O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o
Neoliberal, escreve mal e concatena seus pensamentos e suas ideias de forma
simplória. Quem duvida, basta lê-lo. FHC, para mim, é intelectualmente uma farsa
ou fraude, além de não ter nenhuma aptidão administrativa. Alguém duvida?
Então, procure seus números e índices sociais e econômicos de quando ele era
presidente do Brasil. São verdadeiras lástimas.
Veja vídeo e a subserviência de FHC para o Clinton.
FHC tem um espírito arrogante. Melhor a me
expressar, seu espírito mais do que arrogante é pedante. Ele é um homem de
salão, de chá das cinco, de palácios, e mansões suntuosas. É o burguês com
complexo de monarca. É como se ele fosse nobiliárquico, talvez um duque
proprietário de um grão-ducado austríaco ou húngaro do século XIX.
Quando olho a imagem do FHC — o Neoliberal —
é como se eu olhasse para um quadro de museu centenário, cuja figura masculina
usa cartola e fraque ou um tipo de fardão de época, que servia também como
painel para medalhas e comendas concedidas como homenagens por seus próprios
pares da mesma classe social, do mesmo grupo de poder.
Contudo, o que mais me chama a atenção na personalidade
do neoliberal FHC é a sua inquestionável vaidade. O ex-mandatário durante os
oito anos do Governo Lula não se calou, como deve se calar um ex-presidente em
relação ao seu sucessor. Geralmente é dessa forma que se comportam os
ex-presidentes da maioria dos países do mundo.
FHC, tal qual a mídia comercial e privada,
tem obsessão pelo Luiz Inácio Lula da Silva, que, seguramente, juntamente com o
estadista Getúlio Vargas, foi o presidente mais popular do Brasil, bem como
implementaram políticas econômicas e sociais desenvolvimentistas, além de
elevarem o Brasil — cada um em sua época com suas realidades — a patamares
nunca antes experimentados pela sociedade brasileira.
Clinton passou corretivo em FHC, e ele se calou. Esqueceu que era o presidente do Brasil.
FHC não tem a alma ditatorial. Longe disso.
Ele é simplesmente vaidoso e elitista. O professor não tem estima pelo Brasil,
pois se considera, erroneamente e equivocadamente, cosmopolita, quando, na
verdade, querer se transformar em cidadão do mundo é necessário compreender o país
onde vive, no caso o Brasil, e fazer dele a porta de entrada e saída que afirma
e reafirma a nossa independência, soberania e principalmente a nossa cultura e
modo de viver.
O problema de FHC, o Neoliberal, é o seu
insofismável complexo de vira-lata, sua subserviência ao que ele considera serem
as cortes em âmbito mundial, sedimentados em sua ideologia e pensamento, no que
concerne às categorias dos países, no que diz respeito ao desenvolvimento
alcançado por eles, bem como ao que é relativo às classes sociais. FHC, apesar
de ter origem na esquerda política e partidária, causa-me a impressão de ter
sido sempre, irremediavelmente, um “bom” burguês, liberal politicamente, mas
conservador economicamente.
Depois de deixar a Presidência da República,
o sociólogo confirmou tudo o que eu pensava e penso sobre ele: não conhece o
povo, por nunca ter convivido com ele, além de ter enraizado em sua mente e
coração a subserviência e a “doutrina” de que somente, por exemplo, alguns
países da Europa ocidental e os estadunidenses são capazes de se organizarem e,
consequentemente, edificarem uma sociedade desenvolvida e civilizada.
Tal
político tem tanto desprezo pelo Brasil que uma vez, em entrevista para a revista
Piauí —publicação preferida dos banqueiros, afirmou a seguinte “pérola”: “Aquilo
era uma palhaçada”! Fernando Henrique fazia alusão ao desfile de Sete de Setembro.
Ele odiava as comemorações da Independência do Brasil. Nada mais reflexiva ao
tempo que externada a opinião daquele que, indubitavelmente, como presidente da
República governou para os ricos e se submeteu aos ditames econômicos dos
países hegemônicos, a exemplo dos EUA.
Agora, a pergunta que não quer calar: FHC, o colonizado, tem a mesma opinião, ou seja, considera uma palhaçada o 4 de Julho — Dia da Independência dos Estados Unidos — ou sobre o 14 de Julho, data nacional da França, que comemora a Queda da Bastilha? O leitor decide...
Ledo engano do sociólogo. O povo brasileiro é
um dos mais inteligentes e talentosos do mundo, além de muito trabalhador.
Nosso povo somente precisa de oportunidades. E elas estão a acontecer, por
intermédio de governos trabalhistas de Lula e Dilma. E ressalto: de Getúlio no
passado cujo programa desenvolvimentista e trabalhista foi interrompido abruptamente
e com violência no Governo Jango, em 1964. Se não tivesse ocorrido o golpe, o
Brasil já seria um País desenvolvido.
