Google+ Badge

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Jornal do Brasil censura Davis Sena Filho e extingue o blog Palavra Livre

Para a Diretoria do JB, Davis jamais poderia dizer que a "grande" imprensa manipula a verdade

Via  Blog da Dilma
(Esta matéria foi publicada em mais de 20 blogs e sites)

O jornalista Davis Sena Filho, titular do Blog "Palavra Livre" do "Jornal do Brasil", foi retirado da capa do site do jornal no dia 24 de janeiro sem ser, contudo, notificado ou avisado de que não mais participaria do elenco de blogueiros de tal jornal. Simplesmente, após sete meses de trabalho e 60 artigos publicados, o jornalista foi retirado do ar. Crítico constante da imprensa comercial, corporativa e privada, Davis Sena Filho era um dos blogueiros mais lidos (disparado) do JB, sendo que somente os blogueiros que escrevem sobre futebol tinham tantos acessos de leitores como o jornalista censurado desrespeitosamente pela diretoria do jornal e, evidentemente, por colegas de profissão com cargo de chefia.

Após dois dias a enviar e-mails para os chefes de redação, Davis Sena Filho recebeu a seguinte resposta: "Caro Davis, Devido a uma reestruturação editorial no jornal, estamos reavaliando os blogs e o seu, infelizmente, está fora do novo perfil definido. Em breve, estaremos encaminhando um documento com mais informações. abs". Obviamente que não houve reestruturação e sim censura e um casuístico "cala a boca". Até porque os blogueiros, outros, continuam no JB.

Essa mesma imprensa que cala um jornalista de política como Davis Sena Filho é a mesma que ataca o governo ou quem quer que seja quando se propõe o marco regulatório para as mídias, previsto, inclusive, na Constituição do Brasil. Os barões da imprensa e seus sabujos mentem, dissimulam, manipulam e tergiversam em seus órgãos de imprensa a fim de enganar a sociedade brasileira ao afirmarem que a regulamentação das mídias é um atentado contra as liberdades de expressão e de imprensa, quando na verdade não o é.

A regulamentação significa a democratização da informação no Brasil, que é cartorial e cartelizada. Davis Sena Filho foi censurado com o fim de seu blog no JB, o "Palavra Livre", que incomodou muita gente do segmento midiático e político, ao ponto de não ser sequer notificado pelos jornalistas chefes do Jornal do Brasil. O fim do "Palavra Livre" no JB significa e demonstra, sem sombra de dúvida, que a imprensa burguesa e corporativa e privada (privada nos dois sentidos, tá?) não tem compromisso com as liberdades de pensamento, de expressão, de imprensa e muito menos com a democracia e com a sociedade brasileira. 

Essa gente tem compromisso com seus interesses comerciais e políticos, ainda mais que há nove anos governos trabalhistas assumiram o poder no Brasil. Davis Sena Filho provou que seus textos jamais enganaram seus leitores, porque sua saída do JB da forma insensata e desrespeitosa que foi demonstra, sem margem de erro, que a imprensa empresarial é golpista, ditatorial e quer falar sozinha. 

5 comentários:

Anônimo disse...

Tão indignado fiquei à época, que enviei a carta ao Jornal do Brasil, a seguir transcrita:

Prezado editor,

Causou-me revolta ou indignação, como assinante há vários anos, esta estupidez , não só pela saída do brilhante jornalista Davis Sena: o melhor e mais corajoso do JB, como, também, pelos leitores que buscam neste tablóide, informações mais próximas dos melindres e meandros da política e das politicagens. Até o número de acessos comprovava. Protesto (todos com quem comentei ficaram indignados, claro!) e lamento profundamente porque, sem a presença insubstituível, dele (ainda não conheci outro jornalista com tanto talento e coragem) e, pior, com o JB fazendo reestruturação editorial, excluindo-o (não me digam _por favor!_ que o perfil será mais "evangélico", digamos assim, hum...ou mais na linha do jornal com nome de biscoito, ou da "Falha" rsrs... de São Paulo, e outros na abominável linha PIG, cruzes!). Se for assim, mais do mesmo, qual o motivo de assinar um jornal que se tornará mais um. Qual será , então, o diferencial?
Devo ao Davis (quase rimou) as melhores, mais contundentes, mais elaboradas e mais fundamentadas leituras em comparação com os demais colunistas (parênteses e exceção para o nobre mestre Santayana que, muito provavelmente, por motivos semelhantes, também será burramente defenestrado). Realmente o massacrante neoliberalismo não privilegia os mais capacitados e, sim, os mais "afinados" ou os mais "privados", ou os que fazem o jogo...
Agradeço a verdadeira ajuda que suas irretocáveis matérias prestaram ao meu almejado e perseguido (um dia consigo quem sabe?! rsrs...) devenvolvimento intelectual. Graças a ele, senti-me mais fortalecido, enriquecido e mais embasado, enfim, com mais suporte e aporte para que minhas convicções "privadas", somente no bom sentido, tã? tornem-se mais convincentes ao se tornarem públicas, "por supuesto".
Se possível, ou se puderem ser gentis, repassem ao nobre jornalista, estas mal traçadas linhas, pois não tenho como fazê-lo ou eologiá-lo pelos fundamentais, colecionáveis e imperdíveis textos.
Meus sinceros votos de boa sorte a ele, que Deus o proteja e que ele possa manter o entusiasmo e/ou a coragem, sendo verdadeiro sempre que possível, ok? Torço por suas melhores realizações, em todos os âmbitos da existência.
Que ele receba um abraço do seu grande e franco admirador e que o jornal receba meus pêsames por esta insana injustiça.
Marcos Lúcio.

