnio com a sociedade, um verdadeiro deboche, bem como o magistrado, do alto de sua autoridade digna de um semideus comprova, mais uma vez, que o povo brasileiro é tratado pelos poderosos no poder como idiota. Só que não é. Ponto. A trabalheira para cobrir o nome do "reizinho" mimado das Alterosas e do playboy do eixo Rio-BH foi gigantesca, conforme disseram alguns servidores do almoxarifado do TSE.

"Só nas primeiras páginas impressas já começaram a nos chatear aqui pedindo mais cartuchos, mais cartuchos... Foi um inferno" — afirmou Edna Abdala, funcionária do setor, para logo complementar: "A gente via as páginas impressas e mais parecia um código de barras! O rombo no orçamento foi de 500%" - concluiu. É assim que a banda toca neste País de tradição golpista e escravocrata.

Enquanto isso, Lula mais uma vez foi depor na terça-feira, agora no Distrito Federal, com direito a ouvir perguntas caprichosas, repetitivas, cansativas e muitas delas levianas e com tons provocativos por parte de juiz de primeira instância e promotores ignorantes sobre o processo político brasileiro. Um juiz que está careca de saber que o Lula não é ladrão e não roubou o dinheiro público, como comprovam os três anos que o político trabalhista é duramente e desrespeitosamente investigado no âmbito da Lava Jato, além dos quarenta anos que o fundador do PT e da CUT é investigado e atacado, desde quando surgiu no cenário sindical e político no fim da década de 1970, em plena ditadura civil-militar.

O ex-executivo da Odebrecht, Benedicto Júnior, asseverou que repassou R$ 9 milhões à campanha eleitoral de 2014 para os políticos do PSDB e do PP. O problema para o juiz e relator do processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer é que não tem como separar o joio do trigo. O juiz Herman finge não entender que as empreiteiras que financiaram as campanhas do PT e de seus aliados são as mesmas que financiaram as campanhas eleitorais do PSDB, do PMDB, do DEM, do PPS, do PP, do SD, do PSB e de todos os partidos, seja pelo caixa 1 ou pelo caixa 2. Ponto. 

O que existe de fato é que não tem como separar o joio do trigo, porque a verdade é que não tem como separar o joio do joio. Simples assim. O nome que se dá a esse processo pode também ser chamado de "sinuca de bico". Lula, seus inimigos querendo ou não, está a caminho de sua absolvição e remição, mesmo a contrariar o sistema político, midiático e estatal jurídico que o persegue.

Percebe-se, nitidamente, que até este momento nada foi comprovado contra o ex-presidente de esquerda, tanto na esfera da Lava Jato quanto em questões mesquinhas e visivelmente de conotações persecutórias, a exemplo do triplex, do aluguel de apartamento, do prédio do Instituto Lula, do sítio, do acervo presidencial e de outras acusações perversas, levianas e mentirosas, que têm por propósito fundamental desconstruir e desqualificar sua imagem, assim como destruir sua moral e condição humana. Demonizam o Lula para que ele não seja candidato e não vença as eleições presidenciais de 2018.

Quem tem que se preocupar com a polícia, com o MP e o STF são os canalhas que estão aboletados iguais a lobos em covis. A matilha hidrófoba que tomou de assalto o Palácio do Planalto e pensa que tudo vai ficar numa boa. Só que não. A verdade pode demorar a aparecer, como tentaram também colocar tarjas pretas em cima do nome do senador tucano e até agora o inimputável José Serra — o ex-ministro golpista esvaziado politicamente e incompetente do Itamaraty, que foi blindado pela Polícia Federal do Paraná, em relatório chamado de "Código Odebrecht".

O relatório da PF identificava ligações telefônicas e mensagens entre Marcelo Odebrecht e José Serra, o Careca, bem como também participavam dessa farra golpista e ilegal o deplorável e na época vice-presidente da República, *mi-shell temer, o MT, além do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin — o Santo. Contudo, os delegados aecistas da PF determinaram que o nome do Careca, que é o José Serra, deveria receber tarja preta.

