sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Fascismo é ódio, desigualdade e violência — Bolsonaro é seu mensageiro!

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre



Fascistas da PM, PF e Justiça Eleitoral realizam ações repressivas e invadem, em apenas dois dias, quase 30 campus universitários em todo o País. O fascismo, como ação política e método antidemocrático e antipopular, odeia o pensamento, a liberdade de expressão, o debate, o diálogo, a diversidade, a pluralidade, as diferenças de gênero, a cultura, a inclusão social e econômica, a lógica, o conhecimento e, sobretudo, a inteligência, que difere o homem e a mulher dos animais considerados irracionais.

O fascista odeia, sobretudo, o Estado de Direito, que permite a igualdade de oportunidades, a ter a Constituição de 1988 a reconhecer as minorias — os setores mais vulneráveis da sociedade. Os fascistas da Justiça, da PF e da PM saíram dos quintos dos infernos, de suas caixas de Pandoras para darem vez aos seus sentimentos diabólicos e seus atos infames. Essa gente, após o golpe de estado de 2016 se sente empoderada e livre para fazer suas covardias e malevolências.

Os fascistas odeiam e desprezam tudo o que é bom para a sociedade, porque querem o que é bom somente para eles e os ricos, que controlam os sistemas do capital. O fascista é contra os índios, os negros, os nordestinos, os pobres, os gays, as mulheres, os quilombolas, os moradores das comunidades, os moradores de rua, os deficientes, os estrangeiros de países do terceiro mundo e os trabalhadores, ao ponto de o candidato fascista de alcunha Jair Bolsonaro afirmar que o trabalhador terá de escolher entre o emprego e seus direitos.

Exatamente. Os direitos conquistados nos tempos de Getúlio Vargas, bem como retirados por uma "reforma" estúpida e cruel promovida pelo corrupto, traidor e entreguista inconsequente *mi-shell temer, que precarizou o emprego para beneficiar ricos empresários. A perversa reforma trabalhista, que prejudica de morte os trabalhadores e deixa mais rico quem é podre de rico, teve e tem o apoio de Bolsonaro, o fascista que há quase 30 anos insulta e ameaça as pessoas na Câmara dos Deputados, mas que nunca produziu nada como parlamentar, em benefício para a população e os trabalhadores, apesar desses anos todos.

O brasileiro está prestes a sair de seu trajeto e derrapar na curva direto para o abismo. São milhões de pessoas a apostar no desconhecido, a saltar do abismo e a tentar enxergar na escuridão do fascismo, que levou a Europa à derrocada por intermédio de duas guerras mundiais, a ter Adolf Hiltler e Benito Mussolini como os pilares do totalitarismo, bem como os ditadores de extrema direita, o português Joaquim Salazar e o espanhol Francisco Franco, a impulsionar o fascismo na península ibérica, além de cooperarem, e muito, para que Portugal e Espanha ficassem atrasados décadas em relação aos países mais desenvolvidos da Europa.

No Brasil (1964/1985), o fascismo e, em alguns casos, o nazifascismo levou a holocausto cerca de 30 mil pessoas na Argentina (1976/1983), dos generais Jorge Rafael Videla, Roberto Viola e Leopoldo Galtieri, e três mil pessoas no Chile, do general Augusto Pinochet, dentre outras ditaduras militares espalhadas pela América Latina, a exemplo da uruguaia, hondurenha, guatemalteca, panamenha, nicaraguense, peruana, boliviana e paraguaia, que exilaram, torturaram, mataram e atrasaram profundamente esses países, no que é relativo a conquistar seus marcos civilizatórios, assim como todas as ditaduras de direita e civil-militar tiveram o apoio político e logístico dos Estados Unidos.

São essas ditaduras de direita, sanguinárias e perversamente colonizadas pelos EUA, com a finalidade de concentrar renda e riqueza contra seus povos, que foram responsáveis pelo surgimento das guerrilhas de esquerda pelos continentes americanos. Bolsonaro representa esse passado sombrio e tempestuoso, pois sua cabeça esquizofrênica remonta à Guerra Fria dos idos de 1950, e, inacreditavelmente, causa nostalgias aos pequenos mussolinis da classe média coxinha, que se mostram fascistas, bem como não vivenciaram essa época de repressão e dor.

A verdade é que milhões de brasileiros jovens ou que estão ainda na casa dos quarenta anos não tem a mínima ideia do que é uma ditadura civil-militar. Trata-se de pessoas portadoras de ignorâncias e irresponsabilidades sem precedentes. A primeira ação ou atitude que um presidente de caráter autoritário e violento do Bolsonaro, que há décadas avisa que se chegar ao poder central irá perseguir, reprimir, prender e exilar seus adversários políticos, será fechar o regime.

O fascista perseguirá os que ele considera como inimigos a serem derrotados e a força afastados da vida pública e profissional. Certamente que tal processo arbitrário irá recrudescer com o passar do tempo e, com efeito, chegar-se-á logo a uma ditadura.

A ditadura envernizada de "democrática", com o propósito de disfarçar o que realmente será o regime ditatorial de Jair Bolsonaro, com o Congresso Nacional a funcionar, como aconteceu na ditadura militar, a referendar e aprovar tudo o que o ditador e seu grupo decidir. Por sua vez, o Supremo Com Tudo (SCT), que vem a ser a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil, será tutelado pelo governo de um candidato que se mostra, por meio de atos, ações e palavras, um ditador de terceiro mundo, somente para variar, além de dar sequência ao seu projeto de servilismo e subserviência aos Estados Unidos.

Um projeto draconiano e subalterno, que atende, ipsis litteris, a casa grande pertencente às burguesias brasileira e estrangeira e suas corporações multinacionais, que praticamente transforma novamente o Brasil em colônia e o submete, vergonhosamente e humilhantemente, ao papel de um gigante com pés de barro, que passa a ser apenas um apêndice dos países centrais, principalmente como fornecedor de matéria prima e mão de obra barata.

O fascista e o capitalista colonizado e periférico, Jair Bolsonaro, vai acabar com a soberania do Brasil e sua diplomacia na condição vergonhosa de estado pária e totalmente integrado à órbita dos interesses econômicos e geopolíticos da gringada malandra e esperta do Norte das Américas.

A perda sistemática de direitos, a entrega de estatais, inclusive as estratégicas, a concentração de renda e riqueza, a repressão e a violência contra os segmentos sociais que tem terras ou lutam por terras e pela casa própria, a exemplo dos quilombolas, dos índios, dos pequenos posseiros e agricultores, além dos Movimentos dos Sem Terra e dos Sem Teto, bem como a repressão militar e policial nas favelas, comunidades e periferias, onde moram dezenas de milhões de pessoas pobres e sem voz ativa no sistema de poderes, serão, sem sombra de dúvida, a tônica e o processo a ser implementado por um governo de fascistas, de extrema direita, à frente o deputado improdutivo, Jair Bolsonaro.

Nunca este País passou por uma crise política e econômica forjada por grupos econômicos associados a políticos de direita e corruptos, de tal forma que, inclusive, contou com a decisiva participação de juízes, procuradores e policiais, dando-se início ao golpe do impeachment contra uma presidente honesta e que não cometeu quaisquer crimes, que até hoje, passados cinco anos desde as primeiras manifestações de coxinhas golpistas e celerados, jamais foram comprovados.

