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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Se vier o golpe, Lula e Dilma tem de ir às ruas e submeter a oposição aos ditames da Lei

Por Davis Sena Filho Blog Palavra Livre


“Eles {demotucanos e imprensa} não sabiam da força que eu tinha na rua. Eu reuni o governo aqui e eu disse: "Olhe, vocês fiquem aqui porque essa gente vai me enfrentar é na rua". (Presidente Lula aos ministros, em 2005, antes de ir às ruas para evitar um golpe contra seu governo)

Alguns blogueiros, colunistas e articulistas considerados progressistas tem demonstrado muita preocupação com a direita partidária encabeçada pelo PSDB e com o sistema privado midiático controlado por meia dúzia de famílias, que não aceitaram até agora os resultados legítimos das eleições de 2014, que reconduziram, por intermédio do voto popular, a presidenta trabalhista, Dilma Rousseff, à cadeira da Presidência da República.

A preocupação faz sentido e não é à toa. Os jornalistas da blogosfera de esquerda conhecem a história do Brasil, seus antagonismos políticos, bem como seus contrastes regionais. Sobretudo tais profissionais reconhecem a força da direita e sua capacidade de mobilização de caráter golpista, a exemplo das tentativas e consolidações de golpes de estado nos anos de 1932, 1938, 1945, 1954, 1964 e, evidentemente, 2005, que a imprensa burguesa e de histórico golpista tratou logo de abafar o caso e deixá-lo para o esquecimento do tempo.

Contudo, há uma solução para estancar e combater tais crimes de ordens constitucionais e institucionais, geralmente protagonizados por setores das elites brasileiras de passados escravocratas e inconformados por não mais controlar os cofres do Governo Federal, cujas chaves das portas do Banco do Brasil, do BNDES, da Caixa, do Banco Central e do Ministério da Fazenda estão a ser controladas por políticos trabalhistas há 12 anos, sendo que o PT e seus aliados vão ficar mais quatro anos, a perfazer 16 anos no poder.

O antídoto contra golpes criminosos de estado se chama povo. Dilma e Lula se, porventura, considerarem que o mandato legal da presidenta está a correr perigo, a solução é ir às ruas, mobilizar o povo brasileiro, além da sociedade organizada em sindicatos de trabalhadores, entidades estudantis, associações de classes, como a OAB, a Fenaj e a ABI, bem como conquistar o apoio dos partidos de esquerda, de centro-esquerda e até mesmo os de centro, que se submetem aos ditames da democracia e da Constituição de 1988.

Quando magnatas bilionários de todas as mídias cruzadas e seus empregados de confiança, transformados em pitbulls desses oligopólios, teimam em não aceitar os resultados das eleições livres e legais ocorridas há menos de 15 dias, o melhor que o Governo Trabalhista tem de fazer é colocar as barbas de molho e ficar com um olho no gato e o outro no peixe do aquário.

A palavra impeachment está a ser propositalmente vulgarizada pelos áulicos da mídia de negócios privados. De tal forma que sistematizar tal palavra cantada na imprensa de mercado vai fazer com que parte da população brasileira tradicionalmente influenciada por segmento de alma golpista passe a considerar “normal” derrubar um governo constitucionalmente legal e depositário de 54,5 milhões de votos, conforme decisão independente das urnas.

Todavia, nunca se deve remediar ou tergiversar com a poderosa direita brasileira hoje capitaneada pelo sistema midiático privado, cujos donos são, sem dúvida alguma, os empresários de pensamento político, social e econômico mais atrasado do empresariado brasileiro, a superar, inclusive, setores conservadores que realizam suas atividades no mundo rural, exemplificadas no agronegócio.

Trata-se de um processo perigoso, porque o Brasil e a América Latina foram alvos de golpes belicamente violentos e sangrentos, no decorrer de 130 anos, geralmente perpetrados pela direita, apoiados e financiados pelos Estados Unidos, a terem suas embaixadas transformadas em bases da CIA.

Lamentável, pois, que mal terminaram as eleições presidenciais e a imprensa corporativa continua à espreita, como se fosse um felino à espera de dar um bote na presa. Não cabe mais no Brasil, um País que está a consolidar a democracia e o estado de direito, a efetivação de um processo draconiano, vampiresco, que são as tentativas de conspirações contra o Estado e o Governo.