O azar desses varões de Plutarco e defensores das causas nobres e das famílias batedoras de panelas é que o "Estadão", jornal que está em regime de falência e que recentemente fechou a rádio Estadão, apesar da "competência" da iniciativa privada de pendores patrimonialistas, vazou o "Código Odebrecht" e o nome de José Serra apareceu com uma tarja preta igualzinha às que são usadas em menores de idade que cometem crimes.

Então é assim: tarjas pretas para os tucanos e linchamento em praça pública para os petistas, mesmo aos que não cometeram malfeitos, como Dilma e Lula. Os juízes e o Judiciário em geral perderam o caminho de volta. Se meteram em um campo cheio de cactos ou minado de explosivos. Efetivaram, a seus bel-prazeres, a justiça dos dois pesos e duas medidas e perderam o respeito e a credibilidade que já era pouca há muito tempo.

Os togados optaram por fazer política e a expor ideologia, diga-se de passagem à direita do espectro ideológico, bem como cooperaram para o golpe de terceiro mundo da "Banânia das Oligarquias", o outro nome do "Brasil da Casa Grande". Quem faz e se intromete na política, mesmo a ser juiz, policial e procurador (promotor), tem de aceitar a luta política, o embate, o contraditório, os questionamentos e as palavras duras.


Querer mandar no País sem ter votos e a autoridade das urnas por parte do povo é inaceitável. Então é melhor que se assuma que o Brasil vive em uma ditadura. A ditadura do Judiciário. A Justiça tarja preta é muito menor do que o Brasil e o povo brasileiro. A política é a derrocada dos togados. É isso aí.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Partido do Judiciário humilha o País, consolida o golpe e quem o chancela é o STF de Gilmar Mendes

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


"A instabilidade é o STF e a permanência de *temer na Presidência da República. A estabilidade são as eleições diretas, ou seja, o restabelecimento da democracia e a reconstituição do Estado de Direito". (DSF)

O Brasil foi fragorosamente tragado e afundado por um tsunami conservador até então inacreditável e "impossível" de acontecer em 2016 do século XXI, porque já vítima do fatídico golpe de 1964, outro movimento conservador e de direita, que durou 21 anos, com direito à tortura e a assassinatos dos opositores do governo ditatorial civil-militar, cujos prepostos da carnificina eram o Dops, o DOI-Codi, o Cenimar, o Ciex, o Cisa e o SNI, além das polícias civis e militares de todos os estados da Federação, principalmente dos estados mais ricos e fortes politicamente.

Contudo, o golpe de 17 de abril de 2016 contra a presidente trabalhista e constitucional Dilma Rousseff chama muito a atenção porque foi realizado como se estivesse fora de época, pois, além de a Guerra Fria ter terminado há muito tempo, a partir da década de 1980 começou a acontecer na América Latina, em geral, e especialmente na América do Sul as distensões políticas e, consequentemente, os inúmeros processos de democratização, que tiveram muita força, apesar das ditaduras no poder, com a derrota humilhante dos generais golpistas da Argentina, na Guerra das Malvinas vencida pela imperialista Inglaterra em 1982.

A verdade é que o consórcio de direita que tomou de assalto o Palácio do Planalto tem vários protagonistas, a começar pela imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?!), que fez uma campanha insidiosa e diuturna contra os governos petistas e trabalhistas, no decorrer de 13 anos, de forma feroz e mentirosa, a manipular e a distorcer os fatos e as realidades, a apresentar ao público um contexto social, político e econômico para o Brasil de forma grave e trágica, fatores esses que jamais se confirmaram, pois desmentidos pelos números e índices de desenvolvimento social e econômico muito positivos dos governos trabalhistas de Lula e Dilma, inclusive reconhecidos por governos estrangeiros e órgãos internacionais de importância, a exemplo da FAO, da Unicef, da OCDE, da UE, do Mercosul, dos Brics, do G-20, da OMC, da OIT, da OMS, dentre outros.

Porém, e apesar do reconhecimento na qualidade de vida do povo brasileiro por parte de inúmeros órgãos e instituições internacionais e nacionais, como o IBGE e o próprio Ministério da Fazenda, os porta-vozes da casa grande de índoles golpistas e escravocratas continuaram com suas campanhas criminosas contra o Brasil e a mentira dita e repercutida diariamente por mais de dez anos formou verdadeiras hostes de fascistas e de pequenos mussolinis, que até então viviam em seus armários e a olhar para seus esqueletos de sentimentos sórdidos, pueris, perversos e preconceituosos.