A direita brasileira ainda foi mais longe e prendeu o maior presidente da história do Brasil, juntamente com Getúlio Vargas, sem jamais comprovar que o Lula incorreu em crimes, ao ponto do fascista juiz e golpista Sérgio Moro reconhecer em sua sentença política e injusta que os crimes imputados a Lula não foram realmente comprovados. E sabe por quê? Porque não se consegue comprovar crimes contra quem não os cometeu. Simples assim.

Por sua vez, o que aconteceu? O Brasil está há anos irremediavelmente dividido, sem prognóstico para ser efetivamente pacificado. E por quê? Porque o campo democrático, aqui no Brasil de "elite" escravocrata e eternamente desprovida de projeto para o País, foi vítima de mais um golpe de estado travestido de legal e legítimo, cuja presidente reeleita com 54,5 milhões de votos foi deposta por canalhas do parlamento, de togas e, principalmente, por gangues que controlam o sistema midiático.

Gângsters da imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?!), corruptos e historicamente golpistas, que deveriam estar presos há muito tempo, além de devolver tudo o que já roubaram do País e do povo brasileiro, no decorrer dos últimos 60 anos.

O Grupo Globo, por exemplo, é o principal ator e o responsável maior por apoiar um golpe de terceiro mundo contra uma presidente legítima, ter facilitado aos fascistas e meganhas togados a prisão injusta, covarde e calhorda de Lula, além de favorecer que os ventos políticos e partidários permitissem que um fascista violento e desequilibrado, que odeia os mais fracos e os que têm menos voz pudesse chegar com reais chances à Presidência da República. É o fim da picada!

É lamentável e melancólico que o Brasil tenha a casa grande, as "elites" mais irresponsáveis, levianas e violentas, fúteis e covardes do ocidente e sem nenhuma identificação com as culturas e o modo de viver do povo brasileiro, a fazer todo tipo de trapaça e crimes, inclusive os inconstitucionais, porque os crimes econômico-financeiros e patrimoniais já fazem há séculos.

Trata-se da burguesia pária internacionalmente e que sempre negou o País e se recusou a criar uma Nação desenvolvida, justa, democrática e solidária. Nunca pensaram o Brasil! Porém, prenderem o Lula criminosamente e ilegalmente para que o político trabalhista, nacionalista e de esquerda não vencesse as eleições ainda no primeiro turno, conforme todas as pesquisas promovidas pelos grupos vinculados ao sistema de capitais.

Jair Bolsonaro no poder é uma infâmia e blasfêmia contra a vida e a democracia, pois seria uma realidade mórbida e plena de iniquidades e desrespeitos a inúmeros grupos sociais, que têm o direito de viver em paz no Brasil com respeito, consideração e cidadania. O Estado nacional não pertence à direita e aos ricos daqui e alhures. O Estado é para servir ao País, à Nação, e promover a igualdade, a inclusão social, as oportunidades, os direitos e a Lei para todos, inclusive para os que pregam a violência e o expurgo dos adversários, a exemplo do fascista Bolsonaro e seus apoiadores diretos e indiretos.

Jair Bolsonaro causa indignação a quem possui o mínimo de ponderação, lógica, consciência, discernimento, amor próprio e às pessoas, responsabilidade social e preza a democracia e o Estado Democrático de Direito.

Na minha opinião, votar no político e candidato fascista Jair Bolsonaro é abrir mão do que é bom, e o bom é termos o Brasil pertencente a todos os brasileiros. Votar no fascista é votar contra sua liberdade e direito às oportunidades. O fascismo é o ódio, a desigualdade e a violência. Bolsonaro é seu mensageiro. #Ele não! É isso aí.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Bolsonaro é o Possesso do fascismo e se coloca como candidato a tirano

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre



"Cara, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo. O que é o STF? Tira a poder da caneta da mão de um ministro do STF, o que ele é na rua. Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter manifestação popular a favor dos ministros do STF? Milhões na rua?" (Eduardo Bolsonaro, em 9 de julho, a uma plateia de estudantes de um cursinho em Cascavel/PR)

"(...) Perderam ontem, perderam em 2016 e vão perder a semana que vem de novo. Só que a faxina agora será muito mais ampla. Essa turma, se quiser ficar aqui, vai ter que se colocar sob a lei de todos nós. Ou vão pra fora ou vão pra cadeia. Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria (...)" (Jair Bolsonaro, em São Paulo, na Avenida Paulista, a considerar o golpe de estado de 2016 do qual ele participou como se tivesse sido democrático ou normal, além de ameaçar perigosamente os adversários e se colocar como um candidato a tirano ou ditador, a "esquecer" que metade do Brasil vota preferencialmente na esquerda)

Temer é Bolsonaro. Bolsonaro é Temer, é imprensa de mercado, é banqueiro, é grande ruralista. Bolsonaro também representa o grande empresariado, porque é polícia, é forças armadas, é judiciário, é EUA, é concentração de renda e riqueza, é retirada de direitos, é privatização selvagem, é contra os trabalhadores, os índios, os quilombolas, os gays, as mulheres, os negros, os esquerdistas, os partidos de esquerda, os movimentos sociais e a continuação do fim dos direitos trabalhistas e sociais. É o que ele é e sempre foi! Não se engane, pois basta o leitor e o contribuinte verificar as votações de Bolsonaro na Câmara, sempre contra os interesses do País e o povo trabalhador brasileiro. Contra os fatos e as realidades não há argumentos.

No comércio exterior e na diplomacia, Bolsonaro deixou claro que seus preconceitos ideológicos e o desprezo pela América Latina, África, Oriente Médio e outros parceiros asiáticos são imensos, quando ele e seu staff demonstram lamentável ignorância, porque simplesmente vinculados carnalmente e subalternamente aos Estados Unidos.

Trata-se de mentes colonizadas através de gerações, que não se sentem seguras sem a tutela dos estadunidenses, que tem forte influência cultural sobre a burguesia provinciana deste país, bem como na mesma condição se encontra a pior e mais ignorante pequena burguesia do mundo — a classe média coxinha, golpista por natureza, pretensiosa e ridícula quanto aos seus arroubos de grandeza financeira e status social.

A verdade é que a casa grande brasileira e seus agregados da classe média culturalmente e socialmente coxinhas odiaram ter de conviver com a pequena ascensão dos pobres no período petista, assim como detestaram ver o Brasil tentar sair de seu mundinho regional e subalterno, a fortalecer o Mercosul, a Unasul, o Brics, o G-20 e ainda exigir uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, além de ocupar cargos importantes na OMS, OMC e OIT, além de efetivar programas de defesa e compra de armas para as Forças Armadas.