Temos
tudo, a começar pelos nossos gigantescos parque industrial e comércio interno. O
Brasil está a ser reconstruído, apesar de a mesquinha imprensa comercial e privada
(privada nos dois sentidos, tá?) não reconhecer os fatos e as realidades que se
apresentam. FHC, o neoliberal que governou o Brasil como um comerciante do patrimônio
público que ele e sua equipe não construíram, tem preso em sua alma um grande
desprezo pelas coisas de nossa gente. E exatamente por se comportar e se
mostrar desse jeito é que ele se apequena como cidadão e político. FHC tem a
alma tão pequena quanto os barões da imprensa de negócios privados e seus jornalistas
de confiança, escravos de seus próprios preconceitos, egoísmos e vaidades. Eles
são, simplesmente, colonizados.
Dessa
forma se conduzem as nossas elites nas cidades de Paris, Londres e Nova Iorque,
sem nenhum questionamento, pois são alienígenas, além de se considerarem parte
de uma plutocracia mundial e promotora de guerras, exploração e pirataria, no
que é relativo aos países pobres, em desenvolvimento e às suas populações
desconsideradas como humanas, mas úteis como mão de obra barata e, por
conseguinte, objetos essenciais de suas riquezas materiais.
FHC, o vendilhão da Pátria, simboliza esse
processo de dominação de uma classe social sobre as outras. E por ser assim, o
sociólogo que escreve mal e que tem dificuldade para discursar em público por
não concatenar seus pensamentos, ideias e não ter talento de tribuno (ao
contrário de Lula, Brizola, Getúlio, Perón, Clinton e Obama), transforma-se em
uma pessoa invejosa, que tem o apoio incondicional de parte pequena da classe
média, estratificada nos 6% que consideravam e consideram, segundo as
pesquisas, os governos de Lula e Dilma ruins ou péssimos.
Governantes trabalhistas não são colonizados e respeitam o povo brasileiro.
É o ressentimento e a inveja em toda sua
plenitude. A negação do que é racional e sensato. Sobretudo, a mesquinharia e
crueldade das nossas elites herdeiras da escravidão. É, porém, de forma
antagônica e paradoxal, o reconhecimento de que o Brasil dos últimos dez anos é
muito melhor do que o Brasil dos militares, do Sarney, do Collor e
principalmente o do FHC, que, por intermédio da desconstrução do Estado
brasileiro e da alienação de seus bens patrimoniais, obrigou o Brasil ir ao FMI
três vezes, de joelhos e com o pires nas mãos, além de somente governar para os
ricos. Nobre é quem serve e cuida do povo por respeitá-lo. Viva o 7 de
Setembro! É isso aí.
No decorrer desta semana, eu vi novamente em canais de televisão alguns
comentaristas de prateleira, além de pessoas ligadas a ONGs e instituições
estrangeiras, pedirem a suspensão dos trabalhos das obras da futura hidrelétrica
de Belo Monte, que está a ser construída no Rio Xingu — no Estado do Pará.
Além dos brasileiros que são contra a obra, estrangeiros também dão
suas opiniões, e, por intermédio dessa campanha, tentam atrair para seu lado a
opinião pública, que, sem informação do Governo Federal, que tem uma Secretaria
de Comunicação lenta e medrosa, não rebate de pronto as informações do sistema
midiático privado, que veicula e repercute os fatos, os acontecimentos e as ações
conforme seus interesses, que, inegavelmente, não são os mesmos do Brasil e de sua população.
Por isso e por causa disso, republico artigo que trata do assunto Belo
Monte, para que o leitor tire suas próprias conclusões.
“Ministro Paulo Bernardo: cadê a estatal da banda larga e o marco
regulatório para as mídias? Cadê a Confecom 2? Por onde anda o projeto do
Franklin Martins? Vossa excelência o engavetou? Com a palavra, o ministro das
Comunicações, aquele que tem medo da TV Globo”.
Acabo
de ver a propaganda, um vídeo de atores da TV Globo contra a hidrelétrica de
Belo Monte, no Pará. Percebo, porém, a total falta de senso crítico dessas
pessoas urbanas e que pensam que o mundo se resume em Rio de Janeiro, São
Paulo, Nova Iorque, Paris, Miami e Londres. Os argumentos contrários e
negativos contra Belo Monte chegam a ser ridículos, se não fosse a manipulação
e a desinformação, que deixam claro que por trás desses mauricinhos e
patricinhas existem ONGs estrangeiras a serviço dos interesses de seus países e
a Globo, porta-voz contumaz e tradicional dos grandes capitalistas, sendo que
ela própria é um deles.
Não
posso pensar de outra forma, bem como não me eximirei de dizer que a peça
publicitária desinforma a população, principalmente a parte dela mais exposta a
factoides, que é a classe média de perfil conservador e que acredita em Papai
Noel, porque pobres e ricos realmente não creem no homem que se veste de
vermelho e usa barba branca a anunciar os presentes para aqueles que se
comportaram direito o ano todo. Acontece que quem está a se comportar mal são
os atores da Globo e seus patrões, que se associaram a movimentos
ambientalistas do exterior que querem interferir no processo de desenvolvimento
brasileiro, sem, no entanto, se preocupar com o combate às desigualdades
sociais e regionais. O Brasil luta contra a miséria e quer, por intermédio dos
governos trabalhistas de Lula e de Dilma retirar milhões de cidadãos da linha
de pobreza.
