segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lula tem de ir às ruas se vier o golpe



Por Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre

"Os barões da imprensa e da máquina midiática privada de concessão pública são os carteiros do golpismo e o Judiciário o remetente". (Palavra Livre)

"Procurador prevaricador prevaricador é". (Palavra Livre)

"Veja é a revista PCC da comunicação. É o talibã da imprensa. (Paulo César Pereio)

"Jornalista bandido bandido é". (Protógenes Queiroz)

"A PGR é uma cafua da Veja. Revista cheia de chumbetas". (Fernando Collor)

 
 O pasquim de péssima qualidade editorial conhecido como Veja, a revista porcaria, sempre se supera quando se trata de cometer delinquências. Veja é uma cafua infestada por chumbetas e que conta atualmente com a leniência e o compadrio da Procuradoria Geral da República, na pessoa do procurador Roberto Gurgel, aquela autoridade que sentou nos autos de processos das operações Vegas e Monte Carlo, atitude cujo propósito era blindar o senador cassado, Demóstenes Torres (DEM/GO), bem como proteger o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, que reconheceu, de viva voz, que o bicheiro preso, Carlinhos Cachoeira, “tinha alguma influência” em seu governo.
Contudo, tal procurador, tão zeloso com os interesses da Pátria Mãe Gentil e que a meu ver deveria ser chamado às falas pelo Senado, não teve a mesma conduta com o governador petista do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. De forma alguma, pelo contrário, recrudesceu as acusações, todas, porém, no decorrer do processo, rechaçadas. Até hoje os chumbetas de Veja associados ao pauteiro chefe do pasquim da Abril, Carlinhos Cachoeira, não deram satisfações à CPMI do Cachoeira-Veja-Época (Globo), bem como estão neste momento a “bolar” as próximas delinquências, como se eles fossem, realmente, inimputáveis. E o procurador Gurgel de braços cruzados quando se trata de investigar os inimigos dos governos trabalhistas de Lula e Dilma.
A política brasileira foi judicializada. Homens que estudaram Direito, nomeados por autoridades eleitas pelo povo, transformaram a PGR, os MPs e os tribunais, como o STF, em partidos políticos não oficiais, mas com força e influência suficiente para combater governantes e políticos progressistas, que, por intermédio de seus programas, resolveram distribuir renda e riqueza e dessa forma realizarem profundas modificações na sociedade brasileira, além de elevararem o Brasil a um patamar de poder econômico e de influência política jamais visto pelos nativos de todas as classes sociais desta terra de palmeiras em termos mundiais.



 Pereio: "Veja é a revista PCC da comunicação. É o talibã da imprensa".

        É o Poder Judiciário mancomunado com o sistema midiático privado, conservador e historicamente golpista que não aceitam, de forma alguma, as consecutivas eleições e reeleições dos trabalhistas, única corrente política brasileira, a partir de 1930, que realmente pensou e efetivamente construiu um Brasil para todos, mais justo e democrático não somente para uma elite perversa, separatista, reacionária e violentíssima, que quer um País VIP, com universidades, aeroportos, shoppings, restaurantes, bairros e principalmente o acesso ao consumo para poucos, e com isso dar continuidade a uma tradição escravocrata, em que o povo, por intermédio dos trabalhadores, somente é tolerado pelas classes abastadas e por isso dominantes para servir, de preferência vestido com uniforme, para logo, após o expediente, voltar o mais rápido possível para casa, na periferia ou nos morros das cidades, sem incomodar ou reivindicar qualquer coisa.

Não adianta o Brasil ter melhorado nos últimos dez anos as condições de vida da população, principalmente a mais pobre, a carente, composta por cerca de 40 milhões de pessoas que estavam abaixo da linha de pobreza. Não importa se todo mundo ganhou, inclusive os grandes empresários, por meio da explosão da economia brasileira com o fortalecimento do mercado interno e o pagamento da dívida com o FMI. Nada importa para os representantes de uma “elite” encastelada no Judiciário e nos meios de comunicação de negócios privados, ideologicamente de direita e que não aceitam, de forma bárbara, os resultados das urnas e por isso boicotam, golpeiam e tentam, como em 2005, derrubar  políticos eleitos e para isso demonizam líderes oriundos do ventre do povo e da envergadura política do ex-presidente Lula.
Os ataques ao político trabalhista são diuturnamente esquematizados nas redações da imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?) e em alguns gabinetes onde trabalham em prol da burguesia, principalmente a paulista separatista, homens e mulheres que usam togas e capas pretas, a cor do luto, que, ousadamente, partidarizam o que é público em afronta ao trabalhador contribuinte que paga os seus salários para defender o estado, a sociedade e não para fazer política de baixo nível contra aqueles  que foram eleitos pela vontade soberana do povo brasileiro.