Os militares odiaram a diplomacia independente do PT para o Brasil, mesmo sempre a estar com o pires nas mãos, a mendigar recursos para fortalecer e modernizar as Forças Armadas, como também aconteceu com o MPF e PF golpistas, que melhoram em todos os níveis profissionais e de logística, por meio do empenho dos governos trabalhistas. Aí vem os generais lambe-botas de americano, que se recusam a entender que a guerra fria acabou, a encher o saco e falar um monte de patetices e insanidades, no que diz respeito ao golpe de estado de 2016 que eles, levianamente e perversamente, apoiaram, porque o golpismo está marcado em suas mentes e espíritos como tatuagem. É histórico!

As Forças Armadas, e o Exército em especial, sempre foram os capitães do mato ou os centuriões da burguesia dona da casa grande escravocrata e exploradora feroz e voraz da mais valia. Sempre combateram os interesses da população no decorrer da história do Brasil. Sempre se aliaram ao empresariado e aos interesses dos Estados Unidos, como fazem agora, ao ameaçarem recentemente o Supremo Com Tudo (SCT), se alguns de seus juízes colocassem em pauta a questão da segunda instância.

De olho na permanência de Lula como preso político e nos seus milhões de votos, os generais, que já estão no poder e compõem com o chefe do governo mais corrupto da história do Brasil desde 2016, porque corrupção para certos generais e juízes é assunto conforme a ideologia do corrupto e do corruptor resolveram preparar o terreno para assumir o poder de fato por meio de uma eventual vitória do fascista Jair Bolsonaro.

E quer saber de uma coisa, cara pálida? Os generais sempre se sentiram muito bem ao flertar com o fascismo, apesar da vergonha e do fracasso internacional que foram os governos ditatoriais dos generais em um tempo de 21 anos. Essa gente não aprendeu nada... Nem quando eles saíram do poder, em 1985, pelas portas dos fundos do Palácio do Planalto, com o general João Figueiredo a pedir para o Brasil esquecê-lo. Como esquecer uma ditadura tirânica, que censurou, perseguiu, demitiu, prendeu, exilou, torturou e matou? Como? Com a resposta, os eleitores do Bolsonaro e seus apoiadores diretos.

E é tudo isto que poderá voltar a acontecer. Afinal, o discurso de Bolsonaro na Avenida Paulista é uma ode ao fascismo, à violência, à injustiça, à intolerância e à perseguição infame e covarde aos seus adversários, mesmo a ser eleito por uma pseudo democracia, cujo Estado de Direito foi mandado para o espaço por membros da Justiça e do MPF e a Constituição foi vilipendiada por juízes do Supremo Com Tudo (SCT), o garantidor do golpe no Congresso de Eduardo Cunha e quadrilha.

O SCT, que vem a ser a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil é o principal responsável por um fascista assumir o poder maior da República. Se o Bolsonaro vencer as eleições, tais togados irresponsáveis, que vivem numa redoma cor de rosa de cristal e completamente dissociados das necessidades do povo, saberão o que é bom para a tosse ao lidarem com os fascistas... Quem brinca com fogo faz xixi na cama. Quem alimenta a cadela do fascismo com as mãos ficará sem os braços.

Somos um País realmente surreal, onde servidores públicos de poder e mando do Exército, como também os do Judiciário e do MPF são privatistas, contanto que não mexam em suas instituições ou corporações, assim como em seus benefícios, privilégios, influências, mordomias e altos salários. Depois, hipocritamente e cinicamente, enrolam-se em bandeiras do Brasil para bancarem os patriotas e nacionalistas (de araques), além de baterem panelas e continências, como se todo mundo fosse acreditar em suas hipocrisias e contradições.

Portanto, antes de tudo e qualquer coisa, Luiz Inácio Lula da Silva é preso político em um regime farsesco implantado com o golpe de 2016. Vivemos em uma farsa democrática, promovida pela grande imprensa de mercado, o Congresso de maioria direitista e pelo STF e os tribunais inferiores, que por intermédio da Lava Jato do juiz Moro e do procurador Dallagnol emparedaram o PT e suas principais lideranças, assim como acontece em vários países da América Latina, que passa por uma onda conservadora promovida pelos EUA, que tem interesses que os líderes populares e de esquerda sejam desmoralizados, perseguidos, exilados e presos — à escolha, pois o banquete da direita e da extrema direita no que é relativo às covardias e perversidades é farto — lauto.

A eleição sem o Lula foi um casuísmo bárbaro, perpetrado por juízes que se consideram civilizados, porque de tempos em tempos vão ver o Mickey e o Pateta em Orlando. Prenderam o Lula porque ele venceria as eleições em primeiro turno. A prisão de Lula é um projeto desde quando se iniciou o processo de deposição da presidente legítima e constitucional Dilma Rousseff.

Com o Lula solto não haveria a possibilidade de a direita dar sequência ao golpe liderado pelo desprezível *temer, figura sombria que ficará nas páginas mais infames da história desta republiqueta dos branquelos ensandecidos, que só sabem se dar bem em detrimento do conjunto da sociedade. Lula é o líder de um projeto de independência e soberania para o Brasil, além de ter lutado para promover a emancipação do povo brasileiro.

Bolsonaro é o antipovo, quando ele diz que o trabalhador terá de escolher entre ter direitos ou emprego, assim como propõe ensino básico a distância ou simplesmente fala do peso de quilombolas a pronunciar a palavra "arroba", equiparando-os aos animais, dentre muitas outras aberrações, como insultar e prometer violência contra seus adversários políticos, a dizer em público que irá metralhá-los.

E toda esta desfaçatez e violência em nome da família, dos cristãos e do País, ou melhor a afirmar: "O Brasil acima de tudo". "Deus acima de todos"; frase que é a principal peça de propaganda eleitoral dos fascistas do PSL e aliados. Nada mais hipócrita, mentiroso e sórdido. Nada mais brutal, com a aquiescência de pessoas que até cinco anos atrás se consideravam civilizadas, com formações acadêmicas, que já foram ao exterior e que moram nos melhores bairros das cidades.

Pessoas que, com na Alemanha de Hitler, na Itália de Mussolini, em Portugal de Salazar, na Espanha de Franco, nas ditaduras militares brasileira, chilena, uruguaia e argentina, dentre outras, conviviam com você ou comigo, que mal falavam em política e que, de repente, saíram às ruas como manadas tresloucadas, a apoiar golpe de estado e a odiar as diferenças de uma multifacetada e multicultural sociedade como a brasileira, que compõe o País dos imigrantes, inclusive os que são descendentes dos escravos.

Pessoas gentis que se "tornaram" bárbaras ao ponto de o Brasil ter na Presidência um político fascista, que odeia as diferenças e que prometeu prender e exilar os adversários, que ele trata como inimigos de morte. Vale-me Deus! É inacreditável que o Brasil chegue a esse ponto de selvageria em nome também de Deus!

O projeto do Partido dos Trabalhadores visa, sobretudo, o desenvolvimento social e econômico do Brasil, sendo que as doações de campanhas até então legais passaram a ser tratadas como ilegais e serviram, por meio de juízes golpistas e de direita, como trunfo e ferramenta para perseguir, caninamente, o PT e seus lideres e, com efeito, dar fim ao projeto democrático, trabalhista e de esquerda, que tem como propósito fundamental combater as desigualdades e dar acesso ao povo à educação, à saúde, ao consumo, à moradia e à terra.