A verdade é que existe uma fábrica de ilações constantes que visam a criminalização do Partido dos Trabalhadores e do Governo Trabalhista, além de se criar, diuturnamente, escândalos, denúncias e fofocas maledicentes que tem por finalidade demonizar a Presidência da República, porque o que está em jogo para a direita é a instabilidade institucional, e, consequentemente, a desmoralização do Governo.

E como conseguir esses intentos? Por intermédio da demonização de figuras importantes do Governo e de outros setores e poderes do Estado nacional. O alvo agora é a operação Lava-jato, que poderá implicar no envolvimento de figuras de proa, tanto do Governo quanto da oposição, que já sentiu calafrios na campanha de Aécio Neves à Presidência quando disseminaram a notícia de que o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, consta na lista da Lava-jato, como um dos beneficiados pela Petrobras.

Por causa de fatos como esses que a direita ainda não se lançou totalmente aos ataques, como o fizera a partir de 2005, por meio do “mensalão” do PT, cujo objetivo era sangrar o presidente Lula até ele ficar inelegível ou ser derrubado por um golpe ao estilo do Paraguai ou de Honduras, quando presidentes de esquerda foram derrubados por intermédio de chicanas judiciais ilegais de fundo golpistas, com o apoio dos Estados Unidos. Nada que surpreenda a humanidade, afinal se trata de uma potência belicamente invasora e financiadora de golpes e guerras.

A verdade é que até hoje o “mensalão” do PT não foi comprovado, bem como não foi ainda julgado o mensalão do PSDB, que neste ano completou dez anos de impunidade, com a cumplicidade de setores politizados à direita do MP e do Judiciário. Um absurdo.

Observemos também que a constante veiculação nas mídias da palavra impeachment é uma forma de preparar os setores mais reacionários da sociedade brasileira para ir às ruas, como já o fizeram agora há pouco quando pediram o impeachment de uma presidenta recém-eleita, que respeitou o jogo democrático e eleitoral.
Não só pediram o impedimento da mandatária trabalhista, bem como histericamente reivindicaram uma intervenção militar, que, segundo os radicais direitistas, não é um pedido de golpe de estado, mas, sim, um “direito” que consta na Constituição. Chamar essa conduta de cínica e infame é pouco para tanta iniquidade e falta de discernimento e compromisso com o País.

Por isso, afirmo: não se brinca com a direita, ainda mais a brasileira, proprietária de escravos por quase 400 anos, e que, em pleno ano de 2014 do século XXI, ainda é flagrada a cometer crimes de trabalho escravo, como confirmam as fiscalizações e os índices do Ministério do Trabalho, bem como algumas notícias nos próprios jornais defensores das “elites”. Covardia maior não há. Pode ter igual, mas não maior.

Lula estava completamente com razão quando deixou o Palácio do Planalto e foi às praças e às ruas falar ao povo e, com efeito, demarcar terreno e limites para a direita golpista, que tem a imprensa burguesa como sua ponta de lança, como ocorreu nos idos de 1964. Dilma e Lula não tem mais o direito de vacilar ou tergiversar quanto à efetivação do marco regulatório para os meios de comunicação — a Lei dos Meios.

O líder de massas e a mandatária brasileira sabem com quem estão a tratar. Não se brinca com escorpiões e tigres selvagens. A história comprova o que eu estou a falar e a lembrar. O marco regulatório, a Lei dos Meios protegerão a sociedade brasileira, as instituições republicanas e até mesmo os magnatas bilionários de todas as mídias cruzadas, que deixarão um pouco de conspirar e tratar de ganhar mais dinheiro. Por seu turno, se houver tentativa de golpe, Lula e Dilma tem de ir às ruas e submeter a oposição aos ditames da Lei. Igual a 2005. É isso aí.

20 comentários:

Jorge Marcelo disse...

Davis, você foi a favor do impeachment do Collor, hoje aliado do PT?

Anônimo disse...

Davis, qual a sua opinião sobre o que escreve Arnaldo Jabor?

Julio Nogueira - BSB - arquiteto

Clarissa Polli disse...