Enganam-se aqueles
desavisados que insistem em afirmar que a luta contra a pobreza é de caráter
assistencialista, porque não é. Existe, sim, um programa de governo colocado em
prática há quase dez anos e que é, reiteradamente, desqualificado pela imprensa
privada, que insiste tomar o lugar da oposição político-partidária do grupo
formado por PSDB-DEM-PPS, que não tem projeto para o Brasil e nem programa de
governo e por isso perdeu as últimas três eleições e poderá perder a quarta, em
2014.
Contudo,
tiveram no segundo turno o apoio velado da Marina Silva para o público, porém
firmado e concretizado nos bastidores. Foi dessa maneira que a Marina agiu para
se vingar após ser demitida por incompetência do Ministério, além de se aliar a
ONGs financiadas por organismos financeiros que teimavam em boicotar e se opor
aos interesses do Brasil no que concerne ao seu desenvolvimento econômico e
social, bem como no que tange ao seu programa ambientalista, apresentado de
forma surpreendente para o mundo na 15ª Conferência de Copenhagen, capital da
Dinamarca, em dezembro de 2009. O atual secretário do Meio Ambiente do Rio de
Janeiro, Carlos Minc, realizou em menos de dois anos à frente do Ministério do
Meio Ambiente o que Marina Silva não conseguiu fazer em quase sete anos no poder.
O
Brasil, então, apresentou propostas e metas concretas para combater o
desmatamento, a poluição e a degradação dos ecossistemas, o que está a ser
realizado com seriedade. Quem duvida que acesse o portal da transparência do
Governo Federal (ferramenta que o governo tucano de São Paulo não oferece aos
paulistas) e observe as ações e os números, no que vai se surpreender quando os
compararmos com os números do governo entreguista e privatista do neoliberal
FHC, um retumbante fracasso social e econômico, porque nesse tempo o Brasil foi
três vezes ao FMI de joelhos e com o pires na mão.
A
humilhação total somente comparável quando o ministro de Estado das Relações
Exteriores desse governante tucano que vendeu o patrimônio brasileiro que ele
não construiu tirou os sapatos no aeroporto de Miami a mando de um agente
subalterno daquele país yankee. O nome do ex-chanceler é Celso Lafer. Nunca vi
tanta subserviência e pusilanimidade. Complexo de vira-lata na veia.
Por
intermédio desse lamentável e vergonhoso episódio tive a certeza,
inquestionável, que quem tem complexo de vira-lata são nossas elites e não o
grande povo trabalhador brasileiro. O ministro de meias no aeroporto foi o
símbolo maior daquele governo capacho, do Brasil, infelizmente, de joelhos, sem
norte e, conseqüentemente, sem rumo. Um absurdo que eu não quero ver nunca mais
até a minha morte.
Apesar
de a Conferência ter sido multilateral, o Brasil apresentou, independente de
acordos, propostas reais e factíveis. O encontro no país europeu escandinavo
teve também por objetivo estabelecer o tratado que substituirá o Protocolo de
Quioto, que os EUA se recusaram a assinar no tempo do Governo Bush. O problema
é que os países considerados ricos ou ex-ricos, a crise internacional de 2008
perdura até hoje, querem impor regras para os pobres e emergentes quanto à
questão ambiental, mas se recusam a fazer seus deveres de casa, porque não
querem parar de consumir e com isso fomentar seus mercados e exportar.
Outro
fato que está a chamar a atenção é a questão da irresponsabilidade da multinacional estadunidense Chevron-Texaco, que tem a cumplicidade lamentável da imprensa burguesa nativa. A Chevron, não satisfeita em poluir duas vezes a Bacia de Campos, recusa-se a dar satisfação e assumir suas responsabilidades. Tal empresa desrespeitou as normas de segurança, além de não ter equipamentos, ferramentas e tecnologia adequados para perfurar poços de petróleo em solo tão profundo. A imprensa privada brasileira é tão subserviente e aliada dos trustes internacionais de produção de petróleo que praticamente se calou ou cobriu timidamente o maior desastre ecológico da história dos Estados Unidos, que transformou o Golfo do México em um mar de óleo. A mídia corporativa mostrou a poluição, a degradação, porque não daria para esconder desastre de tal magnitude. Porém, ela não bateu na British Petroleum Deepwater Horizon, petroleira responsável pelo desastre, como deveria, bem como não questionou, de forma dura e investigativa, os grandes capitalistas que a controlam.
A
imprensa de negócios privados durante cerca de dez dias tergiversou,
dissimulou sobre o crime ambiental e ficou a publicar releases elaborados na
Assessoria de Imprensa da Chevron-Texaco, sócia da TV Globo no que diz respeito
a ser um dos principais anunciantes da empresa televisiva que no passado apoiou
a ditadura militar. A imprensa tupiniquim fez, vergonhosamente, papel de
cúmplice da Chevron-Texaco, amenizou inicialmente a barberagem gananciosa e
depois teve de mostrar o derramamento de petróleo porque as redes sociais, os
blogs progressistas e o governo abriram a boca e furaram o bloqueio da velha
imprensa.