O projeto do PT é tudo o que a direita escravocrata deste País jamais aceitou e, por sua vez, efetivou outro golpe de estado travestido de legal e legítimo, que, tragicamente, descambou na violência em todo o País e no fascismo simbolizado pelo extremista de direita, Jair Bolsonaro, um capitão reformado, mentalmente simplório, que durante anos foi odiado pelos generais e coronéis do Exército, porque, insubordinado e radical, resolveu reivindicar aumento salarial com ameaças de detonar bombas e granadas.

Este é o Bolsonaro, um fascista que poderá estar à frente da Presidência da República e radicalizar mais ainda o neoliberalismo tucano, que no governo de *mi-shell temer arrasou a economia, desempregou e colocou no emprego informal cerca de 50 milhões de brasileiros, além de entregar o Pré-Sal, trabalho e esforço de anos de trabalhadores e engenheiros brasileiros às transnacionais do petróleo, principalmente as norte-americanas, que simplesmente chegarão com seus canudinhos para chupar o óleo do pré-sal.

O deputado Bolsonaro irá radicalizar o entreguismo da burguesia terceiro-mundista do Patropi dos endinheirados, a quem o fascista faz questão de servir para tentar ser aceito como membro dessa casta que tem horror ao Brasil e adora Miami e Orlando, apesar saber que a casa grande com origem na escravidão é plena de complexo de vira-lata e de subserviência tamanha que causa náuseas, nojo, desprezo e raiva aos seus colonizadores das cortes europeias e norte-americana.

A burguesia do Bolsonaro, dos juízes, dos procuradores, dos donos da imprensa comercial, dos empresários e dos partidos de direita é trata pelos governos e sociedades dos países hegemônicos como párias, grupos ricos de segunda classe e que servem como reles canais para que sejam entregues as riquezas e a soberania do Brasil. E isto é o Bolsonaro. É o que ele e seus apoiadores representam. O fim em si mesmo. Ponto.

O mensageiro do ódio e dos preconceitos continuará as privatizações antinacionais de *temer em todos os setores, inclusive os da educação e da saúde, além de fomentar o comércio de armas e entregar o mercado da construção civil a empresas estrangeiras, como já aconteceu com a Embraer entregue descaradamente à Boeing. E a milicada se diz nacionalista... Só for nacionalista para os americanos.

Chegar-se-á a um ponto que as Forças Armadas de generais golpistas e privatistas exercerá apenas o papel de polícias, pois o entreguismo desses militares é tão subalterno e subserviente, que a função de defensor do território brasileiro ficará a cargo dos militares dos EUA, até porque ao que parece a Constituição para tais grupos dominantes do poder público é meramente um folhetim manipulável conforme os interesses da alta burguesia.

Entretanto, Bolsonaro no poder é o fim da picada, pois se trata, ipsis litteris, da rejeição do que é civilizado e minimamente aceitável para qualquer cidadão que deseja viver em uma verdadeira democracia com oportunidades para todos os brasileiros.

Por esses motivos, tal qual aconteceu com todos os presidentes trabalhistas, de Getúlio a Lula, de Jango à Dilma, o maior político da história deste País paga com a cadeia por colocar o Brasil no mundo, em um processo draconiano e infame, que começou com as manifestações de direita em 2013, continuou com a deposição de Dilma Rousseff em 2016, para no lugar da presidente legítima assumir um corrupto, traidor e entreguista — o pária internacional que atende pela alcunha de *mi-shell temer.

A verdade é que os juízes milionários do SCT se transformaram em carrascos do Estado Democrático de Direito, a serem os autores do mais grave exemplo de afronta à lei, que se materializou na prisão injusta, política e totalmente sórdida de Lula, por parte de juízes de inúmeras instâncias que, enfim, encarceraram o mais importante político da América Latina, desprovidos de quaisquer provas materiais e reais. Afinal, sabedores de que o Lula livre é sinal que ele poderá se movimentar pelo País e, principalmente, falar diretamente ao povo nas ruas, entidades, organizações e redes sociais.

A covardia e a insanidade perpetradas pelo consórcio de direita formado pelo Congresso, Globo e suas congêneres, empresariado urbano e rural, partidos de direita, à frente o PSDB e o MDB, além dos coxinhas celerados e lobotomizados por uma propaganda agressiva, sistemática e antipetista, que tinha e tem como propósito fundamental judicializar a política e criminalizar o PT e suas principais lideranças.

No decorrer de três mandatos e meio do Partido dos Trabalhadores conquistados democraticamente e legitimamente, grupos de extrema direita, financiados por empresários (a maioria paulista) e por partidos de direita tomaram o front da batalha política e ideológica no lugar das agremiações conservadoras derrotadas eleitoralmente quatro vezes pelo PT e associadas à grande mídia de mercado nacional, que sempre deu voz aos setores golpistas e usurpadores da sociedade brasileira.

Segmentos que se sentiram à vontade e livres para participar do processo do golpe do impeachment, que usurpou o poder e o entregou a uma das maiores quadrilhas da história da República, que está prestes a deixar o Palácio do Planalto, com a cumplicidade e a aquiescência do desmoralizado e desacreditado Supremo Com Tudo (SCT), que vem a ser, ressalto mais uma vez, a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil.

O fascista Jair Bolsonaro, cuja equipe é a maior provedora e promotora dos fake news mais canalhas, covardes e mentirosos da história das eleições brasileiras, que tem por objetivo desconstruir e criminalizar o candidato do PT, Fernando Haddad, está a ser protegido e beneficiado pelo sistema judiciário brasileiro, notadamente em questões eleitorais fiscalizadas pelo TSE presidido por Rosa Weber.

Trata-se de uma juíza há tempos acovardada, que, vergonhosamente, cala-se perante os crimes de caixa dois sustentados por mais de R$ 12 milhões, dinheiro não contabilizado legalmente e proveniente de um grupo de empresários, cuja maioria oprime seus empregados para que votem no candidato do PSL, Jair Bolsonaro, um político de extrema direita, que há 30 anos na Câmara dos Deputados está a reverberar sua voz fratricida, porque se fez o mensageiro de violência, que o Congresso e a sociedade viram e ouviram em um tempo de três décadas.

O Bolsonaro apoiado disfarçadamente pelos jornalistas porta-vozes do Grupo Globo, que participaram, tal qual ao político de extrema direita e o PSL, como protagonistas do golpe de estado contra a legítima presidente Dilma Rousseff, pois falam pela famiglia Marinho, a exemplo também do apoio dos cúmplices do fascismo ao capitão reformado, como os Revoltados Online, Vem pra Rua e MBL, dentre muitos outros grupelhos golpistas e de extrema direita, que difundem fakes news e caluniam, difamam e injuriam autoridades, empresas públicas e os brasileiros que discordam das ações desses nichos bárbaros e intolerantes.

Selvagens que de maneira violenta e "engravidados" pela ideologia fascista estão, inclusive, a reprimir e oprimir os eleitores, cidadãos comuns e militantes de esquerda nas ruas, a agredi-los fisicamente e moralmente, a ameaçá-los em locais públicos e fechados, sem falar na internet e inúmeras redes sociais, que se tornaram terra de ninguém, mas férteis para todo tipo de covardias, mentiras e infâmias por parte de uma direita de terceiro mundo, que luta, de fato, para implantar no Brasil uma ditadura civil-militar aos moldes do que foi feito em 1964, a ressaltar, evidentemente, as diferenças históricas.