Verdade, Davis. Ainda tem os sem teto, os sem terra e outros movimentos de força social. Na hora do vamos ver eles fecham com o Governo popular, que sempre os recebeu e negociou, ao contrário da direita. Golpes nunca mais. Jango vive!

Anônimo disse...

Toda tentativa de tomada de poder, históricamente, partindo de messianismos para que surjam um " novo homem", " uma nova sociedade", uma unanimidade consequente foi a matança generalizada. O

Não se combate uma ideia radical com flores ou com poesia.
Há que se enfrentar com meios violentos: é uma questão de vida ou morte. É a luta pela sobrevivência.

A violência revolucionária do socialocomunismo é implícita.Está na própria concepção da " nova sociedade"!
A burguesia, entendida como a classe media em geral, deve ser destruída ou quando muito assimilada!
A filósofa e representante dessa esquerda violenta, talvez até em ato falho, deixou escapar que odiava à classe média.
Junto para que essa burguesia seja destruída, outros processos são viabilizados e postos em prática para a conquista do poder:

- mudar o senso comum , invertendo todos os valores burgueses que dificultam as ações de tomada do poder e, para isso, fomentar uma guerra penosa ,desgastante, lenta e eficaz para destruir as " trincheiras burguesas", ai incluídas :

a) A RELIGIÃO;

b) A FAMÍLIA;

c) TODAS AS INSTITUIÇÕES PERTENCENTES A SOCIEDADE E QUE SERVEM DE SEGURANÇA E A LEGITIMAM COMO:

1) FORÇAS ARMADAS;

2) OS PODERES CONSTITUÍDOS QUE DEFINEM A SOCIEDADE BURGUESA, ETC.

Então, não tem como falar em "RADICALISMO" , quando se trata de defender uma sociedade que está sendo ferida de morte!

Ou parte para o enfrentamento e luta!

Ou sucumbe!

Agora VEJAM COMO AGE O FUTURO NOBEL DA CANALHICE:

http://m.youtube.com/watch?v=xs9b8QOlzYY&feature=share

Anônimo disse...

Toda tentativa de tomada de poder, históricamente, partindo de messianismos para que surjam um " novo homem", " uma nova sociedade", uma unanimidade consequente foi a matança generalizada.

Não se combate uma ideia radical com flores ou com poesia.
Há que se enfrentar com meios violentos: é uma questão de vida ou morte. É a luta pela sobrevivência.

A violência revolucionária do socialocomunismo é implícita.Está na própria concepção da " nova sociedade"!
A burguesia, entendida como a classe media em geral, deve ser destruída ou quando muito assimilada!
A filósofa e representante dessa esquerda violenta, talvez até em ato falho, deixou escapar que odiava à classe média.
Junto para que essa burguesia seja destruída, outros processos são viabilizados e postos em prática para a conquista do poder:

- mudar o senso comum , invertendo todos os valores burgueses que dificultam as ações de tomada do poder e, para isso, fomentar uma guerra penosa ,desgastante, lenta e eficaz para destruir as " trincheiras burguesas", ai incluídas :

a) A RELIGIÃO;

b) A FAMÍLIA;

c) TODAS AS INSTITUIÇÕES PERTENCENTES A SOCIEDADE E QUE SERVEM DE SEGURANÇA E A LEGITIMAM COMO:

1) FORÇAS ARMADAS;

2) OS PODERES CONSTITUÍDOS QUE DEFINEM A SOCIEDADE BURGUESA, ETC.

Então, não tem como falar em "RADICALISMO" , quando se trata de defender uma sociedade que está sendo ferida de morte!

Ou parte para o enfrentamento e luta!

Ou sucumbe!

Agora VEJAM COMO AGE O FUTURO NOBEL DA CANALHICE:

http://m.youtube.com/watch?v=xs9b8QOlzYY&feature=share

Anônimo disse...