Se
fosse a Petrobras, não duvidem, as manchetes jornalísticas seriam garrafais e a
“grita” seria enorme. A Globo News iria tirar seus especialistas de prateleiras
e ficaria durantes horas e dias a “malhar” a Petrobras, a maldizer a empresa
estatal e a agredir o governo trabalhista sem parar. Questionariam, sem sombra
de dúvida, a capacidade da Petrobras em administrar o Pré-Sal, apesar de saber
que a estatal brasileira é a petroleira que tem as melhores condições e capacidade
técnica e logística no mundo para tirar petróleo em águas profundas.
Quero
salientar e lembrar que essa mesma imprensa de negócios privados combateu,
inadvertidamente e irresponsavelmente, a fundação da Petrobras no dia 3 de
outubro de 1953 pelo governo do trabalhista e estadista Getúlio Vargas. O político
trabalhista ainda criou a Vale do Rio Doce, que foi vendida pelo entreguista e
neoliberal FHC, professor que não criou uma única escola técnica durante oito
anos de seu governo de índices sociais baixos e até negativos.
Agora,
eu pergunto: cadê a ex-petista e ex-verde Marina Silva? O gato comeu a língua
dela? Não. Ela se calou porque não vai cooperar com o governo trabalhista no
que é relativo à Chevron-Texaco. Ela traiu o governo e o seu partido, o PT,
como o fez também o senador Cristóvão Buarque, que no episódio da ministro do
Trabalho, Carlos Lupi, que é do seu partido, o PDT, calou-se, e quando abriu a
boca foi para apagar a fogueira com gasolina. Até o momento, nada foi
comprovado contra o ministro. Como a imprensa comercial e privada não conseguiu
chegar a ele para derrubá-lo e com isso tentar engessar o governo de Dilma
Rousseff, a solução foi publicar uma foto em que ele pega carona em um avião.
Este foi o crime para a imprensa e parte da sociedade brasileira de perfil
conservador.
Acontece
que, dias e dias depois, repórteres da TV Globo sobrevoam a Bacia de Campos
para filmar e relatar a situação que eles estão a ver no que é referente ao
desastre e ao crime ambiental que tem a assinatura e as impressões digitais da
Chevron-Texaco. Até aí tudo bem, se não fosse a petroleira yankee cliente das
Organizações(?) Globo, no que diz respeito a negócios e à publicidade. Os
repórteres da Globo podem pegar carona, não é isso? É ético, não é? Então, tá!
Lembrei desse fato só para constar. Mas, para bom entendedor, meia palavra
basta.
Voltemos
ao Cristóvão. Demitido no primeiro governo Lula, bandeou-se para oposição de
forma dissimulada e passou a fazer o jogo da velha imprensa golpista,
juntamente com o senador Álvaro Dias, tucano e replicador, nas segundas-feiras,
de notícias sobre “crises” e factoides publicados no fim de semana pela
imprensa corporativa e golpista, verdadeira fábrica de crises. Cristóvão
prejudicou a reeleição de Lula em 2006. E Marina dificultou, e muito, a eleição
de Dilma Rousseff em 2010. Tanto é verdade que José Serra, candidato da direita
partidária e empresarial e da ala da Igreja Católica conservadora, conseguiu ir
para o segundo turno.
Todavia,
retornemos à hidrelétrica de Belo Monte. Grupos privados midiáticos notadamente
a TV Globo, a Folha de S. Paulo e a Veja, associaram-se a ONGs estrangeiras
para sabotar o plano estratégico e de desenvolvimento do Brasil ora em curso
pelo governo trabalhista da presidenta Dilma Rousseff. É um plano de
reestruturação do País que não é mostrado, de forma alguma, pela imprensa e
pelas televisões comerciais, como, por exemplo, a mega obra da transposição do
Rio São Francisco, que é uma pá de cal no domínio dos coronéis nordestinos como
o cearense e cadidato derrotado a senador Tasso Jereissati.
A
TV Globo, que é a caixa de ressonância da plutocracia nacional e internacional,
tem o papel de manipular os fatos e fazer com que os interesses políticos e
financeiros dos verdes em âmbito mundial sejam considerados justificáveis pela
opinião pública brasileira, especialmente a classe média, compradora contumaz
do pensamento do sistema midiático de direita, que assumiu de fato a oposição
política ao Governo Federal porque percebeu que a oposição partidária não tem
programa e muito menos condições, no momento, de derrotar a presidenta Dilma em
uma eleição, além de saber que o Governo tem maioria tanto na Câmara quanto no
Senado.
Vídeo produzido por universitários sobre Belo Monte. É o que a Secretaria de Comunicação do Governo deveria fazer.
A
minoria no Congresso é o tendão de Aquiles dos jornalistas que abraçaram os
interesses de seus patrões e das famílias proprietárias da imprensa hegemônica,
comercial e privada brasileira. E eles, podem acreditar, odeiam a realidade que
se apresenta, cujo responsável maior pela existência dela é o presidente Lula,
que derrotou nas últimas eleições dezenas de caciques estaduais ao pedir
diretamente para o povo de cada estado que não votasse neles.