Anônimo disse...

Por favor, corrijam-me se eu estiver equivocado.
A 'versão 2.0 para internet' da companhia de jesus, a opus dei, detém quasímodos como Reinaldo Azevedo em suas trincheiras como trunfos de um jogo maquiavélico de descobrir culpados.
A teologia da libertação tem aprendizes de feiticeiros, que ainda aprendem a lidar com as palavras, e seguram a caneta com o ranço de quem segura um malho, sem saber esculpir, apenas malhar, para decompor uma estrutura.
Palavras são meio e forma de projetar idéias e conceitos.
Eu também busco tornar meu discurso interessante para quem me lê ou escuta. Principalmente para aqueles que divergem de mim.
Para debatermos, discursarmos, podemos arremessar ou catapultar idéias, para que se espalhem em mentes abertas.
Mas creio que vivemos tempos em que se torna necessário utilizar as palavras com a paz congregadora, com o magnetismo conciliador, que dobre e agregue opostos, para um propósito maior.
Que nossas palavras abram mentes e almas, sem convencer, sem converter, apenas aproximando-nos, pelas mesmas necessidades, deveres, e méritos.
Saúde, paz e prosperidade.

Anônimo disse...

Email, pauloluiz41@hotmail.com


Reflexões sobre o comportamento humano.

Nós seres humanos temos vários defeitos, os quais são, foram e sempre serão incorrigíveis, salvo as raras e honrosas exceções.
A nossa desonestidade é tão intensa que é preciso ter leis para reprimi-las, e fiscalização intensa para que as mesmas sejam cumpridas. Se fossemos todos honestos não precisaríamos ter leis nem regras para a convivência humana, bastaria todos seguirem o preceito (amar o seu próximo como a ti mesmo) assim tudo estaria resolvido, mas na prática isso não acontece, pois a quase dois mil anos esta frase foi ensinada por Jesus Cristo, mas até hoje não conseguiram aprender nem colocá-la em prática mesmo freqüentando os templos religiosos semanalmente e alguns mais fanáticos até diariamente.
É fácil fiscalizar nossa conduta? Não, é extremamente impossível porque somos essencialmente desonestos. Usando como parâmetro, observe uma partida de futebol, a mesma tem regras próprias chamadas de regulamento a qual da direitos iguais para cada time, como são aplicadas estas regras, para isso usamos um juiz dois bandeirinhas para fiscalizarem vinte e dois jogadores e ainda um estádio lotado e mais milhares de telespectadores para fiscalizarem as ações do juiz e bandeirinhas, mesmo assim com todo este aparato ainda acontece algumas falhas nas regras do futebol.
Já pensaram na dificuldade de fiscalizar o cumprimento das leis em um pais com quase duzentos milhões de habitantes, fiscalização esta feita por fiscais que não tem ninguém a fiscalizá-los, acham vocês que é possível fazer com que cumpram as leis ao pé da letra? Outro fato agravante na humanidade são as leis morais, estas não dependem de fiscalização somente externas depende mais da fiscalização da nossa própria consciência, ai entra a dificuldade mais premente que é lutar contra o egoísmo, individualismo, arrogância, maledicência e muitos outros defeitos inerentes a todos nós seres humanos. Finalizando, todos nós sabemos que a humanidade caminha a passos largos por uma trilha perigosa e irreversível, a qual não temos nenhuma noção de onde irá parar. Se continuarmos seguindo este caminho que é orientado pelo individualismo e um consumismo desenfreado o mesmo fatalmente está, sempre esteve e sempre estará nos levando a uma falsa felicidade.
Paulo Luiz Mendonça.

Davis Sena Filho disse...

Concordo com você plenamebnte, prezado Paulo Luiz.

Anônimo disse...

hahahahaha Já foi tarde ! Vai procurar o PT .