A partir daí se constituiu e se instituiu rapidamente, em 2013, a intolerância e a violência, que se transformaram em um tenebrosa desconstrução do Brasil e da criminalização da chefe de um governo eleito legalmente, que não roubou, que não cometeu crimes de responsabilidade e que, a verdade seja dita, tentou até compor com os interesses da direita empresarial e política de alma golpista ao nomear o economista conservador, Joaquim Levy, para ser o titular do Ministério da Fazenda.

Percebeu-se, contudo, o erro grave, mas que poderia ser consertado se tivesse tempo, pois a presidente constitucional destituiu o ministro Levy e nomeou para seu lugar o economista Nelson Barbosa, este mais antenado com a corrente desenvolvimentista/estruturalista, a exemplo de Guido Mantega no Governo Lula, que também destituiu Antônio Palocci, que a despeito de ser do PT tinha rompantes neoliberais, e, com efeito,  não agradou a cúpula do governo trabalhista de Lula.

Certamente que viria o troco, afinal a burguesia e seu empresariado ligado à plutocracia, principalmente os barões de mídias, especialmente o "Grupo" Globo, resolveram fazer o jornalismo de guerra, também conhecido como de esgoto, pois amparado e evidenciado na manipulação e distorção das notícias, sempre com enfoque negativo quando se tratava e se trata do PT, de seus governos e de suas lideranças mais emblemáticas e carismáticas, porque possuidoras de influência junto ao imaginário popular, bem como políticos de muitos votos ou de grandes votações, no decorrer de suas atividades e carreiras.

O que ocorreu no Brasil é fato real. Os meios de comunicação privados e compromissados com o mercado de capitais globalizado até a medula, cujos governos Lula e Dilma erraram seriamente quanto à efetivação de um marco regulatório para este setor da economia tão politizado, ideologizado, poderoso e de passado e presente golpistas, fez com que a imprensa alienígena aproveitasse o espaço praticamente livre de regulamentação e regulação para conspirar e derrubar um governo democrático e legítimo, a suscitar campanha de mentiras e faits-divers, que, posteriormente e principalmente a partir de 2015, contou com a cumplicidade e a participação de juízes, procuradores e delegados da PF, que vislumbraram oportunidades de ascensão ao poder e, por serem politicamente conservadores e reacionários, além de vaidosos tal qual a Narciso, aliaram-se à imprensa de negócios privados mais corrupta e golpista do planeta.  

Hoje, os togados usam as mídias da direita hegemônica para oprimir e reprimir seus adversários que, na verdade, são vistos como inimigos a serem destruídos e não combatidos. Cometem todo tipo de arbitrariedades, covardias e perseguições à revelia da lei e à margem do bom senso, do que é justo e do Direito. Tornaram-se o poder da República de fato, sendo que o STF é quem conduz esse estado de coisas, que envergonha e humilha o Brasil e os brasileiros que têm discernimento e consciência do papel vil e sórdido do STF, da PGR e da PF quanto à tomada do poder por parte de golpistas e usurpadores.

Trata-se de um bando ou escória que roubou a paz do País, o patrimônio e o dinheiro públicos. Golpistas do PSDB, do PMDB, do DEM, do PPS e do PP et caterva, que estão a governar o País sem autoridade moral e eleitoral, pois derrotados quatro vezes em eleições consecutivas, sendo que seus programas e propostas foram sistematicamente rejeitados pela maioria do povo brasileiro. Uma vergonha e desmoralização da República e do pouco que tinha e tem de civilizado neste País de terceiro mundo. 

Um território gigante que jamais foi uma Nação, onde viceja, a seu bel-prazer, uma "elite" proprietária da casa grande que jamais pensou o Brasil em época nenhuma para torná-lo desenvolvido e independente, bem como se sente à vontade em ser subordinada e subserviente aos Estados Unidos, a corte amada e admirada dos burgueses tupiniquins provincianos e mequetrefes. Os yankees que no fundo desprezam esses cafajestes, pois estão cagando e andando para os entreguistas que vendem o Brasil, como demonstram, sem deixar dúvidas, os líderes europeus, dos Brics e dos EUA, afinal Barack Obama, Hillary Clinton e Donald Trump sequer olharam para os golpistas malandros, covardes e traiçoeiros, quanto mais estariam dispostos a dar-lhes as mãos e se reunir para abrir negócios comerciais e concretizar relações diplomáticas.