Se a direita, por meio do Judiciário, tentar dar golpe à la Paraguai, Lula tem de ir às praças e pôr o povo nas ruas.

Essa gente do Judiciário e da imprensa corporativa que vive da publicidade oficial não dá um golpe de estado na Dilma Roussef e não prende o cidadão que mudou o Brasil para melhor, Luiz Inácio Lula da Silva, porque não tem voto, pois que os trabalhistas têm milhões de votos e podem muito bem, se acuados, mobilizarem o conjunto da sociedade civil organizada, a exemplo da CUT, de outras federações e confederações de trabalhadores, do PT, dos partidos de esquerda, dos Sem Terra, das instituições estudantis, de associações e organizações de profissionais autônomos, das donas de casa, enfim, do povo, chamá-los para ocuparem as ruas e as praças e, por conseguinte, darem fim às tentativas de golpes, já concretizados no Paraguai e em Honduras, quando derrubaram presidentes eleitos (Manuel Zelaya e Fernando Lugo) do campo trabalhista e de esquerda, por intermédio da judicialização e da criminalização da política, ou seja, juízes e promotores de direita (sem votos e nomeados), conservadores, herdeiros ideológicos das elites golpistas que escravizaram os índios e os negros, querem tomar o poder por meio de uma canetada, a rasgarem constituições e a darem caneladas no jogo democrático e no estado democrático de direito. Quem brinca com fogo pelo fogo é queimado.
As classes economicamente hegemônicas brasileiras são das mais perversas do mundo, porque além de provincianas são colonizadas. Todo desprezo a elas é pouco. A Veja, segundo o senador Fernando Collor (PTB-AL), é um pardieiro de “chumbetas”. E a PGR  não passa de uma “cafua”. Collor, todos sabemos, não é santo, mas também não é o diabo que pintaram durante quase 20 anos. Afinal, quem ajudou, e muito, a eleger o Collor em 1989 foi, indefectivelmente, a oligarquia brasileira, com seu poder econômico, além de parte numerosa das diferentes classes médias que renega aquele em quem votou há 23 anos e até hoje pensa como os ricos, repercute a mesma ideologia e princípios e odeia ver pobres nos aeroportos, nos restaurantes, nos shoppings e nas universidades públicas. É o pessoal que deseja para sempre um mundo VIP para eles e somente deles, lógico.
O PT saiu das eleições às prefeituras como o maior partido político do Brasil, bem como é a agremiação partidária que vai administrar o maior orçamento, além de ter a maior bancada no Senado e na Câmara dos Deputados, ter a presidenta da República, ter o maior líder político da América Latina, ter a caneta que nomeia procuradores e juízes do STF e do STJ e ter, o que é o mais importante e significativo, a maioria dos votos e da confiança do povo brasileiro. Ponto. Contudo, a questão fundamental, a pergunta que não quer calar é a seguinte: por que esse poderoso partido, o único orgânico, não vai à luta com mais determinação e destemor e assim colocar os que não têm voto em seu devido lugar?