Bolsonaro, em discurso dos mais ferozes, no domingo, na Avenida Paulista, afirmou que é candidato a tirano ou ditador, mesmo a se utilizar durante 30 anos da democracia para se eleger deputado federal dos mais fracos, porque totalmente improdutivo, assim como colocar todos seus filhos a mamar em cargos públicos e, por sua vez, assumir os cargos com discursos ameaçadores contra inúmeros grupos sociais deste País.

O Patropi violentíssimo e extremamente desigual, sendo que milhões de pessoas, infelizmente, somente tem o Estado nacional para socorrê-las. E agora, José? Brasileiros humilhados no decorrer de séculos, desde seus ancestrais, que tentam, em vão, livrarem-se da violência, da fome e da miséria, das doenças e do desemprego poderão ficar expostos a uma turba que adentrará o Palácio do Planalto com o único objetivo de subjugar milhões de brasileiros.

A efetivação da exploração para que eles trabalhem em seus benefícios e mantenham seus privilégios, além de serem mãos de obra barata para as multinacionais, que após o golpe do traidor e corrupto *mi-shell temer, que sempre teve o apoio em peso do PSL de Bolsonaro, efetivou o programa privatista do PSDB, que tem por único propósito atender os interesses dos ricos e dos muitos ricos.

O capitão reformado de mentalidade simplória que fala contra a corrupção no horário eleitoral, cujo PSL, seu partido, é o que mais votou a favor dos projetos do desgoverno golpista de *temer contra o Brasil e os trabalhadores brasileiros. Hipocrisias e mentiras em profusão, mas que definem o Bolsonaro e seu partido exemplarmente.

Bolsonaro prometeu prender o senador Lindbergh Farias e também seu adversário Fernando Haddad. Disse que Lula irá apodrecer na prisão, bem como os dois citados farão companhia ao presidente preso político de uma direita calhorda, golpista, covarde e violenta a qual Bolsonaro é um dos seus maiores representantes em termos mundiais.

Porém, nem a extremista de direita, a francesa Marine Le Pen, conseguiu digerir a barbárie de Bolsonaro, e afirmou: "Ele tem dito coisas que são extremamente desagradáveis, que são intransponíveis na França". A principal líder da extrema direita francesa e um dos símbolos da direita europeia sente repulsa pelas palavras e pensamentos diabólicos que Bolsonaro difunde há 30 anos em público e no parlamento. Nem a extrema direita aceita o barbarismo bolsonariano.

O Brasil e a América Latina não mereciam o fascismo como forma de fazer política e se reportar à sociedade. Fascistas não refletem e não representam a civilização e o que é civilizado. O deputado federal do PSL, improdutivo, preconceituoso e violento, Jair Bolsonaro, é o Possesso do fascismo e se coloca como candidato a tirano. #Ele não! É isso aí.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Bolsonaro é golpismo brutal, a falta de pão e paz; a ausência de civilização e inteligência


Por Davis Sena Filho — Palavra Livre

Imagine se um candidato a presidente nos EUA, que o Bolsonaro tanto admira, fizesse um ato insano, violento e desrespeitoso como este na foto?! Entendeu o que é barbárie, fascismo e selvageria?

Eu poderia relatar os momentos mais escandalosos e violentos do capitão da reserva e deputado federal já veterano Jair Bolsonaro no que diz respeito à sua curta carreira militar, sua conduta de insubordinado, que levou os generais e coronéis da década de 1980 a ficarem revoltados com o ex-oficial de atos e ações radicais, bem como um político de extrema direita.

O extremista e agora privatista ultraneoliberal, Jair Bolsonaro, cujo conselheiro sobre economia é o banqueiro Paulo Guedes, que nunca foi nada no setor público e no mundo acadêmico, jamais teve compromisso com os interesses do Brasil, além de sempre apostar na violência, tanto verbal quanto ideológica, a misturar a este coquetel diabólico e de insanidades e radicalismos, que fogem à razão e à sensatez, a religião.

Bolsonaro é parte do “batalhão” evangélico politicamente ativo, que milita no campo ideológico de direita, sendo que muitos estão a viver ainda no Velho Testamento do “Olho por olho, dente por dente”, que jamais aceitou a democracia plena e a inclusão social das classes pobres, que ascenderam economicamente nos governos petistas, por intermédio do pequeno estado de bem-estar, que efetivou uma rede de proteção social, que está a ser demolida, violentamente, no desgoverno corrupto, ilegítimo e entreguista de *mi-shell temer e seus parceiros golpistas de primeira hora, os tucanos do PSDB.

Por sua vez, grande parte dos eleitores do Bolsonaro é composta por coxinhas de classe média, que sempre consideraram durante anos uma afronta à sua condição de classe os “empregados” da sociedade crescerem financeiramente e ter direitos que até então nunca tiveram acesso, a exemplo das ferramentas que viabilizaram o ensino técnico e o universitário, além de “terem” de ver as consideradas classes baixas ou populares a frequentar lugares considerados territórios dos coxinhas, como shoppings, aeroportos, faculdades, restaurantes, cinemas e até mesmo os shows onde os filhos das “boas” famílias fumam seus baseados e tomam seus porres sem serem incomodados pela polícia e nem vistos pelos seus “empregados” seculares.

Além disso, a criação de inúmeros programas de inclusão social, a explosão do consumo, a criação de estatais, os investimentos pesados em infraestrutura (transposição do Rio São Francisco, rodovias, ferrovias, hidrelétricas, moradias, cisternas, energia elétrica, como o Luz para Todos etc.), o pagamento da dívida externa junto ao FMI, a abertura de créditos à agricultura familiar, aos pequenos e médios agricultores, os créditos consignados aos servidores públicos, os empréstimos a juros mais baixos para as micro e médias empresas fizeram a roda da economia girar e, em 12 anos, os governos democráticos do PT criaram 20 milhões de empregos — um recorde de âmbito mundial, em um mundo, inclusive o desenvolvido, afundado pela neoliberalismo e a corrupção indômita e voraz que os colonialistas neoliberais geraram para ferrar com os países e seus próprios povos.

No Brasil, os neoliberais e ultraneoliberais, capitaneados pelos oligopólios midiáticos, à frente a Rede Globo, e pelos partidos de direita liderados pelo PSDB somente chegaram ao poder mediante a um golpe bananeiro, mas criminoso, a ter como garantidor do incomensurável e desditoso crime os juízes do Supremo Com Tudo (SCT), que estão agora a se calar, pois cúmplices, aos desatinos e às irresponsabilidades de um fascista perigoso que atende pelo nome de Jair Bolsonaro.

O neofascista, que perto do integralista Plínio Salgado é um anão intelectual e político, está agora no hospital onde se recupera de uma facada dada por outro celerado em Juiz de Fora, a apostar em um golpe, que seria o terceiro, pois seu argumento golpista, pernicioso e pleno de malícia e maledicência é que o PT está a armar uma fraude eleitoral, porque a urna eletrônica, a mesma que o Bolsonaro se elegeu “cem” vezes deputado federal, não é confiável.