Por
isso também o ódio a Lula, que eles não o esquecem jamais, porque temem que o
estadista resolva concorrer as próximas eleições. Eles aturam, com muito rancor
e desprezo, a presidenta Dilma, mas o Lula novamente na Presidência para essa
elite preconceituosa e que detesta o Brasil e o seu povo seria por de mais
intragável. A imprensa burguesa agiu assim também com o estadista Getúlio
Vargas, político responsável pela criação do Brasil moderno, quando ele deixou
o poder em 1945 e retornou por meio do voto em 1950.
Nesses
cinco anos de interregno, mesmo Getúlio praticamente “exilado” em seu campo, a
imprensa lacerdista (até hoje o é) nunca deixou de atacá-lo porque não
conseguia esquecê-lo jamais. A mesma coisa acontece com o Lula, político que
sabe que a imprensa difama, calunia e injuria, como o faz no momento com o
ministro Carlos Lupi e fizeram com o ministro do Esporte, Orlando Silva, sem,
no entanto, nada ainda ter sido comprovado, a não ser que o acusador é,
comprovadamente, bandido e testemunha da revista Veja, a revista porcaria, que
faz um jornalismo de esgoto.
Contudo,
os homens e as mulheres da imprensa não tem voto e também, para o desgosto
deles, não tem mais a primazia do controle total da informação como tinham em
outros tempos. Por isso, eles combatem a disseminação da banda larga pelas mãos
do Governo Federal. Então, viva a internet e as redes sociais! Ministro Paulo
Bernardo: cadê a banda larga e o marco regulatório para as mídias? Cadê a
Confecom 2? Por onde anda o projeto do Franklin Martins? Vossa Excelência o
engavetou? Com a palavra, o ministro das Comunicações, aquele que tem medo da
TV Globo.
É
assim que funciona o sistema midiático associado aos interesses do capital internacional.
E parte da classe média que passou 40 anos a ver a Globo e a ler publicações
como a Veja compartilha dessas “ideias”. Mas o que me chama a atenção mesmo é a
hipocrisia dos atores da Globo. Eles dizem que Belo Monte é o diabo encarnado
em um vídeo que lembra o teatro comercial que eles há anos fazem e ainda o
chamam de arte. Não é possível que por questões ideológicas, políticas ou
apenas implicância que a TV Globo e alguns de seus atores participem de um
vídeo que tem por objetivo travar e boicotar o desenvolvimento do povo
brasileiro, principalmente o que mora na região norte.
A
luta e até mesmo a guerra entre os países tem como fundo de pano o controle das
diferentes energias. Vide Iraque, Líbia e Afeganistão. O Brasil que é um País
abençoado com milhares de rios, riachos e igarapés tem acesso e facilidade para
se beneficiar com a energia proveniente das águas, que é considerada limpa e
segura, contanto que sejam respeitados os relatórios e os cálculos dos
engenheiros, geólogos, geógrafos, ambientalistas e outros profissionais que
participam do esforço da construção de Belo Monte, um projeto de quase 40 anos
que enfim está a sair do papel.
O
Governo que há anos tem enfrentado batalhas jurídicas e as vencido, agora tem
de, finalmente, começar a importantíssima obra do PAC, que vai gerar 80 mil
empregos e vai ofertar luz e energia para os brasileiros do norte, que poderão
ter mais uma oportunidade para desenvolver suas cidades e seus estados.
Enquanto nossos artistas “globais” manipulam a informação para confundir a
sociedade brasileira, os moradores nortistas querem a obra, porque sabem que
através do acesso à energia poder-se-á ter indústrias, modernização da lavoura,
surgimento de comércio, como padarias, supermercados, frigoríficos, construção
civil, hospitais, escolas e todo tipo de segmento econômico e social. Sem
energia não há desenvolvimento. Esta é a verdade.
Obviamente
que eu também prezo pelo controle e fiscalização para que os impactos
ambientais não sejam maiores dos que os previstos. E é o que está a ser feito.
O resto é conversa dissimulada de gente que não conhece esse assunto e vai
participar de vídeo que beira ao ridículo. O que esses atores pensam que o
cidadão brasileiro é? Um idiota? Que não sabem como a banda toca em suas vidas,
suas realidades e dificuldades? Será que eles pensam que os brasileiros
nortistas não querem o que os do Sudeste tem, que é o desenvolvimento, apesar
das contradições e paradoxos sociais?
Quem
eles pensam que são para combater uma obra que vai conduzir o Brasil para sua
independência no que concerne à geração de energia? O sonho de todo país e
qualquer povo ou nação. Itaipu, Tucuruí, Chesf e outras hidrelétricas são
exemplos disso. Imaginem o Brasil sem a hidrelétrica de Itaipu? Imaginaram? O
que eles querem? Em nome de quem eles falam? Quem está por trás dessa novela de
péssimo acabamento, que é o vídeo? Será que eles pensam que estão a fazer uma
novela e repetem frases de seus scripts
que eles apenas decoraram? Qual é a intenção? Eles tem de dizer pelo menos que
o vídeo, para variar, é uma imitação de outro vídeo dirigido pelo diretor de
cinema Spielberg para que os estadunidenses saíssem de suas casas para votar.