Respondo: o PT, apesar de suas diferentes frentes ideológicas e grupos políticos, é um partido do diálogo, constitucional e institucional, legalista e, fundamentalmente, republicano. Por estar no poder há dez anos e sabedor de sua força eleitoral, o Partido dos Trabalhadores fundamenta suas ações em seu caráter programático, em seus programas, projetos e planos de governo, porque por ser um partido orgânico, ou seja, inserido em todas as camadas sociais, inclusive em setores da chamada classe A, indubitavelmente se tornou e é um partido pragmático, que efetiva seus programa sociais e realiza obras, angaria simpatias das classes sociais populares e, por conseguinte, evita rasgar a Constituição, encerrar o jogo democrático e levar à cabo confrontos que podem levar o País a uma crise institucional.
E é exatamente o que a direita política, partidária (PSDB, DEM e PPS) e institucionalizada (STF e PGR) querem, porque, como afirmei anteriormente, os conservadores não têm votos o suficiente para conquistarem a Presidência da República. Eles sabem disso. Como compreendem também que quando estiveram no poder não fizeram nada para melhorar as condições de vida do povo. E se  conquistarem o poder novamente, continuarão a não fazer nada, porque seu único programa de governo e para a sociedade é manter o cabresto, que também pode ser chamado de status quo — a essência de todo establishment. Para terem adeptos para seus propósitos elitistas, essa direita draconiana conta com seus porta-vozes — a máquina midiática dos barões da imprensa e seus empregados que também são chamados de jornalistas, comentaristas, especialistas, editorialistas e colunistas.
É assim que a banda toca. Quem não acredita no que eu afirmo paciência. Fazer o quê? Entretanto, se tem uma coisa que eu conheço é a imprensa burguesa. Suas células e o sangue que corre em suas veias são a essência e a plenitude da desfaçatez e do conservadorismo de essência separatista e de exclusividade. Os barões da imprensa e seus áulicos são os porta-vozes do atraso e do retrocesso. Eles são os defensores dos que querem um País para o deleite de poucos, porque sempre foram beneficiados pela exclusividade de seu mundo pequeno, tacanho, provinciano e VIP. Desejam e por isso lutam por um estado patrimonialista e que atenda suas necessidades. Os barões da imprensa e da máquina midiática privada de concessão pública são os carteiros do golpismo e o Judiciário o remetente. Se eu fosse o Lula e percebesse que a direita vai dar um golpe por causa das eleições de 2014, iria às praças e conclamaria para o povo sair às ruas. O trabalhista sabe o caminho, pois andou nele em 2005. É isso aí.



PS: Collor denunciou, no plenário do Senado, que a Procuradoria do Roberto Gurgel vazou informações em segredo de justiça à Veja, revista que elabora o mais autêntico, verdadeiro e pernicioso jornalismo de esgoto. Tais informações são relativas às operações Vegas e Monte Carlo. A Veja, a revista porcaria, é uma cafua repleta de chumbetas. E a PGR?

PS2: O pessoal da Veja, a revista porcaria e golpista, induziu candidatos adolescentes a fotografar as provas do Enem. Esses profissionais de imprensa são desajustados e delinquentes ou não são?  

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Veja associa Lula a assassinato e "estupra" o jornalismo


Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Civita viveu na Itália, nos Estados Unidos e na Argentina. Mal visto, veio para o Brasil para dar golpes.
 Veja — a revista porcaria continua a pavimentar, com denodo e dedicação, sua trilha de sujeira, a chafurdar em seu próprio esgoto e a injuriar, a caluniar e a difamar aqueles que ela considera seus inimigos ideológicos, políticos e comerciais, ainda mais que a Editora Abril certamente não vai ter um aliado na Prefeitura paulistana a partir de 2013, com a vitória do petista Fernando Haddad e a derrota de seu aliado tucano, José Serra, nas últimas eleições.
Tal semanário continua, incessantemente, a praticar o verdadeiro e o autêntico jornalismo de esgoto. É sua marca, índole e essência, e não importa para o capo Roberto Civita e seus capitães do mato, travestidos de jornalistas, se a credibilidade da Veja, conhecida também como a Última Flor do Fáscio, vá para o espaço ou para a lixeira, lugar apropriado à publicação e que eu sempre a coloco quando a tenho em mãos. Asco!
A verdade é que apenas interessa a tal pasquim de péssima qualidade editorial macular o nome dos políticos e autoridades que não se submetem aos ditames políticos e empresariais do dono de uma empresa que vive comercialmente à sombra do poder público controlado há 20 anos pelos tucanos do PSDB, em São Paulo, bem como sustentada pela publicidade oficial do Governo Federal.