Por seu turno, o milico insubordinado, que passou quase trinta anos a xingar e a desrespeitar as pessoas na Câmara dos Deputados, que debochou, esculhambou e tratou como se não fossem dignos de respeito seres humanos de uma sociedade multicultural e multirracial, ainda age com outra ignomínia ao afirmar que se o candidato do PT, Fernando Haddad, vencer as eleições ele assinará indulto para o Lula. Pura mentira e má-fé!

Porém, se o desse e o Lula aceitasse, Haddad, em nome dos votos que recebeu do povo brasileiro e de acordo com a Constituição nada demais teria cometido, porque a observar a legalidade, além de ser legitimado pela soberania popular. Bolsonaro quer, na verdade, dar o terceiro golpe, agora com o apoio das Forças Armadas, que se meteram numa tremenda fria quando tomaram o poder ilegalmente e, com efeito, saíram do poder desmoralizadas, pois foram 21 anos de ditadura, quando setores militares torturam, mataram e concentraram renda e riqueza, além de censurar a imprensa canalha e corrupta, que também apoiou o golpe de 1964 e o de 2016.

Outro problema é o general da reserva Hamilton Mourão e candidato a vice do ex-capitão, que literalmente falou em golpe de estado, com os militares à frente, como se já não bastasse os juízes, os procuradores e a mídia hegemônica e representante dos bancos que infernizaram o País, a interditar a candidatura Lula, a derrubar do poder a presidente legitimada pelo povo com 54,5 milhões de votos, a judicializar todo e qualquer ato dos governos petistas, inclusive os de rotina, além de criminalizar as principais lideranças do PT, a política como ferramenta de diálogo e de administração, bem como rasgar a Constituição e mandar ao espaço o Estado Democrático de Direito.

A direita e a extrema direita estão desesperadas, porque sabem que podem perder no segundo turno para o PT. Essa gente do establishment quer um regime onde cabe somente os seus e a deixar a maioria da população brasileira excluída, como sempre fizeram, pois têm almas de escravocratas. Está no sangue, no DNA da casa grande e de seus agregados: os coxinhas celerados.

A direita brasileira rejeita ferozmente, além de tudo o que elenquei acima, o estabelecimento de uma política de soberania nacional descolada dos Estados Unidos e o fortalecimento de blocos, a exemplo do Mercosul, do G-20 e do Brics. Os escravocratas tupiniquins querem viver tutelados pelos Estados Unidos eternamente, pois consideram que se for assim — como sempre foi — eles continuarão a se sentir seguros emocionalmente, psicologicamente e economicamente.

Agem como se fossem aqueles filhos que envelhecem nas barras das saias das mães e das calças dos pais. Esse tipo de gente tirana e egoísta é que se poderia chamar de párias-dependentes, ou seja, os eternos colonizados com complexo de vira-lata, que não se indentificam com seu próprio País e culturas, porque irremediavelmente dissociados de sentimentos de soberania, nacionalidade e patriotismo, a não ser para hipocritamente e cinicamente dar golpes, como fizeram a partir de 2013 e em 1964 e 1954. Para eles, basta vestir a camiseta amarela da CBF corrupta e exigir o “padrão” Fifa, que logo pararam de exigir no decorrer de todo desgoverno corrupto, antinacional, antipopular e antipatriótico de *mi-shell temer e bando.

E o que o fascista Jair Bolsonaro tem a ver com tudo o que escrevi neste artigo? O ex-capitão Bolsonaro representa tudo isto. Ele é a razão final do golpe, da manutenção do golpe, da sobrevivência do golpe. A direita está desmoralizada por causa de seus crimes travestidos de legalidades, sendo que muitos são realizados na cara dura, com a aquiescência do Judiciário e de parte da sociedade — a classe média e os ricos.

Bolsonaro sabe disso e por isto aposta no terceiro golpe contra a democracia, a partir da deposição de Dilma, da prisão de Lula e, se colar, o não reconhecimento da vitória de Fernando Haddad. Bolsonaro é mais um golpista de terceiro mundo a infernazar o Brasil e a América Latina. O golpe quer sua terceira passagem. Vamos ver o limite do Supremo Com Tudo (SCT) quanto à sua indulgência perante os golpistas que romperam com o Estado de Direito para terem direito ao Estado, assim como vendê-lo.

A direita é furiosa e sectária, porque seu projeto de País é tratar de seus interesses de grupos e pessoais para se locupletar. A inclusão do povo brasileiro pelos programas do PT fizeram com que as “elites” econômico-financeiras historicamente escravocratas e subalternas e subservientes aos Estados Unidos e aos países grandes da União Europeia reagissem com inconformismo e intolerância, de forma macabra e violenta.

Evitar a vitória de Haddad não significa apenas e simplesmente evitar a ascensão do PT ao poder central. Derrotar o PT e lideranças como Lula, Dilma e José Dirceu significa, sobretudo, não permitir que o Brasil tenha projeto de desenvolvimento, independência e soberania. Efetivar um terceiro golpe é manter o povo no cabresto, com as limitações perversas impostas à CLT, bem como significa a continuidade do desmonte do Estado e dos direitos da população que ainda restam.

A resumir: Bolsonaro é o desmonte do Brasil, o arremedo de democracia e sua definitiva colonização por parte dos ricos deste País desigual associados aos Estados Unidos. O capitão é o Brasil de joelhos e a derrota do que é civilizado em uma sociedade plural como a brasileira. Bolsonaro é o golpismo brutal, a falta de pão e paz; a ausência de civilização e inteligência.  É isso aí.


sábado, 1 de setembro de 2018

A Justiça dos injustos e o País do descalabro

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre




O Judiciário irresponsável e golpista finaliza o golpe no TSE, aumenta seus próprios salários e escraviza o povo por intermédio da terceirização total do trabalho, a deixar os trabalhadores nas mãos de empresários e governantes predadores e compromissados apenas com o capital e seus dividendos.

Enquanto isso, a Turquia prendeu cerca de três mil juízes e procuradores acusados e denunciados por tentar efetivar um golpe de estado, além de punir inúmeros generais, delegados e empresários, que estão na cadeia.

O Brasil é bárbaro e selvagem, dissociado de qualquer marco civilizatório, porque possui a pior e mais perversa casa grande do mundo ocidental.

Este é o País da ignorância, da miséria e da ultraviolência; da fome, da prostituição e da agiotagem, do tráfico de drogas e de armas, onde quadrilhas explodem bancos e as pessoas são assaltadas nas ruas intermitentemente, em um processo diabólico progressivo, que foi dimensionado exponencialmente pelo golpe dos ricos, dos muito ricos e pelos coxinhas celerados.

E deu no que deu: o Brasil irremediavelmente dividido, violentíssimo, desigual e injusto.