Nem pensar. Não é necessário. O desprezo por parte da comunidade internacional por essa gente desmoralizada, acusada de corrupta, sem moral e abjeta é enorme. Quem não se dá o respeito não é merecedor de respeito. Os negociam porque tem vantagens. Recebem sem pedir ou exigir ou até mesmo invadir o País, como já fizeram com tantos outros para roubar petróleo e riquezas diversificadas, além da luta geopolítica. Com los macaquitos de almas cucarachas basta dar uma merreca para eles abrirem as pernas e entregarem de bandeja o País.

A exemplo do que faz o tresloucado, o fundamentalista de mercado, o privatista fanático e incompetente, Pedro Parente, que está a arrebentar com a Petrobras e a trair este País que, vira e mexe, sempre acaba nas mãos de trogloditas colonizados e sem noção alguma do que é ser parte de uma verdadeira nação.

Aliás, se este País azarado tivesse uma Justiça e um MP sérios, o Pedro Parente teria sido denunciado, julgado e sua casa já seria há muito tempo a cadeia, o lugar dos traidores e dos servidores da plutocracia é realmente o xilindró. O tucano Parente e seu chefe, José Serra, um dia, certamente, terão de ser seriamente investigados. Eles são os maiores traidores da Pátria, juntamente com FHC — o Neoliberal Golpista I — e o *mi-shell temer e toda sua camarilha que assaltaram o poder central.

O juiz Gilmar Mendes, do PSDB do Mato Grosso, quando se pronuncia faz com que o STF seja cada vez menor, porque já é um tribunal minúsculo e tratado com desprezo e desconfiança por parte dos brasileiros, que podem ser tudo na vida, mas não são tão idiotas ao ponto de não perceberem que o STF e seus juízes são hoje os principais algozes do golpe de estado contra Dilma Rousseff, a presidente legítima e eleita com 54,5 milhões de votos.

Gilmar Mendes não é apenas uma nódoa que intercala a continuidade da democracia brasileira. Ele é mais do que isto. O magistrado é o porta-voz mais poderoso do golpe, pois é ele que hoje fundamenta como os processos devem dar entrada no STF, bem como é o responsável do sistema golpista por enquadrar qualquer juiz da Corte que queira sair dos trilhos. Além disso, Gilmar Mendes, além de ser juiz veterano do Supremo, é o presidente do TSE.

Como ele sabe que Dilma Rousseff não é ladra, nem corrupta e não meteu a mão no dinheiro público e muito menos tratou das finanças eleitorais, está a organizar uma nova estratégia, porque está comprovado por meio de delações e documentos que o *mi-shel temer — o MT — negociou dinheiro com várias empreiteiras e, especialmente com a Odebrecht e dentro do Palácio do Jaburu, que é um palácio oficial. Ou seja, o vice-presidente, um cargo público, recebeu dinheiro em um prédio público. Bingo! Portanto, não há como cassar a Dilma, mas, sim, o MT, vulgo *mi-shell temer.

Então, Gilmar, na maior cara de pau e a considerar que todo mundo é burro ou idiota, forma como somos tratados pela imprensa golpista, pelo Congresso golpista e pelo Judiciário golpista, resolveu dar uma de "João sem braço", e comentou sobre o imbróglio ao afirmar hipocritamente que é necessário distinguir o dinheiro sujo do limpo, o legal do ilícito, no que tange ao financiamento de campanhas eleitorais por parte das empreiteiras e de empresas de outros setores da economia. Surreal o Gilmar Mendes para não dizer outra coisa.

E não para por aqui o deboche e a desfaçatez por parte de tão nobre a augusto magistrado. Ele, em sua ingenuidade de um aprendiz da vida, talvez tenha considerado que empreiteiros poderosos e multimilionários colaborem com "doações" milionárias sem receber nada em troca, mesmo se a doação for legal. Durma-se com um barulho desse...