 
É a ditadura da imprensa de negócios privados a agir por meio do pensamento único e a querer submeter seus leitores e as pessoas desavisadas ou incautas a seus interesses mercantis e políticos, por intermédio de matérias criminosas, pérfidas e maliciosas, com características declaratórias, sempre em off e de conotação golpista. É a Veja, à la Murdoch, que publica um jornalismo bandido e se associa, durante anos, ao seu principal pauteiro e editor — o bicheiro preso Carlinhos Cachoeira.
A Veja bandida, mafiosa e desditosa. O pasquim de extrema direita não tem limites e nem senso do que é real e irreal; justo e injusto, porque as autoridades políticas, inclusive as do PT, não efetivam o marco regulatório das mídias, bem como o Judiciário é complacente com o jornalismo declaratório, cujos advogados aproveitam a ausência de regras para os meios de comunicação, bem como usam as brechas da lei para impedir que seus clientes jornalistas, bem como seus chefes, os donos de propriedades cruzadas dos meios de comunicação, não sejam punidos pela Lei, além de evitarem que eles paguem multas e os custos dos processos daqueles que os processaram.
Enquanto países vizinhos do Brasil estão a regulamentar os negócios dos barões midiáticos, os brasileiros ficam à mercê de empresários e jornalistas compromissados com os interesses mercantis das elites econômicas brasileiras e internacionais, a boicotar governantes trabalhistas e a derrubar autoridades constituídas sem acusações formalizadas e culpas comprovadas, como ocorreu com os ministros Carlos Lupi e Orlando Silva, somente para citar esses, além de terem quase conseguido derrubar o governador do PT do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.

Mais vale a imagem do que mil palavras ou Unidos daremos um golpe nos trabalhistas.
É a ditadura da imprensa e do pensamento único cujo produto — a notícia — é consumido e repercutido por parte de uma classe média retrógada, preconceituosa e reacionária, pois age como um vetor do conservadorismo, porque seus princípios e valores são os mesmos das classes dominantes controladoras de terras e dos meios de produção, que geram poder econômico e político e, consequentemente, causam a tolerância e a impunidade por parte do Judiciário (STF, STJ, TJ, PGR e MP) com os jornalistas e seus patrões.
A imprensa oligarca que publica e veicula matérias nitidamente oposicionistas aos governos trabalhistas, do jeito e da forma que quer, sem se preocupar, todavia, com a veracidade dos fatos e dos acontecimentos. A mídia de profissionais que não temem serem punidos, ao menos questionados sobre suas ilações, acusações e agressões, porque sabem que não existe lei de imprensa (não confundir com censura), regulamentação do setor midiático, conforme a Constituição, além do enfraquecimento da classe trabalhadora dos jornalistas cujos diplomas ainda existem, mas não são mais exigidos para que as empresas que pertencem basicamente a dez famílias possam ter um maior controle do sistema de trabalho, das políticas de contratações e salariais e dessa forma diminuir o poder de reivindicação dos trabalhadores.
Com isso, os empresários conseguiram enfraquecer o papel dos sindicatos e da Fenaj, federação de jornalistas que se aproximou da ANJ (associação patronal), na primeira década deste século. Consequentemente, a Fenaj levou uma punhalada pelas costas. Até hoje, a entidade laboral, envergonhada e desmoralizada, corre atrás do diploma no Congresso, a fim de restabelecê-lo, pois perdeu a credibilidade perante a categoria. Bem feito, quem mandou representante de classe trabalhadora puxar o saco de patrão. E logo dos barões da imprensa, os patrões mais atrasados e reacionários de toda a classe empresarial, que foi atendida nesse caso pela maioria dos juízes burgueses do STF. Deu nisso: a Fenaj foi humilhada. Um fiasco.