Lamentável, o governo ter que dispender energia para fazer valer o que é constitucionalmente de direito. Lamentável que nos falte educação real, aquela que nos leva a diferenciar certo de errado e optar pelo certo. Lamentável que sejamos tão carentes de conhecimento histórico. Lamentável, que o povo seja tão desinformado, a ponto de atribuir toda a corrupção que já foi praticada neste país ao PT. Disse Delfim Neto em uma das últimas edições de Carta Capital: Dilma é inegavelmente honesta, é tão honesta que chega a ser desagradável. Ainda assim o povo vai a rua, em nome do chega de corrupção, defender os que são de fato corruptos. Os que incitam este movimentos de não aceitação de um governo legítimo, numa lição de falta de democracia sem precedentes, o fazem muito provavelmente por medo. Sabem que poderão não sair impunes de seus desmandos. O povo, que nem sabe-se povo, parece desconhecer a verdadeira história econômica e política do país e aplaude a oposição e a elite, advogando contra seus próprios interesses. Muitos são os fatores que eventualmente levam a este estado da arte. Inegavelmente a mídia golpista tem papel preponderante, haja visto que há quem dê crédito a Arnaldo Jabor, ao que lê na Veja e por ai vai. Beirando os 70, ainda sonho com um país melhor, por isto todo apoio ao governo mais honesto que este país já teve e que acredito ser o melhor para o povo brasileiro. Vida longa a Dilma e ao PT!

Anônimo disse...

Mauro Pires de Amorim.

Não sei se vai haver golpe ou não, mas, ainda que haja. O quê esses penicos de caserna vão fazer no dia 1 após tomarem o poder?
Não sabem? Feito soldadinhos de bolo de casamento vão ficar esperando que o(s) mestre(s) lhes dite o comando. E pensam que isso vai sair grátis? Só sendo mesmo um lata de sardinha fardado. Algo como um michê guerreiro.
Mas enfim, tem trouxa(as) para tudo. E no final das contas pessoalmente, acabam conseguindo aposentadoria e recursos, mas para terem que pagar os impostos e condomínio em algum lugar da calorenta, úmida e enferrujada Florida.
Mesmo que seus filhos e filhas, netos e netas de outrora "famosos" e "famosas" da terra natal a qual se originam e traíram entorno do "prêmio" tenham que virar "michês" e michettes mercadológicos funestos. Esse é seu legado de lucro e já que é, porquê precisam ser tão traidores assim? Por quê não podem simplesmente se foderem por conta própria, de preferência lambendo suas merdalhas gabolas de bichas loucas?
Mas não! Essa gente que se imagina "sagrada da divindade fresca brasileira" até na hora de repetir a bosta existencialista, tem que chamar a atenção.
Felicidades e boas energias.

Anônimo disse...

Mais lucidez/realidde e conhecimento, impossível. Perfeito!
Compartilho parte do texto da Hildegard Angel, principalmente para os sem memória ou de memória fraca:
(...)"A ditadura militar aboletou-se no Brasil, assentada sobre um colchão de mentiras ardilosamente costuradas para iludir a boa fé de uma classe média desinformada, aterrorizada por perversa lavagem cerebral da mídia, que antevia uma “invasão vermelha”, quando o que, de fato, hoje se sabe, navegava célere em nossa direção, era uma frota americana.

Deu-se o golpe! Os jovens universitários liberais e de esquerda não precisavam de motivação mais convincente para reagir. Como armas, tinham sua ideologia, os argumentos, os livros. Foram afugentados do mundo acadêmico, proibidos de estudar, de frequentar as escolas, o saber entrou para o índex nacional engendrado pela prepotência.
As pessoas tinham as casas invadidas, gavetas reviradas, papéis e livros confiscados. Pessoas eram levadas na calada da noite ou sob o sol brilhante, aos olhos da vizinhança, sem explicações nem motivo, bastava uma denúncia, sabe-se lá por que razão ou partindo de quem, muitas para nunca mais serem vistas ou sabidas. Ou mesmo eram mortas à luz do dia. Ra-ta-ta-ta-tá e pronto.

E todos se calavam. A grande escuridão do Brasil. Assim são as ditaduras. Hoje ouvimos falar dos horrores praticados na Coreia do Norte. Aqui não foi muito diferente. O medo era igual. O obscurantismo igual. As torturas iguais. A hipocrisia idêntica. A aceitação da sobrevivência. Ame-me ou deixe-me. O dedurismo. Tudo igual. Em número menor de indivíduos massacrados, mas a mesma consistência de terror, a mesma impotência.