O Judiciário mostrou escancaradamente quem é e para o que sempre veio: garantir a entrega do Brasil às multinacionais, alinhar-se aos EUA e abrir mão de sua soberania, privilegiar os ricos, desmontar o pequeno estado de bem-estar social, derrubar Dilma Rousseff do poder e, fundamentalmente, prender o Lula e impedi-lo de vencer as eleições presidenciais de 2018 ainda no primeiro turno, pois, do contrário, o golpe de direita perderia o sentido.

Trata-se do Judiciário perdulário, elitista, antinacional, antidemocrático e antipopular.

O Brasil mostrou sua cara sem meias imagens e palavras. Os juízes e os procuradores saíram de suas caixas de Pandoras e deram a prova final que são os maiores responsáveis, desde a fundação da República, pelo subdesenvolvimento social e econômico do povo brasileiro, pois os garantidores de privilégios, benefícios e patrimonialismos das castas ricas e poderosas, que fazem do poder o meio para enriquecer, manter o status quo e eternizar a supremacia do establishment perante o povo e os trabalhadores.

O Judiciário brasileiro é a alma e o espírito do golpe do impeachment, que deixou o Brasil desmoralizado e de joelhos perante as Nações e os organismos governamentais e não governamentais.

Juízes e procuradores ricos, completamente alienados das necessidades e realidades do povo brasileiro, cassaram a dignidade humana e os direitos civis e políticos, não somente de Lula, mas de dezenas e dezenas de milhões de brasileiros, que tiveram seus votos cassados a partir da deposição criminosa de Dilma Rousseff e do encarceramento surreal e pleno de injustiça e violência contra o Lula.

Juízes e procuradores desprovidos de votos advindos da soberania do povo governam o País sem serem autorizados pela cidadania e a Constituição. Burocratas e exploradores do Direito violaram as leis, tornaram-se criminosos e transformaram o Brasil, definitivamente, em uma republiqueta pária e de terceiro mundo.

O Brasil sem influência nos fóruns internacionais e indigno para de igual para igual, de forma altiva e soberana, dialogar e quando necessário enfrentar os governantes dos países civilizados e democráticos.

O País de segunda classe, que não é respeitado e ouvido no mundo, porque não respeita as leis e a própria Constituição.

O Brasil dos golpes de estado, cujas "elites" o vendem barato, pois por elas prostituído e desamparado, pois inimigas do próprio povo, ao tempo que subalternas e subservientes aos interesses internacionais e da burguesia nativa.

A casa grande do atraso e do retrocesso, além de colonizada, mas portadora de egoísmos, perversidades, mesquinharias e rancores, que deixariam o anjo caído constrangido em suas vergonhas e violências.

A Justiça no Brasil não existe. Os juízes são, literalmente, o Brasil como ele o é: fadado ao fracasso, à desilusão, à iniquidade e ausente para seus filhos, porque há séculos abandonados.

O Brasil é indisciplinado e, com efeito, ingovernável, porque é na desordem que os abastados das castas privilegiadas mantêm e adquirem suas riquezas para viver em opulências.

O lugar esquecido por Deus, onde vicejam juízes e procuradores, que traem o País e cometem crimes contra a Constituição e o Estado Democrático de Direito.

O TSE consolidou o golpe. O Brasil perante a comunidade internacional é fora da lei, com juízes refratários à legalidade.


A Justiça dos injustos e o País do descalabro.

Pobre do Brasil.



terça-feira, 28 de agosto de 2018

Lula, Globo e promotor golpista a difamar Haddad e favorecer o PSDB

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


O Ministério Público de São Paulo e seus promotores hedonistas e narcisistas não são comprometidos com os tucanos do PSDB paulista. O MP de São Paulo é o próprio PSDB, sua mais perversa face de direita e que comete, sistematicamente, três covardias para derrotar seus inimigos políticos: o domínio do fato, o lawfare e a traição ao povo brasileiro ao se tornar politicamente golpista e moralmente usurpador da Constituição  e do Estado Democrático de Direito. 

Assim também o é o Supremo Com Tudo e o MPF, que são a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil.Todo mundo sabe e compreende muito bem que o Ministério Público, principalmente os setores de direita, que são partidarizados e ideologizados estão envolvidos profundamente com o golpe do impeachment de 2016. Um golpe sem-vergonha e essencialmente terceiro-mundista, diga-se de passagem, levado a cabo pelos setores mais radicais e sem projeto de País da direita brasileira.

Grupos que tomaram o poder central de assalto e associados em um consórcio golpista e predador em relação aos interesses da Nação, a ter neste momento à frente da batalha partidária e eleitoral o Judiciário e a imprensa monopolista, que estão neste momento a atacar o candidato a vice-presidente de Lula, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, político premiado nacionalmente e internacionalmente por causa de seus programas sociais e urbanos de quando administrou a maior cidade do País.

Haddad está a ser atacado por notícias premeditadamente requentadas pelo jornal falido, o Estado de São Paulo, um pasquim provinciano e pertencente à extrema direita paulista. A mesma que luta incansavelmente para que o Brasil retorne ao passado já longínquo, em um retrocesso cruel que remonta à escravidão, porque até hoje o jornaleco da casa grande paulista vive na era da Política do Café com Leite dos tempos da Velha República, bem como trata as realidades do século XXI como se estivesse a realizar escaramuças da chamada “revolução” de 1932.

Por sua vez, a realidade é que os historiadores sérios e comprometidos com a verdade e as realidades históricas tratam tal “revolução” dos escravocratas como se deve tratar: uma reação por parte da casa grande ao governo dos revolucionários de Getúlio Vargas, que conquistaram o poder em 1930 e, com efeito, passaram a industrializar o País e a favorecer a massa de trabalhadores com direitos sociais e trabalhistas.

Juntam-se a jornais panfletários e direitistas como o Estadão, a Folha de S. Paulo e o Grupo Globo, que, malandro e esperto sem limites, “deixou” de ser “Organizações(?)” para ser “Grupo”. Organizações pega mal, né? Afinal, qualquer pessoa pode fazer a seguinte pergunta que não quer calar: “Organizações de quê, cara pálida? Organizações de famiglias?”

Obcecada e desesperada com a força eleitoral do Partido dos Trabalhadores e suas principais lideranças, a exemplo de Lula, Dilma Rousseff e Fernando Haddad, dentre outras, a imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?!) necessita de fakes, como um dependente químico precisa usar drogas, pois a verdadeira fábrica de notícias falsas e manipuladas, quando não mentirosas para combater àqueles que os magnatas bilionários de todas as mídias cruzadas e oligopolizadas consideram como inimigos.

Para isso, o Grupo Globo e seus replicadores, como o Estado de São Paulo, tratam de sistematicamente desconstruir os nomes de políticos, geralmente da corrente trabalhista e de esquerda, que não cometeram malfeitos, a exemplo de Haddad, pois enlamear seu nome com a pecha fétida da corrupção é o caminho mais fácil para tirá-lo covardemente da luta política e, consequentemente, favorecer o candidato da direita e dos grupos corporativos midiáticos privados.

Esses bandos de lobos e chacais representam os interesses do establishment e lutam desesperadamente para manter o Brasil como republiqueta subordinada e atrelada umbilicalmente aos Estados Unidos e aos interesses das multinacionais, principalmente os bancos e as petroleiras, que tiram o máximo dos países, dentre eles o Brasil, assim como não dão o retorno, que deveria ser duramente obrigatório, para que o Brasil e seu povo se desenvolvessem, por meio de suas riquezas naturais, suas terras e seu patrimônio público.