Pelo menos informar isso. Dizer que nem para fazer o vídeo houve originalidade.
É
o fim da picada! Os mauricinhos e as patricinhas noveleiros falar de um assunto
que não tem conhecimento técnico. E por quê? E para quem? E por quais motivos e
intenções? Já não basta o Brasil ter de enfrentar países poderosos para
conquistar sua autonomia ainda tem que se deparar com gente completamente
despolitizada e que pensa, soberbamente, que é formadora de opinião, coisa que
nem mais os jornalistas o são, como ficou comprovado com a derrota de José
Serra em 2010, candidato à Presidência evidentemente apoiado pela imprensa
burguesa e privada. Esse pessoal não se enxerga.
Então,
Belo Monte vai acabar com o Pará e quiçá com o País, que serão inundados e
ficarão sob a destruição de uma hecatombe ambiental. Vamos lá, pois: o Brasil
tem quase 200 milhões de habitantes, um PIB de R$ 3,6 trilhões, um mercado
interno poderoso que impediu o País de sofrer problemas econômicos graves
advindos da crise internacional de 2008, além de ser a sexta economia do mundo,
a superar países como a Inglaterra, a Itália e a Espanha, bem como exerce
liderança reconhecida em fóruns como os Brics, o G-20 e o Mercosul, sem
esquecer de citar que o poderoso País sulamericano de língua portuguesa, basta
dar tempo ao tempo e ter paciência, vai ainda assumir uma cadeira no Conselho
de Segurança da ONU.
Para
finalizar, quero informar que os artistas e quem está por trás deles e que se
comportam como especialistas em geração de energia e impacto ambiental
sugiriram que o Brasil opte pela energia eólica e solar. Os parques eólicos
demandam vento e geralmente são instalados em litorais e ocupam enormes
espaços. Como, por exemplo, fazer isso em nosso litoral, que é fortemente
turístico, setor da economia que gera muita renda e emprego, ainda mais que o
brasileiro está a viajar com muito mais freqüência do que antes, por causa do
quase pleno emprego e do aumento salarial, além do aumento visível de turistas
estrangeiros que aportam neste País tropical.
E
a energia solar. Outra sugestão dos nossos artistas especialistas completamente
urbanos que não tem a mínima ideia da área que é necessária para produzir 100
megawatts dessa modalidade de energia. A hidrelétrica de Belo Monte vai
produzir inicialmente 11 mil megawatts. É energia suficiente para dar um
impulso de desenvolvimento à região Norte e a um estado, o do Pará, que é
demograficamente quase vazio. As terras que vão ser alagadas pelo lago
comportam uma área de 516 quilômetros quadrados. O Estado do Pará possui uma
área de 1.247.689,515 quilômetros quadrados. Ou seja, o lago a ser formado vai
ocupar área equivalente a 1/2400 da área do estado marajoara, que tem apenas
sete milhões de habitantes, sendo que dois milhões moram na capital Belém.
E
aí o Brasil e o cidadão brasileiro tem de agüentar alardes infundados, oposição
baseada em má-fé e especialistas que não entendem patavinas de energia via
hidrelétrica, como a de Belo Monte, que vai ser a terceira maior do mundo e que
vai dar fôlego, sobremaneira, ao desenvolvimento da região Norte que precisa,
sim, ser ocupada pelo nosso povo e não por estrangeiros e suas ONGs. Então,
para lembrar. Belo Monte vai alagar 1/2400, ou seja, quase nada por cento das
terras do Pará e esses artistas, a mando de não sei quem (mas sei) consideram
Belo Monte um atentado à natureza, sem sequer ter conhecimento do planejamento
e do plano da obra.
Tem
uma mocinha no vídeo que fala, quase escandalizada: “Vai custar R$ 24 bilhões!
É muito dinheiro!”. Como se investir no Brasil e no seu povo fosse questão
meramente contábil, de passivo, como se fosse débito ou prejuízo. É ter a
cabeça muito pequena. É pensar pouco porque se recusa a usar o cérebro. Agora,
a outra pergunta que não quer calar: “Mocinha, você sabe qual é o PIB
brasileiro?” Eu já o citei neste mesmo artigo. O nosso PIB é de R$ 3,6 trilhões
e a obra, segundo o Governo, custará R$ 24 bilhões. Você sabe o que é isso?
Então, pare para pensar e vai estudar teatro, que por sinal requer talento,
disciplina e conhecimento sobre a condição humana para representar com
qualidade e excelência.