Falam na corrupção dos dias de hoje. Esquecem-se de falar nas de ontem. Quando cochichavam sobre “as malas do Golbery” ou “as comissões das turbinas”, “as compras de armamento”. Falavam, falavam, mas nada se apurava, nada se publicava, nada se confirmava, pois não havia CPI, não havia um Congresso de verdade, uma imprensa de verdade, uma Justiça de verdade, um país de verdade" (...)
Marcos Lúcio.

Anônimo disse...

Se vier o golpe o autor do blog sugere, em suma, que Dilma e Lula saiam às ruas.
Embora ambos tenham sumido justamente das ruas no episódio dos coxinhas.
Marta saiu do ministério, enquanto Dilma está no Qatar? É o navio abandonando os ratos.
babalu

Paulo Blanc disse...

Baba-cu com sua má fé de sempre e sua burrice de direita. É um cuzão mesmo. Faz jus ao seu nome.

Marvio disse...

Lula e Dilma tem de ir às ruas se a direita vier com golpismos. Lembro dos episódios de 2005 e Lula foi a várias capitais e realizou discursos e fez a direita recuar. Isto aconteceu mesmo. A direita, se houver vacilo, dá golpes. Para quem não sabe disso ou cinicamente finge não saber, que leia a história do Brasil. Parabenizo o nobre articulista por ter escrito mais um elucidativo texto.

Paulo Blanc disse...

Concordo com o Marvio e o Marcos Lúcio. Quando direitistas irresponsáveis e muitos deles jovens e que não sabem o que é uma ditadura causa preocupação. O Governo tem meios pra combater golpes. Mas é sempre bom ficar atento. Ótimo artigo, que dispõe sobre questões reais e que já aconteceram no nosso Brasil.

Davis Sena Filho disse...

Júlio, eu considero, mas é apenas minha opinião, que ele é uma pessoa equivocada. Um abraço e tudo de bom.

Anônimo disse...

Eu sou analfabeto funcional como dizem os alfabetizados sem funcionalidades, alias muitos ate funcionam nas causas de interesses de suas classes, vou logo ao assunto assim como aceito Geraldo Alkimim e todos os que venceram do Psdb a vaga ao legislativo, estou disposto a brigar em qualquer conjunto e instrumento contra um golpe sobre a presidente em que votei e foi eleita com toda legitimidade legais aflorada na orgânica constitucional, adianto votei em Paulo Scaf, e Eduardo Suplyci e aceito Serra e Alkimi assim como aceitaria Aécio Neves se eleito em vias legais. Penso uma barbárie desnecessária pois milhões pensam como eu.



Jorge Marcelo disse...

É isso aí, manda o Davis usar o prestígio dele pra convocar todo mundo pras ruas...kkkkk...Vai sair um pelotão com Márvio, Rapa Capa, Bento Lisboa, Paulo Blanc e Marcos Lúcio

Paulo Blanc disse...

Jorge Marcelo, VTNC! Vagabundo!

Anônimo disse...

Acredito que o primeiro a aparecer seria o escroto do JM, O LEITOR MAIS FIEL E APAIXONADO PELO DAVIS, É lamentável esta pessoinha ter tão baixa estima e nenhuma consciência de que é deploravelmente ridícula.Procure um psiquiatra, urgentemente, antes que seja tarde, jorginho marcelinho...hum...

Anônimo disse...

Entendi seu raciocínio, Anõnimo, e concordo com seu pensamento cidadão.
Votou no PMDB em São Paulo por exclusão. Acho que deveria ter votado no PT.
Eu votei. Agora golpe, ir pras ruas pra derrubar Dilma, eleita democraticamente , é paranóia. Continue sempre apostando na democracia, isto é importante.
babalu

Jorge Marcelo disse...

Com certeza eu iria lá. Pra rir da cara de vocês

Anônimo disse...

Com certeza eu levaria um psiquiatra para colocá-lo em camisa de força. De você não dá nem pra rir, digno de pena. Vocezinho, vil, reles, deplorável, é a prova cabal de que o Davis é o melhor blogueiro do país...porque mesmo fingindo menosprezá-lo, é o primeiro e mais assíduo leitor deste blogue. Imagine se gostasse, então..