Frias, Marinho e Civita: eles pensam que o Brasil é o quintal da casa deles.
  Por sua vez, a Veja, a revista da marginal, resolve, em prazo máximo de um mês e por intermédio de duas publicações, incluir o presidente mais popular e respeitado no exterior da história do Brasil no episódio da morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, bem como envolvê-lo no caso do “mensalão”, que, apesar dos juízes oposicionistas e de direita do STF, está ainda para ser provado. As duas matérias emporcalhadas da revista porcaria citam o presidente Lula, mas o acusador ou denunciante não tem nome, as frases (aspas) são em off e evidentemente o material jornalístico não foi gravado (é a praxe), porque a Veja pode ser um detrito sólido de vaso sanitário, mas a rapaziada que trabalha lá não dá ponto sem nó e procede assim porque sabe que ser jornalista de empresa de comunicação grande e rica no Brasil é a mesma coisa do que estar livre de punições, multas, processos ou cadeia. É como se a cidadania dessas pessoas fosse à parte do conjunto da população brasileira.
Por isto e por causa disto, o presidente Lula, o maior líder popular das Américas e que saiu do poder com 83% de aprovação (índice maior do que o do mito Nelson Mandela) tem de aguentar ofensas, ignomínias e acusações desabonadoras de uma corja de sacripantas movidos pelo ódio de classe, interesses econômicos e pelo preconceito ideológico, combustíveis da intolerância e da violência. São esses golpistas que detestam afirmações do líder trabalhista, como esta: “Optamos pelo desenvolvimento aliado à distribuição de renda. Nos últimos anos, o meu País integrou a agenda social à agenda econômica, numa equação em que toda a sociedade ganha. Nos últimos anos, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza e quase 40 milhões entraram na classe média” — comentou. Por fim, Luiz Inácio Lula da Silva alertou os gestores públicos que a opção pelo desenvolvimento e pelos investimentos tem um custo político, mas é recompensadora, e envolve “muito mais do que dar comida a famintos”. E concluiu: “O dinheiro na mão dos pobres transforma-se rapidamente em comida, roupa e material escolar, e dinamiza o conjunto da economia, num círculo virtuoso”.
Precisou um operário, intelectual orgânico, migrante de Pernambuco, que conhece o povo, sem curso superior, mas sabedor da dor da fome, da pobreza e da ausência de condições de vida dignas para viver, ensinar os “doutores” compromissados com o status quo e com o establishment sobre economia, sociologia, direito, psicologia, engenharia, finanças, filosofia e, principalmente, sobre solidariedade, respeito e consideração pelo povo brasileiro e pela autonomia, independência e autodeterminação do Brasil. Lula foi um presidente republicano, democrata e justo, pois defensor do estado democrático de direito. Enquanto isso, os “doutores” venderam o País, submeteram-se ao FMI, não criaram condições de emprego e renda e mostraram, de forma subalterna, o imenso complexo de vira-lata que toma conta das almas e das mentes colonizadas das classes dominantes brasileiras de princípios alienígenas.

EM SEU DEVIDO LUGAR!
 O mandatário Lula, ao contrário dos governantes “doutores”, jamais reprimiu qualquer classe trabalhadora, movimento social ou sindical, recebeu no Palácio do Planalto os catadores de lixo, respeitou a Constituição e as regras do jogo democrático. E mesmo assim foi acusado por uma mídia mentirosa e corrupta até de ditador e censor. Absurdo incomensurável e má-fé na veia da imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?), de alguns juízes do STF nomeados por ele e do procurador geral Roberto Gurgel, o prevaricador da República do Cachoeira, do Demóstenes Torres e dos empregados da Veja e da Época, Policarpo Jr. e Eumano Silva. O procurador midiático, de direita e aliado da Veja, autora de reporcagens fascistas. A minha desconfiança me leva a pensar que quem está por trás das matérias em off de tal pasquim é o tal procurador, que para mim e para o senador Fernando Collor deveria sofrer um impeachment por parte do Senado. Nada mais emblemático e sintomático do que o Collor questioná-lo duramente, por ter renunciado a Presidência e por isso ter também conhecimento o suficiente quando afirma que Gurgel prevaricou e “protege os bandidos da Veja”.
São essas coisas que acontecem ainda no Brasil. Bem feito! Quem manda não criar o marco regulatório para as mídias. Quem manda não existir lei específica com o objetivo de garantir o direito de resposta de forma rápida e com espaço igual à vítima de acusações levianas e mentirosas. Os contrários afirmam que já existe a lei penal etc. e tal. Mas não adianta, porque os juízes tendem dar causa ganha ao agressor, à máquina midiática. Tem de ter lei específica e que acelere a punição ao caluniador e difamador e assegure o direito de defesa de quem foi injustiçado. O que esses barões de imprensa fazem  com o Lula é hediondo. É a covardia que remonta o que eles fizeram, através das décadas, com o Getúlio, com o Jango e com o Brizola. A direita conhece os trabalhistas de longe, bem como sabe quem é o líder político carismático e o “dono” dos votos. Lula é mais do que a Dilma e o Haddad. Foi ele que os elegeu. A direita política e empresarial não reconhece a realidade ao tempo que sim, pois, do contrário, não se incomodariam e não perseguiriam tanto o operário, fundador da CUT e do PT, além de algoz dos conservadores. A Veja e seus coirmãos tem seu lugar na história: a lixeira. É isso aí.