O condestável juiz e antipetista histórico e radical, que age e atua como político e jamais com magistrado, chegou ao ponto de asseverar inúmeras vezes que o financiamento privado não poderia ser proibido. Agora vamos à pergunta que não quer calar: como pode um juiz do tribunal mais importante do País se comportar com tanto desatino e estupidez? Será que ele ainda não sabe que o inferno que está a queimar o Brasil há anos é devido principalmente ao financiamento de campanhas eleitorais?

Se ainda não sabe, então é necessário que o levem a um psiquiatra ou a um manicômio, pois não é possível tanta insensatez e irresponsabilidade em um magistrado da Corte, mesmo sendo ele um defensor dos interesses dos tucanos e dos golpistas que estão aboletados criminosamente no Palácio do Planalto. É evidente, e até um recém-nascido ou um ermitão sabem disso, que a causa primordial da corrupção política é o financiamento eleitoral privado. Ponto.

Gilmar Mendes foi mais fundo em sua duplicidade proposital e de incrível má-fé. Ele disse que o "caixa dois é opção de empresa". Como assim cara pálida? Antes, quando houve e ainda há a caça ao PT, Gilmar disse que até o "caixa um" de campanhas poderiam ser considerados ilegais e, portanto, criminoso. Agora, como ele sabe que as delações de Odebrecht com mais de 400 nomes poderá arrebentar com o PSDB e o PMDB, além do DEM, assim como implodir o governo corrupto e ilegítimo de *mi-shell temer/PSDB, o juiz tucano e de direita passa apostar nessa infame farsa, que não convence nem os extraterrestres e os coxinhas analfabetos políticos e batedores de panelas com as barrigas cheias. Como se todo mundo fosse idiota... Só que não.

A verdade é que o dinheiro milionário das campanhas não iam somente para as campanhas, mas também para os bolsos dos políticos, dos publicitários, dos assessores, dos candidatos e de servidores públicos. O empresariado paga propina e em troca recebe "gordos" contratos, sejam as doações legais ou ilegais. Caixa um ou caixa dois. Esta é realidade. Ninguém é bobo.

A verdade nua e crua é que está a se perceber no Brasil que há um movimento via STF para salvar os políticos do PMDB e, principalmente, do PSDB. Gilmar é a pedra angular desse processo rocambolesco e digno de um Brasil que remonta as práticas dos séculos XIX e XX. É recorrente a sordidez dos propósitos nada republicanos de um juiz do STF, que, volto a repetir, diminui a Corte cada vez mais quando se pronuncia. Que diabos! Esse juiz nunca defendeu causas justas e corretas. Nunca vi. Sempre a fazer a política mais baixa possível e a privilegiar com proteção e blindagem seus cúmplices e parceiros do golpe criminoso de estado e de oposição feroz e ferrenha aos governos democráticos e trabalhistas de Lula e Dilma.

Ao Supremo Tribunal Federal não lhe é concedido o papel de protagonista da República Federativa do Brasil. Não é de seu direito. Juízes do Supremo não disputam votos e por isto todo e qualquer magistrado é nomeado por quem disputa votos, no caso o presidente da República, este sim protagonista do poder público, pois eleito pelas urnas soberanas do povo brasileiro. Juiz que faz política e se dispõe aos dois pesos e duas medidas tem de suportar o embate político e tudo o que advém dele, pois optou pelo enfrentamento partidário e ideológico, que é muito duro e cruel ao invés de se calar, se reportar aos autos e julgar, obrigatoriamente, com isenção e imparcialidade.


Tudo isto que está posto o juiz tucano, Gilmar Mendes, definitivamente não faz e nem quer fazer. O negócio dele é a política sem concorrer ao voto, além das luzes da ribalta providenciadas pela imprensa de mercado e de caráter patrimonialista. A resistência e a luta pela soberania e independência nacional estão a enfrentar o Partido do Judiciário. O inimigo não é externo; é interno. O Supremo é o alicerce central dos interesses da casa grande. Hoje mais central do que a grande mídia burguesa. O STF de Gilmar Mendes é golpista e por isto se transformou na vergonha do Brasil. É isso aí.