Entretanto,
apesar de existir pessoas que não acreditam no Brasil e que querem,
mediocremente, que este País se comporte como pequeno, não vai dar para
atendê-las. Infelizmente, para elas. Portanto, faço mais uma pergunta que não
quer calar: como o Brasil, que tem um mercado interno poderoso e importante vai
atender suas demandas sem energia, porque a TV Globo e a imprensa comercial
privada, ONGs financiadas por banqueiros e parcela conservadora da sociedade
brasileira querem porque querem que a hidrelétrica não seja construída. Pense
bem. Imagina um coisa insensata dessa? Afirmo e repito: a imprensa privada não
tem compromisso com o Brasil, porque ela é alienígena e faz parte da estrutura
do sistema de poder dos mercados nacionais e internacionais. Belo Monte tem de
ser construída e depois inaugurada. É uma questão de estratégia e de
sobrevivência e independência do Brasil. É isso aí.
Lula e a presidenta Dilma Rousseff durante a Rio + 20.
Ao contrário do que publicou hoje o jornal “Folha de S.Paulo”, o
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve nenhuma reunião com
governadores durante a Rio+20.
O ex-presidente esteve no Rio de Janeiro nos dias 20 e 21 de junho de
2012, partindo no dia 22 pela manhã. Na época, por recomendação médica
após um exame de biópsia na laringe, ele foi orientado a poupar sua voz.
A nota sobre isso pode ser lidaaqui.
Durante o evento, Lula teve encontros com os presidentes da França e de
Cuba. Assistiu à abertura da conferência na quarta-feira, dia 20, e
participou, junto com a presidenta Dilma Rousseff, o governador Sérgio
Cabral e o prefeito Eduardo Paes, de um jantar oferecido pela prefeitura
do Rio de Janeiro para chefes de Estado africanos na quinta-feira, dia
21.
A agenda do ex-presidente na Rio+20 foi reduzida por razões médicas, mas
nunca previu nenhuma reunião com governadores, como pode ser visto no
comunicado do dia 15 de junho(clique aqui).
As atividades do ex-presidente e das autoridades presentes na Rio+20
foram acompanhadas pela imprensa e amplamente noticiadas na época.
Por isso, a Folha de S.Paulo mente ao publicar, meses depois, que Lula teve uma reunião com governadores durante a Rio+20.
Eu não sei e creio que ninguém sabe o que se passa na cabeça do ex-presidente neoliberal Fernando Henrique Cardoso quando ele chama o presidente mais popular da história do Brasil, juntamente com o presidente Getúlio Vargas, de “herança pesada”, em artigo nada sociológico no jornal mais conservador da direita brasileira, o Estado de São Paulo.
FHC TEM DOIS PROBLEMAS GRAVES: NÃO CONCATENA AS IDEIAS E TEM INVEJA DO LULA.
O homem que vendeu o Brasil, aquele que alienou o patrimônio público que ele não construiu, o político que considera o Plano Real do presidente Itamar Franco como de sua autoria, o ex-presidente que quebrou o Brasil três vezes e teve de ir ao FMI de joelhos e com o pires na mão a pedir esmolas, além de ser o responsável pelo apagão de energia que durou mais de um ano, considera, na maior cara de pau possível e total ausência de senso crítico, o presidente Lula uma herança pesada.
Seria trágico se não fosse cômico o artigo do pseudointelectual “mauricinho”, que sempre teve como aliada a imprensa comercial e privada de São Paulo, além do apoio irrestrito das Organizações(?) Globo, que no momento está a tratar do “mensalão”, como se fosse a última chance de a direita poder, enfim, chegar ao poder depois de três derrotas em eleições para a Presidência da República.
FHC, o Neoliberal, cuja figura patética é escondida pelos próprios candidatos tucanos quando tem de concorrer às eleições, resolveu, novamente, deitar falação, e a tribuna escolhida foi o carcomido, o vetusto, o direitista, o reacionário “Estadão”, que, se tivesse a força de persuasão que pensa ter, elegeria há muito tempo para presidente da República gente como FHC, Geraldo Alckmin e principalmente José Serra, que perdeu as últimas eleições para a candidata petista Dilma Rousseff, que, até então, nunca tinha participado de qualquer eleição.
LULA GOVERNOU O BRASIL COMO ESTADISTA, O QUE REVOLTA O FHC E A BURGUESIA.
E aí, o que acontece? O falastrão do FHC, aquele que afundou a maior plataforma produtora de petróleo do mundo, a P-36, resolve, em um texto mal escrito e pessimamente articulado mentalmente, chamar o político que mudou o Brasil, bem como o tirou de uma posição subserviente perante os países ricos, como herança pesada de Dilma.
Para fazer sua ilações perversas e pérfidas, tal figura da burguesia paulistana faz alusões francamente levianas ao estadista Lula e o coloca como o responsável por questões sobre corrupção, desvios de recursos, além de outras “acusações” de menores implicações no que concerne ao caráter e à conduta moral do presidente petista que fez uma revolução silenciosa e melhorou as condições de vida de milhões de brasileiros, bem como elevou o Brasil a um patamar de importância em termos mundiais como nunca se viu antes neste Pais.
FHC deveria ficar quieto, como o faz Lula em relação ao seu medíocre governo, que vendeu o Brasil e tratou de seu patrimônio com uma irresponsabilidade que, para mim, tal tucano arrogante e vaidoso deveria estar a responder processos como ocorreu com os presidentes neoliberais da Argentina, México, Peru, Chile, Equador, Uruguai e Venezuela. Alguns foram presos, outros fugiram ou estão a responder processos por terem vendido o que não é deles, o que não lhes pertencem, o que evidencia prejuízos de lesa pátria e, consequentemente, as provas de que tais governantes traíram seus povos.