Contudo, e apesar do poder dos coronéis proprietários das mídias privadas e de seus principais empregados, que estão sempre dispostos a rosnar em prol também de seus interesses financeiros e pecuniários em detrimento da maioria do povo brasileiro, não é possível derrotar ainda as esquerdas e sua principal liderança, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e quem ele indicar, se não for possível participar do certame eleitoral.

Para isso, os barões bilionários da imprensa de negócios privados necessitam do Poder Judiciário e do Ministério Público burgueses e partidários à direita, como urge ao diabo fugir da cruz. Trata-se do poder da República e da corporação que são totalmente dissociados e alienados dos interesses do País e das necessidades mais prementes de seu povo. Juízes e procuradores ou promotores, como quiserem, que fazem o jogo político de engessar a economia, judicializar o processo político e eleitoral, bem como criminalizar atos de ofício rotineiros de quem foi eleito pelo povo e legalmente governa.

Esses sacripantas togados de terceiro mundo com seus valores de pequenos burgueses ultrapassaram o portal do inferno, saíram de suas caixas de Pandoras e estão a mandar no País e a governá-lo sem a autorização do povo, que se dá por intermédio do voto soberano e irremediavelmente constitucional. E por que digo isto? Porque o MP de São Paulo, o mesmo que perseguiu Lula e depois teve de recuar e, mais do que isto, reconhecer ao público que não tinha provas de crimes contra o ex-presidente voltou a agir, de forma covarde, irresponsável e medonha.

Para a imprensa brasileira de mercado e alienígena mais corrupta do mundo ocidental poder fazer política e combater o PT nas eleições presidenciais deste ano, o MP paulista resolveu ingressar com uma ação de improbidade administrativa contra Fernando Haddad, uma forma de prejudicar e difamar um candidato que tem grande chance de ser eleito vice-presidente ou presidente pela maioria do povo brasileiro.

Não qualquer candidato é o Haddad, mas um político do PT e aliado do presidente Lula, que lidera todas as pesquisas de cabo a rabo e que estaria a viajar pelo Brasil se não fosse encarcerado injustamente, pois preso político, reconhecido como tal em âmbito mundial e, inclusive, pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU como preso político, que deixou claro que Lula, por lei, tem o direito de ter preservado todos seus direitos políticos, a poder fazer campanha e a dar entrevistas.

Todavia, aqui na Banânia dos coxinhas celerados, das mídias privadas que governam os governos golpistas, párias e sem a mínima vergonha na cara, como o desgoverno do corrupto e usurpador *mi-shell temer, campeão mundial de rejeição em todos os tempos, existem o STF, os tribunais subalternos e a PGR/MPF estaduais e federal. É essa gente que levanta a bola com açúcar para a imprensa de direita cortar acima da rede e atingir politicamente os candidatos do PT.

Por seu turno, gente do naipe do promotor Wilson Tafner, da Promotoria do Patrimônio Público de São Paulo, dentre muitos outros promotores e procuradores, resolve a seu bel-prazer reviver um assunto que foi notícia e também minuciosamente explicado à Justiça por Fernando Haddad e seus advogados, de forma que ficou muito difícil para a imprensa burguesa, a mais corrupta do mundo ocidental e seus capitães do mato, que se tornaram ordinários imputar a pecha injusta de corrupto a Haddad, um politico historicamente compromissado com o desenvolvimento do Brasil e com o bem-estar do povo brasileiro tal qual a Lula.

O promotor Tafner pediu ainda o bloqueio de bens no valor de R$ 15,1 milhões, uma verdadeira fortuna, que certamente o político do PT não possui, como fizeram com o patrimônio do Lula, sendo que praticamente o mesmo há décadas, sendo que um político de grandeza internacional sempre foi convidado para dar palestras e cobrá-las por elas, justamente, o que se tornou também um problema, mesmo o Lula a apresentar recibos e descontar em seu imposto de renda.

Agora vem esse promotor pleno de interesse político requentar acusação a Haddad para a imprensa de mercado bater, a fim de combatê-lo politicamente e eleitoralmente, de maneira que ele se torne refém de acusações infundadas e de denúncias vazias. É o fim da picada o MP de São Paulo, que a despeito de ter se dado mal em inúmeras acusações mentirosas e covardes, insiste em tentar interditar a candidatura do PT na pessoa de Fernando Haddad.

Esses caras têm de ter limites, nem que seja por meio de mudanças severas nas regras e normas que regem o MP, que virou um monstro e que está a infernizar a vida política e social do povo brasileiro, a, inclusive, impedir sistematicamente que as autoridades eleitas pelo voto popular e soberano governem, administrem e determinem questões sobre os orçamentos. Como pode uma coisa sem pé e nem cabeça acontecer?

Até as obras que beneficiarão o povo em todos seus aspectos nos municípios e estados são paralisadas muitas vezes por causa da vaidade e da arbitrariedade de um promotorzinho mequetrefe, concursado e desprovido de votos, que resolveu partidarizar e politizar o seu cargo e ofício. Trata-se de um absurdo o empoderamento de juízes e procuradores que chega às raias da esquizofrenia. O Judiciário e o MPF e seus subordinados trocaram os pés pelas mãos e não param de encher o saco e infernizar o Brasil. Até quando?

Se a esquerda vencer as eleições tem de prioritariamente dar fim a esse estado de coisas que não coadunam com o Estado de Direito, a democracia e a Constituição, que foi aviltada para não dizer estuprada pela direita que tomou de assalto o poder central e destruíram a economia do País e rebaixaram a autoestima do povo brasileiro.

Agora pergunte ao promotor e político inconsequente Wilson Tafner se ele está a fim de denunciar e, quiçá, perseguir os ladrões do PSDB paulista ou jogar duro com o Paulo Preto, o caixa dos tucanos, a ter o senador tucano José Serra como seu interlocutor de proa, ou seja, seu chefe direto, além do candidato à presidência Geraldo Alckmin. Pergunte ao Wilson Tafner como estão os escândalos do Rodoanel, das companhias de trem e metrô, da Dersa, bem como  a construção do túnel da Avenida Roberto Marinho (vejam só?), que na verdade foi questionada duramente logo que Haddad assumiu a prefeitura paulistana, sendo que o promotor insiste dizer que Haddad se aproveitou do cargo para amealhar vantagens. Mentira!

Então, vamos às perguntas que não querem calar: promotor Wilson Tafner, por que o MPSP até hoje não conseguiu botar na cadeia um único tucano ladrão? É verdade que grande parte do povo paulista, paulistano e brasileiro percebeu que o MPF, o MPSP, a Lava Jato e o Supremo Com Tudo (SCT) tem partido, o PSDB, e por isto não consegue prender um único tucano ladrão? Porque, pense bem, nobre promotor, ninguém é idiota e otário, e percebe que o MP levanta a bola para a imprensa corrupta bater no PT e seus candidatos. Lula Livre. É isso aí.