SERRA PODE SER TUDO, MENOS BOBO. MOSTRAR FHC NA TV SERIA A DERROTA IMINENTE.
Lula é Dilma e Dilma é Lula. Ponto. Por sua vez, Serra não é FHC e FHC não é Serra e nem Alckmin, porque simplesmente esses tucanos quando são candidatos não deixam o FHC aparecer na televisão, nem falar pelo rádio e muito menos aparecer em outdoors. E porque isto acontece? Porque ninguém é tão ingênuo de colar sua imagem a um governo que ficou conhecido por vender o Brasil, ser leniente com a corrupção, de ir ao FMI três vezes de joelhos e com o pires na mão, de causar o apagão da energia, de fechar estatais, de tentar desmontar a Petrobrás, de afundar a P-36, de não criar empregos, de não distribuir renda, de não criar escolas técnicas e universidades, de não facilitar o acesso dos pobres ao ensino superior, não investir em pesquisas científicas, de não construir casas para a população e de não cuidar da infraestrutura, como rodovias, aeroportos, portos, ferrovias, siderúrgicas, estaleiros, além de deixar a saúde à míngua, no que trata ao orçamento quando, já na oposição ao Governo Lula, retiraram bilhões da CPMF, como forma de combater o mandatário petista.
Depois o neoliberal FHC vem falar de corrupção e de má administração sem ter, no entanto, nenhum cuidado para se olhar no espelho e ver que seu governo foi um fracasso retumbante, porque nunca cuidou dos pobres e se comprometeu até a medula com os interesses dos ricos. O neoliberal FHC é assim: fala o que quer e não mede quaisquer consequências por que, na verdade, se tal tucano tivesse responsabilidade não teria vendido o Brasil e seu governo não cometeria tantos erros e ilícitos como mostra e demonstra o livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro.
Quem acredita em FHC ou na grande imprensa de negócios privados são os 6% da população brasileira, que, conforme as pesquisas, consideravam o Governo Lula ruim ou péssimo. São os mesmos que atualmente acham a mesma coisa do Governo Dilma. São os lacerdistas de classe média, tão ressentidos e reacionários quanto os barões da imprensa e seus jornalistas e especialistas de prateleira e de confiança. São pessoas de direita que continuam de direita. Só isso. Ponto. E nada mais.
ALCKMIN GOVERNA SÃO PAULO. JAMAIS APRESENTOU O FHC NA TV.
A questão primordial disso tudo é que apesar de eles serem minoria, evidentemente que essas pessoas e grupos econômicos são barulhentos — altissonantes. E por que se ouve tanto o barulho deles. Porque a direita controla os meios de comunicação privados, que apoiam, sem deixar dúvida, os candidatos, os políticos e os governantes do DEM e do PSDB. Apesar de esse pessoal ser a minoria, o barulho, além de ser alto, é publicado e veiculado todos os dias pelo sistema midiático porta-voz dos interesses empresariais.
Muitos cidadãos acreditam que a corrupção aumentou durante o governo Lula. É dessa maneira que a imprensa sistematicamente o mostra. Nada mais falso. O que houve, de fato, foi um aumento brutal, exponencial do número de operações da Polícia Federal contra a corrupção, principalmente os malfeitos que são considerados como crimes do colarinho branco, geralmente cometidos por homens e mulheres de negócios e autoridades de alto escalão, como banqueiros, juízes, políticos, servidores com cargo de mando e empresários.
O que se vê é uma falácia perpetrada por jornalistas, pois a verdade é que o Governo do FHC, o Neoliberal, em oito anos efetivou 28 operações da Polícia Federal, enquanto o Governo do Lula realizou 1.150 operações da PF, o que, sobremaneira, faz com que os números do tucano que deita falação no reacionário Estadão se tornem pífios e ridículos. A PF de Lula se tornou republicana e por isso não foi à toa que o diretor da PF, Paulo Lacerda, foi afastado e sua moral atacada pela imprensa corrupta e por gente como o senador cassado Demóstenes Torres e o juiz do STF Gilmar Mendes
DE IMPRENSA MANIPULADORA, MENTIROSA E SEM COMPROMISSO COM O BRASIL.
A verdade é que nunca aconteceram tantas investigações e prisões como no tempo de Lula, ao ponto de colocarem algemas no banqueiro Daniel Dantas, o que comoveu e revoltou a imprensa colonialista e hegemônica, bem como certo juiz e certo senador, que acusaram a PF de escuta ilegal, de grampear Gilmar e Demóstenes. Por causa disso, Lacerda também caiu. Só que o áudio de tal grampo nunca apareceu e a verdade é que aquelas duas figuras da República nunca foram gravadas pela PF de Lacerda e até hoje o bravo e republicano policial nunca recebeu um pedido de desculpas.
FHC, o Neoliberal, é uma farsa, inclusive como intelectual. E o Estadão não pode ser levado a sério.